No livro Escolha sua Vida , a autora Paula Abreu, tem um capítulo especialmente sobre arte. Paula, é uma artista de fato e multipotencial, mas a arte de que eu falo é da abordada em seu livro e no seu blog Escolha sua vida repetidas vezes...
A arte de qual falo é a Arte Perdida de Se Perguntar leiam: A arte perdida de se perguntar e A arte perdida de se perguntar - Parte 2
Vamos nos aprimorar mais nesta arte?
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A verdadeira Arte...
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
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Meus pais...,
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Hoje de manhã quando dirigia para o trabalho e escutava umas músicas de relaxamento, ainda me sentia tocada com a meditação guiada de ontem.
Essa meditação descobri no domingo através da comunidade do Escolha sua vida no facebook.
Foi a 1ª meditação que me senti algo realmente profundo em mim.
Ontem repeti e foi ainda mais forte. Faz parte do grupo Art of living...
Então, que no caminho, envolta em minhas reflexões e retrospectivas da minha infância, me percebi amorosa pela 1ª vez em relação aos meus pais.
Pela 1ª vez na vida reconheci de maneira despretensiosa e sem melodramas ou fazer média de filho que fala da boa para fora, mas não sente de verdade nada do que fala.
Talvez por isso foi a 1ª vez, pois minha mania de ser super sincera e verdadeira me impedia de dizer coisas que eu não sentia profundamente, pelo menos eu tentava né!, mesmo que fosse em relação aos meus pais. Não vou entrar na questão do (até porque não interessa no momento) motivo de ser a 1ª vez, nem sinto culpa por isso, pelo contrário, sinto que veio na hora que tinha que vim, na hora certa, no momento da minha vida em que me sinto mais preparada e aberta para receber do universo essa capacidade de aceitação do outro, de empatia verdadeira.
Sempre achei que meu pai foi um homem trabalhador e que nunca esteve muito presente em nossa educação. Nos momentos em que esteve presente seu papel flutuou entre o autoritário e o superprotetor, meio que alheio ao nosso dia a dia, sabendo de tudo pela nossa mãe. Ele era o provedor financeiro e que nos sustentava diretamente. Teve 2 famílias (fama de namorador) e em suas diversas histórias contava que já tinha feito de tudo um pouco. Estudou até o primário. Era inteligente, curioso, teimoso, inventor, mecânico de carro, mas consertava de tudo um pouco. Meu pai se foi aos 91 anos ainda lúcido, foi de repente, assim, sem se despedir, sem nos avisar com antecedência, de acordo com a vontade Deus.
Com relação a minha mãe pensei no quanto deve ter sido punk criar 3 meninas pequenas, aos 24 anos conhecer um viúvo de 54 com filhos e netos e, mesmo ela já tendo 2 filhos, engravidar 1 ano depois de estar junto com ele e, no ano seguinte engravidar de novo e, 2 anos depois engravidar de novo. Imaginando me deu um desespero. Depois de 9 anos da última veio a mais nova e, agora sim, a última, que hoje tem 24 anos e fiquei imaginando se minha irmã mais nova de 24 anos passasse por tudo isso que minha mãe passou a gente ia dizer que ela era irresponsável e que não tinha juízo.
Minha mãe sempre foi dona de casa. Arriscou alguns trabalhos em casa, como autônoma: foi cabelereira, vendedora de cosméticos; de folheado a ouro, de tortas e salgados, marmita, bijouteria. E a gente ajudava também. Mas meu pai não apoiava. Era machista, ciumento. Não incentivava e desestimulava. Fora outras circunstâncias familiares, depois de um tempo ela desistia. Minha mãe tem boa mão para comida e faz tudo capricho, tudo é gostoso. Meu pai era exigente com comida e ela fazia tudo para agradá-lo. Minha mãe também estudou pouco, não exatamente até qual nível, mas hoje ela está estudando de novo, quer refazer sua vida, buscar novas possibilidades.
Nossos pais não eram de nos abraçar e dizer que nos amava. Não nos elogiavam espontaneamente. Muitos conselhos e lições vinham através dos sermões ou de alguma situação que puxasse o assunto.
Meu pai raramente nos bateu. Nossa mãe frequentemente. Os dois são a representação da força e da coragem de viver, de encarar a vida que vier do jeito deles, sem grandes visões otimistas, sem empreendedorismo, sem grandes filosofias e reflexões. Representam também valores importantíssimos para mim até hoje: honestidade; verdade.
Essa meditação descobri no domingo através da comunidade do Escolha sua vida no facebook.
Foi a 1ª meditação que me senti algo realmente profundo em mim.
Ontem repeti e foi ainda mais forte. Faz parte do grupo Art of living...
Então, que no caminho, envolta em minhas reflexões e retrospectivas da minha infância, me percebi amorosa pela 1ª vez em relação aos meus pais.
Pela 1ª vez na vida reconheci de maneira despretensiosa e sem melodramas ou fazer média de filho que fala da boa para fora, mas não sente de verdade nada do que fala.
Talvez por isso foi a 1ª vez, pois minha mania de ser super sincera e verdadeira me impedia de dizer coisas que eu não sentia profundamente, pelo menos eu tentava né!, mesmo que fosse em relação aos meus pais. Não vou entrar na questão do (até porque não interessa no momento) motivo de ser a 1ª vez, nem sinto culpa por isso, pelo contrário, sinto que veio na hora que tinha que vim, na hora certa, no momento da minha vida em que me sinto mais preparada e aberta para receber do universo essa capacidade de aceitação do outro, de empatia verdadeira.
Sempre achei que meu pai foi um homem trabalhador e que nunca esteve muito presente em nossa educação. Nos momentos em que esteve presente seu papel flutuou entre o autoritário e o superprotetor, meio que alheio ao nosso dia a dia, sabendo de tudo pela nossa mãe. Ele era o provedor financeiro e que nos sustentava diretamente. Teve 2 famílias (fama de namorador) e em suas diversas histórias contava que já tinha feito de tudo um pouco. Estudou até o primário. Era inteligente, curioso, teimoso, inventor, mecânico de carro, mas consertava de tudo um pouco. Meu pai se foi aos 91 anos ainda lúcido, foi de repente, assim, sem se despedir, sem nos avisar com antecedência, de acordo com a vontade Deus.
Com relação a minha mãe pensei no quanto deve ter sido punk criar 3 meninas pequenas, aos 24 anos conhecer um viúvo de 54 com filhos e netos e, mesmo ela já tendo 2 filhos, engravidar 1 ano depois de estar junto com ele e, no ano seguinte engravidar de novo e, 2 anos depois engravidar de novo. Imaginando me deu um desespero. Depois de 9 anos da última veio a mais nova e, agora sim, a última, que hoje tem 24 anos e fiquei imaginando se minha irmã mais nova de 24 anos passasse por tudo isso que minha mãe passou a gente ia dizer que ela era irresponsável e que não tinha juízo.
Minha mãe sempre foi dona de casa. Arriscou alguns trabalhos em casa, como autônoma: foi cabelereira, vendedora de cosméticos; de folheado a ouro, de tortas e salgados, marmita, bijouteria. E a gente ajudava também. Mas meu pai não apoiava. Era machista, ciumento. Não incentivava e desestimulava. Fora outras circunstâncias familiares, depois de um tempo ela desistia. Minha mãe tem boa mão para comida e faz tudo capricho, tudo é gostoso. Meu pai era exigente com comida e ela fazia tudo para agradá-lo. Minha mãe também estudou pouco, não exatamente até qual nível, mas hoje ela está estudando de novo, quer refazer sua vida, buscar novas possibilidades.
Nossos pais não eram de nos abraçar e dizer que nos amava. Não nos elogiavam espontaneamente. Muitos conselhos e lições vinham através dos sermões ou de alguma situação que puxasse o assunto.
Meu pai raramente nos bateu. Nossa mãe frequentemente. Os dois são a representação da força e da coragem de viver, de encarar a vida que vier do jeito deles, sem grandes visões otimistas, sem empreendedorismo, sem grandes filosofias e reflexões. Representam também valores importantíssimos para mim até hoje: honestidade; verdade.
A escolha é toda nossa!!!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Eu penso em tantas coisas o tempo todo quando estou nessa fase de busca e escrever me ajuda a colocar as idéias no lugar.
Sobre o post anterior pensei cá com meus botões: não, eu não quero engordar e virar sedentária como antes, nem a comer tudo o que eu tiver vontade, nem parar as atividades físicas.. que fique bem claro!!! embora eu não precise estar me justificando, mas isso ainda faz parte do meu EU atual... se justificar.
Bem, mas o motivo de querer escrever de novo, foi que enquanto eu colocava o Pedro para dormir tantas coisas vieram .. e agora não lembro mais... era bacana e queria compartilhar... deixa eu lembrar aqui...
Deixa eu recapitular.. minha irmã perguntou: tu não vai malhar? e eu senti um misto de raiva e culpa, ao mesmo tempo tipo assim, não se mete, sabem? queria focar, estava focada em colocá-lo para dormir, e, quem sabe, depois fosse malhar ou não... hoje provavelmente não... como de fato aconteceu, estou aqui de novo...mas vem alguém para me "cobrar" talvez nem era sua intensão, mas é assim que me sinto na maioria das vezes que estou sem saber o que fazer em determinadas situações, ou quando sinto que não estou fazendo o que devia fazer, pois meu perfeccionismo não quer que eu erre!!!
foi bom fazê-lo dormir, ler história... é um reencontro... um reencaixe que pretendo fazer do meu jeitinho...
mas ainda não era isso que pensei em escrever...aaaaah!!! lembrei!!!
pensando sobre o quanto dos outros tenho dentro de mim, a ponto de achar que não sei quem sou devido a isso e lamentar com mimimis a perder de vista, veio um insight!!! como todos os coaches dizem: A ESCOLHA É NOSSA!!!
se as pessoas entraram do jeito e na intensidade que entraram: FOI EU QUE DEIXEI e de alguma forma algo nelas me atraia ou tem ou tinha afinidade com o meu EU... pois de alguma forma SOU QUEM SOU HOJE DEVIDO A TUDO ISSO...e não posso negar que tem muita coisa boa, mesmo sem ser autêntica, muita coisa que conquistei e que não faria se não tivesse seguido alguns exemplos na busca do melhor...de certa forma preciso reconhecer isso.. DÁ A CESAR O QUE É DE CESAR...
Assim foi com a atividade física; com o trabalho; com os estudos; com o senso de responsabilidade e muitas outras coisas..
É mais fácil me fazer de vítima e alegar que minhas crenças limitadoras e minhas camadas de bloqueios são culpa da INFLUÊNCIA DOS OUTROS, DA SOCIEDADE, DOS MEUS PAIS, blá, blá, blá!
Basta!!! A culpa é minha!! Fui eu que abri a porta para eles entrarem ... Mesmo os não convidados... E se entraram e ficaram foi porque eu deixei e de alguma forma gostei da companhia, me foi conveniente ou cômodo, de alguma forma eu precisava deles.
Tá tudo bem e agora Luciana? O que vai fazer com toda essa conclusão... Assumir minha responsabilidade e continuar fazendo meu caminho na busca da autenticidade, de mim mesma na forma mais pura, de quem eu era e que me perdi...
Sobre o post anterior pensei cá com meus botões: não, eu não quero engordar e virar sedentária como antes, nem a comer tudo o que eu tiver vontade, nem parar as atividades físicas.. que fique bem claro!!! embora eu não precise estar me justificando, mas isso ainda faz parte do meu EU atual... se justificar.
Bem, mas o motivo de querer escrever de novo, foi que enquanto eu colocava o Pedro para dormir tantas coisas vieram .. e agora não lembro mais... era bacana e queria compartilhar... deixa eu lembrar aqui...
Deixa eu recapitular.. minha irmã perguntou: tu não vai malhar? e eu senti um misto de raiva e culpa, ao mesmo tempo tipo assim, não se mete, sabem? queria focar, estava focada em colocá-lo para dormir, e, quem sabe, depois fosse malhar ou não... hoje provavelmente não... como de fato aconteceu, estou aqui de novo...mas vem alguém para me "cobrar" talvez nem era sua intensão, mas é assim que me sinto na maioria das vezes que estou sem saber o que fazer em determinadas situações, ou quando sinto que não estou fazendo o que devia fazer, pois meu perfeccionismo não quer que eu erre!!!
foi bom fazê-lo dormir, ler história... é um reencontro... um reencaixe que pretendo fazer do meu jeitinho...
mas ainda não era isso que pensei em escrever...aaaaah!!! lembrei!!!
pensando sobre o quanto dos outros tenho dentro de mim, a ponto de achar que não sei quem sou devido a isso e lamentar com mimimis a perder de vista, veio um insight!!! como todos os coaches dizem: A ESCOLHA É NOSSA!!!
se as pessoas entraram do jeito e na intensidade que entraram: FOI EU QUE DEIXEI e de alguma forma algo nelas me atraia ou tem ou tinha afinidade com o meu EU... pois de alguma forma SOU QUEM SOU HOJE DEVIDO A TUDO ISSO...e não posso negar que tem muita coisa boa, mesmo sem ser autêntica, muita coisa que conquistei e que não faria se não tivesse seguido alguns exemplos na busca do melhor...de certa forma preciso reconhecer isso.. DÁ A CESAR O QUE É DE CESAR...
Assim foi com a atividade física; com o trabalho; com os estudos; com o senso de responsabilidade e muitas outras coisas..
É mais fácil me fazer de vítima e alegar que minhas crenças limitadoras e minhas camadas de bloqueios são culpa da INFLUÊNCIA DOS OUTROS, DA SOCIEDADE, DOS MEUS PAIS, blá, blá, blá!
Basta!!! A culpa é minha!! Fui eu que abri a porta para eles entrarem ... Mesmo os não convidados... E se entraram e ficaram foi porque eu deixei e de alguma forma gostei da companhia, me foi conveniente ou cômodo, de alguma forma eu precisava deles.
Tá tudo bem e agora Luciana? O que vai fazer com toda essa conclusão... Assumir minha responsabilidade e continuar fazendo meu caminho na busca da autenticidade, de mim mesma na forma mais pura, de quem eu era e que me perdi...
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Repensar, rever, resignificar, realinhar as órbitas dos planetas do meu universo...
De uns dias para cá estou desmotivada a ir para academia... não da atividade física em si, mas das academias, pois estava indo em duas...desde que iniciei meu processo de busca interior e decidi me desligar de tudo o que eu achava que não era meu, mesmo que eu tenha aprendido a gostar de fazer uma dessas coisas, como me exercitar por exemplo.
Ir para academia diariamente e ficar 2h é algo que eu nunca fiz na vida e comecei a gostar tanto pela endorfina e energia que dá quanto pelos os resultados. E aí entra aquilo que é provavelmente é muito meu e não dos outros, ou será que ?
É, digo isso, porque ser magra foi uma dos valores que coloquei como não sendo meus e realmente, lá no fundo no fundo, não são mesmo, embora me sinta bem melhor com o corpo esbelto e cabendo em qualquer roupa com facilidade, sem apertos , é muito boa sensação, então essa última parte é minha, só minha, fruto da minha experiência pessoal com a magreza e ninguém pode sentir ou fazer ou falar por mim, pois não está no meu corpo e na minha mente sentindo.
Tudo bem , tudo bem, eu sei que devo ser grata se de alguma forma um valor que veio de goela abaixo dos outros serviu para eu descobrir algo bom por mim mesma e se eu não tivesse tentado não conheceria, nem sentiria, nem saberia.. Eu sei, eu sei...
DISCIPLINA, FOCO E DETERMINAÇÃO, eis os lemas da área fitness, não só dela, mas de qualquer coisa na vida que você queria fazer bem feito e obter bons resultados...outro excelente aprendizado desse período... DESAFIAR-ME, SUPERAR-ME...outro...
Mas a questão toda, dessa análise toda é: PRECISA SER OBRIGATÓRIA E IMPOSTA? PRECISA FAZER PARTE DE REGRAS DE FELICIDADE? PRECISA SER CONSIDERADA INDISPENSÁVEL PARA AUTO-ESTIMA? TEM QUE SER MAIS IMPORTANTE DO QUE OUTRAS COISAS?
E daí que minha resposta a estas perguntas, do fundo do meu coração e do meu interior, de forma sincera e pura é que NÃO É NÃO.
Cheguei nessa conclusão esses dias... quando senti de repente um vazio... uma falta de sentido na minha correria do dia a dia.. mal chegava em casa, mal via meu filho que passei o dia sem ver direito e corria para academia e ficava 2h lá... depois quando eu chegava em cansada, tinha que tomar banho, jantar e colocar meu filho para dormir se ainda estivesse acordado... e se ele tivesse tarefa? enfim... eu estava emagrecendo e ficando com um corpo mais definido, porém as motivações iniciais que me levaram a isso 1º foi realmente por estar fora de forma e indisposta; 2º porque queria mostrar aos outros o quanto eu tinha conseguido emagrecer; 3º porque eu queria alcançar um padrão de beleza... perceba que em nenhum deles tem o quesito mais importante de todos nesta história: SAÚDE.
E para todas essas coisas teve um preço... Me convenci o tempo todo que estava fazendo um esforço que vale a pena e que faz bem para meu filho me ver feliz e que no futuro ele vai achar massa, e que serei um exemplo para ele, e que eu preciso estar bem comigo mesma para ser uma boa mãe, que preciso de um tempo para mim, que, que, que um monte de justificativa... mas meu coração apertava e o vazio de sentido crescia... sendo assim, foi inevitável essa parada obrigatória para repensar e realinhar as órbitas dos planetas.. resignificar, refazer, rever o caminho e construir o meu próprio caminho para seguir adiante...
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O que é meu de verdade?
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Nessa busca interior preciso identificar quais os MEUS valores e quais os que SÃO dos outros. Claro, que os MEUS valores foram formados pela influência dos outros, mas não são só deles, mas meus também...
Não é uma tarefa fácil, visto que são anos e anos formando várias camadas que precisam ser quebradas até chegar no núcleo principal de mim mesma: meu EU INTERIOR...
Então, deixa eu respirar fundo e me alongar, pois será um verdadeiro exercício...
O que eu acho que são Meus valores :
honestidade
espiritualidade
simpatia
família
organização
Deus
otimismo
alegria
fazer o bem aos outros
autenticidade
verdade no que faz, no que fala
sustentabilidade
comunidade
paz de espírito
O que eu acho que são valores dos outros:
ambição
vaidade
ganhar dinheiro
ser magra
ser doutora
ter emprego fixo
ter um carro
casar, ter filhos
ter um apartamento próprio
ser bem sucedida, sucesso, dinheiro
ter um emprego
Bem diferentes não são!!!
Não é uma tarefa fácil, visto que são anos e anos formando várias camadas que precisam ser quebradas até chegar no núcleo principal de mim mesma: meu EU INTERIOR...
Então, deixa eu respirar fundo e me alongar, pois será um verdadeiro exercício...
O que eu acho que são Meus valores :
honestidade
espiritualidade
simpatia
família
organização
Deus
otimismo
alegria
fazer o bem aos outros
autenticidade
verdade no que faz, no que fala
sustentabilidade
comunidade
paz de espírito
O que eu acho que são valores dos outros:
ambição
vaidade
ganhar dinheiro
ser magra
ser doutora
ter emprego fixo
ter um carro
casar, ter filhos
ter um apartamento próprio
ser bem sucedida, sucesso, dinheiro
ter um emprego
Bem diferentes não são!!!
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o que temos para hoje?
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Eu sei que no post passado eu afirmei que falaria sobre Disciplina Positiva, mas não é disso que falarei hoje.
Vou falar sobre minha experiência dos últimos dias.
Como tudo tem a sua 1ª vez, pela 1ª vez depois que Pedro nasceu viajei sozinha para um curso, algo relacionado à minha carreira profissional.
Fui para São Paulo pela 1ª vez ...
Viajei sozinha, sem conhecer ninguém, nem ter parentes nem amigos na cidade, pela 1ª vez...
Fui fazer o Curso Intensivo de Psicologia Positiva em Cotia-SP. Com a Dra.Lilian Graziano.
Saiba mais em: Psicologia Positiva
O curso por si só, foi maravilhoso, enriquecedor e transformador.
A experiência da viagem também. Então imaginem vocês que estou aqui de volta em Fortaleza, mas me sentindo totalmente estranha. Eu não sou mais a mesma, mas as coisas efetivamente não mudaram tanto assim, a não ser pelo asfalto que colocaram numa parte da rua que eu passo todos os dias e que estava bem ruim de passar. E pelo muro pintado de azul da oficina de carros da esquina.
Conheci a Sarah Moura, Mãe do Bento... Nossa! Que bacana!!!Uma das minhas blogueiras preferidas. E o Bento que graça!!!
Adorei tudo. Não sou mais a mesma! Masssss as coisas não mudaram tanto assim... E o que eu poderei fazer diante das circunstâncias que eu tenho? "E o que temos para hoje?"
E por que que eu mudei? Ora vejam só!
Resumo da ópera
Conheci uma pessoa que faz terapia com cães...
Conheci uma pessoa trabalha com Educação Emocional Positiva...
Conheci uma pessoa que entende de vinhos, de filosofia, que já viajou para vários países, fala inglês fluently (aliás várias pessoas lá tinham essa competência!!!) e que é super estudiosa, curiosa..
Conheci um psiquiatra simples e buscando aprender sobre felicidade.
Conheci uma pessoa que tem a voz mais suave e capaz de transmitir paz que eu conheci até hoje.
Conheci uma pessoa que ensina sobre FELICIDADE e a frase:"o que temos para hoje?" dentre outras e outras e outras coisas.
Descobri coisas e casos surpreendentes sobre homens e mulheres mundo afora e suas superações extraordinárias.
Descobri que meu pai quando trabalhava tentando consertar as coisas de casa e não parava nem para comer, estava em estado de FLOW, assim como meu marido agora que está tentando ver a resistência do chuveiro elétrico para me agradar com água morna(sim, sou friorenta e mesmo neste calor prefiro água morna), se esquece do sorvete que coloquei para ele comer.
Me diga! Ao ler essas coisas você não mudou? Nem um pouquinho?
Vou falar sobre minha experiência dos últimos dias.
Como tudo tem a sua 1ª vez, pela 1ª vez depois que Pedro nasceu viajei sozinha para um curso, algo relacionado à minha carreira profissional.
Fui para São Paulo pela 1ª vez ...
Viajei sozinha, sem conhecer ninguém, nem ter parentes nem amigos na cidade, pela 1ª vez...
Fui fazer o Curso Intensivo de Psicologia Positiva em Cotia-SP. Com a Dra.Lilian Graziano.
Saiba mais em: Psicologia Positiva
O curso por si só, foi maravilhoso, enriquecedor e transformador.
A experiência da viagem também. Então imaginem vocês que estou aqui de volta em Fortaleza, mas me sentindo totalmente estranha. Eu não sou mais a mesma, mas as coisas efetivamente não mudaram tanto assim, a não ser pelo asfalto que colocaram numa parte da rua que eu passo todos os dias e que estava bem ruim de passar. E pelo muro pintado de azul da oficina de carros da esquina.
Conheci a Sarah Moura, Mãe do Bento... Nossa! Que bacana!!!Uma das minhas blogueiras preferidas. E o Bento que graça!!!
Adorei tudo. Não sou mais a mesma! Masssss as coisas não mudaram tanto assim... E o que eu poderei fazer diante das circunstâncias que eu tenho? "E o que temos para hoje?"
E por que que eu mudei? Ora vejam só!
Resumo da ópera
Conheci uma pessoa que faz terapia com cães...
Conheci uma pessoa trabalha com Educação Emocional Positiva...
Conheci uma pessoa que entende de vinhos, de filosofia, que já viajou para vários países, fala inglês fluently (aliás várias pessoas lá tinham essa competência!!!) e que é super estudiosa, curiosa..
Conheci um psiquiatra simples e buscando aprender sobre felicidade.
Conheci uma pessoa que tem a voz mais suave e capaz de transmitir paz que eu conheci até hoje.
Conheci uma pessoa que ensina sobre FELICIDADE e a frase:"o que temos para hoje?" dentre outras e outras e outras coisas.
Descobri coisas e casos surpreendentes sobre homens e mulheres mundo afora e suas superações extraordinárias.
Descobri que meu pai quando trabalhava tentando consertar as coisas de casa e não parava nem para comer, estava em estado de FLOW, assim como meu marido agora que está tentando ver a resistência do chuveiro elétrico para me agradar com água morna(sim, sou friorenta e mesmo neste calor prefiro água morna), se esquece do sorvete que coloquei para ele comer.
Me diga! Ao ler essas coisas você não mudou? Nem um pouquinho?
Bom, por fim, devo lhes dizer que já apliquei na prática algo que aprendi nesses dias: o vinho Lambrusco branco suave se adequa não só ao meu paladar como ao do meu marido.
Ah!!! E que tenho que estudar muuuuuito!!!
É o que tenho para hoje!!!
Até breve!
É o que tenho para hoje!!!
Até breve!
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o que falarei por aqui
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Neste post eu falei sobre o papel que o blog iria assumir cada vez mais.
Então que após 9 meses (uma gestação), nascendo de parto natural os primeiros posts mais consistentes surgirão por aqui.
Enfim, o que ressoar em mim vai aparecer por aqui.
Do que falarei por aqui acredito fará sentido para muitos e nenhum para outros, vai depender de inúmeros fatores da contextualização familiar de cada, da visão e linha de pensamento sobre mundo, sobre homem, sobre maternidade, infância, enfim... Independente disso falarei do que tem a ver com as minhas experiências como filha, como mãe, como psicóloga, como espírita e como ser humano.
Um dos assuntos que estão me chamando a escrever é sobre a Disciplina Positiva, que a meu ver, nada mais é do que a relação entre pais e filhos.
A inspiração veio especialmente do último post da Mari- Viciados em Colo. LEIA!
No próximo post iniciarei sobre o assunto!
Até lá !!
Então que após 9 meses (uma gestação), nascendo de parto natural os primeiros posts mais consistentes surgirão por aqui.
Enfim, o que ressoar em mim vai aparecer por aqui.
Do que falarei por aqui acredito fará sentido para muitos e nenhum para outros, vai depender de inúmeros fatores da contextualização familiar de cada, da visão e linha de pensamento sobre mundo, sobre homem, sobre maternidade, infância, enfim... Independente disso falarei do que tem a ver com as minhas experiências como filha, como mãe, como psicóloga, como espírita e como ser humano.
Um dos assuntos que estão me chamando a escrever é sobre a Disciplina Positiva, que a meu ver, nada mais é do que a relação entre pais e filhos.
A inspiração veio especialmente do último post da Mari- Viciados em Colo. LEIA!
No próximo post iniciarei sobre o assunto!
Até lá !!
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sempalmadas
que dia!!!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Hoje é o dia aniversário de 3 anos do Pedro.. e também, como todos sabem, feriado do Dia do Trabalho.
Na minha empresa resolvemos oferecer aos colaboradores um dia de cinema e quem confirmou estava lá as 9h aguardando ansiosamente para assistir o filme Homem de Ferro 3 em 3D.
É muito bom promover e participar dessas ações, mas hoje como é um dia mais que especial para todos nós aqui em casa, tive que me dividir um pouco.
Comprometi-me de ir até ver que todos estavam dentro da sala com suas pipocas e assistindo ao filme.
Só depois disso em sentiria com a missão cumprida.
Acontece que até isso ocorrer tem toda uma logística de conferir lista nome por nome e dos acompanhantes, além de entregar o vale combo (pipoca+refrigerante).
Então que marcamos um horário e vários chegaram 1h antes, daí eu já comecei a ficar tensa e nervosa, pois não gosto de deixar as pessoas esperando e como eu estava sozinha era muita coisa para administrar.
Fiquei tão nervosa que comecei a tremer!!
Aí, gente fico tão constrangida, pois não consigo esconder meu nervosismo e enfim.. depois fico morta de vergonha da situação.. mas tudo querendo acertar. Faço tudo o que tem que ser feito, mas quando tempo é curto para tomar decisões e ocorre tudo ao mesmo tempo consigo manter o controle até um certo ponto.
Enfim.. precisava desabafar um pouco aqui que é o meu lugar para isso e que me ajuda a relaxar. Agora mais calma fico feliz e orgulhosa de que tudo deu certo. Vou já ligar para saber como foi!!! Olha a ansiosa!! rsrsrsrsrs
Enfim.. bom feriado para todos.. vou curtir Pedro e os preparativos do niver que ao contrário do ano passado faremos uma comemoração realmente muito simples, com o tema da Galinha Pintadinha, contra minha vontade, mas será despedida desse personagem, não aguento mais e Pedro precisa de outras referências!! Já avisei a todos aqui e para professora dele.
Até a próxima!
Na minha empresa resolvemos oferecer aos colaboradores um dia de cinema e quem confirmou estava lá as 9h aguardando ansiosamente para assistir o filme Homem de Ferro 3 em 3D.
É muito bom promover e participar dessas ações, mas hoje como é um dia mais que especial para todos nós aqui em casa, tive que me dividir um pouco.
Comprometi-me de ir até ver que todos estavam dentro da sala com suas pipocas e assistindo ao filme.
Só depois disso em sentiria com a missão cumprida.
Acontece que até isso ocorrer tem toda uma logística de conferir lista nome por nome e dos acompanhantes, além de entregar o vale combo (pipoca+refrigerante).
Então que marcamos um horário e vários chegaram 1h antes, daí eu já comecei a ficar tensa e nervosa, pois não gosto de deixar as pessoas esperando e como eu estava sozinha era muita coisa para administrar.
Fiquei tão nervosa que comecei a tremer!!
Aí, gente fico tão constrangida, pois não consigo esconder meu nervosismo e enfim.. depois fico morta de vergonha da situação.. mas tudo querendo acertar. Faço tudo o que tem que ser feito, mas quando tempo é curto para tomar decisões e ocorre tudo ao mesmo tempo consigo manter o controle até um certo ponto.
Enfim.. precisava desabafar um pouco aqui que é o meu lugar para isso e que me ajuda a relaxar. Agora mais calma fico feliz e orgulhosa de que tudo deu certo. Vou já ligar para saber como foi!!! Olha a ansiosa!! rsrsrsrsrs
Enfim.. bom feriado para todos.. vou curtir Pedro e os preparativos do niver que ao contrário do ano passado faremos uma comemoração realmente muito simples, com o tema da Galinha Pintadinha, contra minha vontade, mas será despedida desse personagem, não aguento mais e Pedro precisa de outras referências!! Já avisei a todos aqui e para professora dele.
Até a próxima!
Como administrar o tempo?
domingo, 28 de abril de 2013
Queria um teclado maior no tablet para escrever aqui sem ter que voltar tanto para corrigir os erros de digitação. Bom, o fato é que faz tempo quero postar e não conseguia. Tantas coisas pensei em postar nessas ultimas horas. Coisa de quem quer que todo mundo saiba o que você tá pensando para ouvir a opinião, de preferência a aceitação, do que você postou. Sim, esta sou eu, uma pessoa dependente da aprovação dos outros e que tem se visto cada vez mais sem essa possibilidade e na angústia precisa encontrar uma solção que no momento parece solitária e cruel, mas necessária para seu amadurecimento como pessoa.
Com isso penso que preciso tomar decisões importantes em minha vida, prioridades, renúncias.
Não consigo mais dá conta de vária-muitas coisas ao mesmo tempo. Desde que me tornei mãe meus tempos psicológico e emocional mudaram muito. Minha memória.Minha energia física. Meu humor. Minha determinação.
Isso tem gerado um estresse tremendo. Dores no corpo, de cabeça, nervosismo, irritação, desânimo, vontade de chorar.Muito ruim tudo isso. Preciso olhar mais para minha vida. Focar em um objetivo e dedicar minhas energias nisso. Se não dá mais tempo de algumas coisas ocorrerem ou eu dar conta então sinal de mudanças de planos.
Os dias estão cada vez mais corridos, tanta coisa para fazer. E não consigo dar conta e isso gera uma frustração que não tou conseguindo administrar.
De tudo na vida que eu faço hoje preciso estabelecer as prioridades, ver o que é diário, semanal, mensal, esporádico, contínuo e lidar com os imprevistos que surgem.
Bom e é isso.
Agora dé organizar uma planilha com tudo isso e tentar administrar da melhor forma, inclusive pensando nas minhas emoçoes, limitações e possibilidades,
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Saindo de cima do muro
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Todo mundo sabe que quando criei o blog foi para falar sobre
meu dilema maternidade x carreira e também desabafar, refletir e falar do
desenvolvimento do meu filho.
Comecei como todas começam, timidamente e aos poucos fui desenrolando, conhecendo e seguindo outros blogs, interagindo, novo layout e redes sociais, enfim, fiz o que eu achava bacana fazer.
Até que o tempo foi passando e percebi que precisava parar para pensar no que realmente eu queria, para que? Por que? Para quem? Qual era o meu lugar e o do blog? E qual a nossa razão de ser? Resposta: Descobrir e informar.
Muitas mudanças na vida real e exigiram de mim realmente ficar na realidade e cuidar dela para cuidar de mim e aos que estavam ao meu redor.
Então que diante dessas mudanças, tenho me posicionado mais e mais. Convicções sendo fortalecidas e me sinto saindo de cima do muro diante de algumas questões tão importantes e de impacto no mundo.
Existem assuntos que mechem comigo de um jeito mais forte:
Deus,
consumo consciente,
relação pais e filhos,
valorização da vida,
educação infantil,
autoestima,
gentileza e respeito,
arte em geral,
estímulo a leitura,
alimentação saudável,
Comecei como todas começam, timidamente e aos poucos fui desenrolando, conhecendo e seguindo outros blogs, interagindo, novo layout e redes sociais, enfim, fiz o que eu achava bacana fazer.
Até que o tempo foi passando e percebi que precisava parar para pensar no que realmente eu queria, para que? Por que? Para quem? Qual era o meu lugar e o do blog? E qual a nossa razão de ser? Resposta: Descobrir e informar.
Muitas mudanças na vida real e exigiram de mim realmente ficar na realidade e cuidar dela para cuidar de mim e aos que estavam ao meu redor.
E o blog ficou quase 2 meses parado, sem atualização, mas
minha vontade de fazer algo de melhor pelas pessoas não parou.
Penso que podemos ajudar aos outros de várias formas e uma delas na
atualidade, são as redes sociais.Então que diante dessas mudanças, tenho me posicionado mais e mais. Convicções sendo fortalecidas e me sinto saindo de cima do muro diante de algumas questões tão importantes e de impacto no mundo.
Existem assuntos que mechem comigo de um jeito mais forte:
Deus,
consumo consciente,
relação pais e filhos,
valorização da vida,
educação infantil,
autoestima,
gentileza e respeito,
arte em geral,
estímulo a leitura,
alimentação saudável,
Cada um deles se desdobram em vários aspectos como temos visto nos variados grupos de discussões nas redes sociais e em movimentos que já existem a muito tempo, mas que eu acompanhava bem de longe.
Resolvi sair de cima do muro em alguns e me posicionar mais em relação a outros e, na medida do possível, utilizar o Descobertas como um canal para esclarecimento e troca de idéias tanto para mim como para outras pessoas.
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2 anos e 2 meses de mãe
sábado, 30 de junho de 2012
Oi.... tudo bem com vocês?
Amanhã é dia 1º do mês de julho.. mês do meu niver, diga-se de passagem... mas amanhã Pedro fará 2 anos e 2 meses.. e eu farei 2 anos e 2 meses de mãe...
e hoje resolvi falar rapidamente e objetivamente e em poucas palavras que eu mereço parabéns também a cada comemoração de niver do Pedro...
sabem o porquê?
Vou explicar: depois desses 2 anos e 2 meses percebi hoje que sou uma mãe que amadurece junto com o filho.
Pedro nestes 2 últimos meses está no 3º episódio de gripe, que na realidade começa com uma simples/inocente e dissimulada corisa, que depois evolui para uma secreção mais carregada e tosses (que resolvi simplesmente dando aerosol com soro).. depois aparece a tão temida e já falada por mim aqui... a FEBREEE....
Pois bem.. Há uns meses atrás que não me lembro quanto, Pedro teve uma conjuntivite quando estava grupado.
E não é que pegou de novo... E teve febre hoje... E a mamãe aqui nem tremeu nas bases...Desde de manhã que percebemos o corpo dele mais quente, mas o termômetro não acusava febre.. Só quando deu 38 quase de noite que resolvi dá dipirona, na maior tranquilidade, como quem dá água para quem está com sede.
Então pensei: Opa!!! Eu estou melhor! Eu amadurecei um cadim!!!! Não é só o filho que cresce a mãe também!!!
Resultado: está tudo sob controle, a febre passou e a conjuntivite leva um tempo para sarar né...
Detalhe: nem liguei para a pediatra dele para perguntar o que fazer.
Mereço ou não um parabéns!!!
Parabéns mamãe você cresceu!!!
Beijos
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os outros assuntos...as polêmicas... e as descobertas...
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Para mim é indiscutível o quanto cresci e amadureci com essas mães blogueiras pelo Brasil afora, que me fazem ri, chorar, refletir, pensar e, é claro, descobrir mais e mais sobre a maternidade e tudo o que cerca esse assunto.
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar umequilíbrio. Senti que foi a oportunidade de dizer tudo o que estava entalado na garganta e muitas não tinham coragem de dizer. E isso é bom. Isso é ótimo, masss...
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar um
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
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Sobre Choro e o NÃO
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Há vários tipos e formas...
Os verdadeiros e os encenados
Os sentidos e os raivosos
Os estridentes e os calados
Mas sempre são acompanhados de lágrimas
Uma vez li em um desses livros sobre o sono dos bebês, que tudo dependia de como a gente lidava com choro...
Sou do tipo que se vejo uma cena emocionante e a pessoa chora, pode olhar para mim que os olhos estão cheios de lágrimas...
Apesar disso tenho vergonha de chorar na frente dos outros...
Desde que me tornei mãe não sei lidar muito bem com o choro de criança, sempre acho que estão fazendo algo de ruim com ela, mas logo tento lembrar que aqui em casa também tem choro, dos vários tipos, e que NUNCA estamos fazendo algo de ruim, pelo menos não usamos de violência física, nem beliscões, nem nada parecido. As vezes grito, coloco sentado no sofá, quando já tentei conversar e entender e a paciência já voou para o espaço há muito tempo.
Mesmo assim não sei lidar muitas vezes com esses choros aqui de casa.
Já ignorei. Já gritei.Já abracei.
Aprendi que esse foi a melhor alternativa até o momento. Foi o que calou o choro.
Mas, e os limites?
E entender que NÃO pode isso, NÃO pode aquilo?
Ou que a mamãe ou papai precisa almoçar, trocar de roupa, voltar ao trabalho, dormir, usar computador, assistir TV, e etc?
E entender que o mundo NÃO gira ao seu redor? Apesar desse pequenino ser praticamente o nosso mundo?
Os verdadeiros e os encenados
Os sentidos e os raivosos
Os estridentes e os calados
Mas sempre são acompanhados de lágrimas
Uma vez li em um desses livros sobre o sono dos bebês, que tudo dependia de como a gente lidava com choro...
Sou do tipo que se vejo uma cena emocionante e a pessoa chora, pode olhar para mim que os olhos estão cheios de lágrimas...
Apesar disso tenho vergonha de chorar na frente dos outros...
Desde que me tornei mãe não sei lidar muito bem com o choro de criança, sempre acho que estão fazendo algo de ruim com ela, mas logo tento lembrar que aqui em casa também tem choro, dos vários tipos, e que NUNCA estamos fazendo algo de ruim, pelo menos não usamos de violência física, nem beliscões, nem nada parecido. As vezes grito, coloco sentado no sofá, quando já tentei conversar e entender e a paciência já voou para o espaço há muito tempo.
Mesmo assim não sei lidar muitas vezes com esses choros aqui de casa.
Já ignorei. Já gritei.Já abracei.
Aprendi que esse foi a melhor alternativa até o momento. Foi o que calou o choro.
Mas, e os limites?
E entender que NÃO pode isso, NÃO pode aquilo?
Ou que a mamãe ou papai precisa almoçar, trocar de roupa, voltar ao trabalho, dormir, usar computador, assistir TV, e etc?
E entender que o mundo NÃO gira ao seu redor? Apesar desse pequenino ser praticamente o nosso mundo?
em que mundo eu vivo?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Há tempos penso sobre esse assunto, mas são tantas as idéias que surgem de uma vez só que não conseguia organizar para fazer um post..
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
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Sou contra zumbis
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Olha, eu vejo que tem várias questões envolvidas e que vc conhece muito bem: o nosso modelo econômico por exemplo, que estimula o lucro e o homem com sua ganância, orgulho, vaidade e pequenez ainda não sabe fazer isso sem explorar/acabar os recursos naturais, humanos que possui.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
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A borboleta
sábado, 24 de março de 2012
Eu adoro meu blog.
Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.
Não me cobra nada e sempre está ali.
Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.
Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.
Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.
Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.
Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)
E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso, tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.
Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.
Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.
Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.
Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.
Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.
Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.
Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.
Não me cobra nada e sempre está ali.
Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.
Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.
Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.
Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.
Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)
E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso, tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.
Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.
Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.
Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.
Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.
Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.
Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.
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e qual é a minha opinião?
quinta-feira, 15 de março de 2012
depois que a gente amadurece, descobre que nem tudo o que a gente, as pessoas falam ou fazer, nem tudo o que a gente ler e ver nas revistas, na tv, no cinema e agora, na internet é a verdade absoluta.
e depois descobre que não existe verdade absoluta em nada, mas sim as verdades que cada um constrói dentro de si, as convicções e crenças, formadas por um conjunto de fatores e circunstâncias desde as familiares, como as sociais, as educacionais, culturais, etc.
até uma certa idade, se a criança ou um adolescente em desenvolvimento da personalidade, não tiverem um adulto que os oriente sobre os conteúdos chegam até eles, sejam de que fonte forem, o tal do conteúdo será assimilado como visto/apreendido pelo receptor, no caso em questão, a criança ou o adolescente.
hoje posso afirmar várias coisas por mim mesma, mas não foi sempre assim, e ainda tem coisa que não é.
por isso, penso que precisamos saber usar os meios de comunicação, escritos ou televisivos, que dispomos e ensinar isso para nossos filhos.
que o conteúdo venha não para moldá-los, mas para informá-los e com essa informação eles formem a opinião deles sobre determinado assunto.
que cresçam sabendo fazer isso: "não serem meros receptores e reprodutores"
ter consciência existe para isso. para pensar, analisar, duvidar, entender, refletir.
essa é a minha opinião, e o que quero aprender a fazer no meu dia a dia para ensinar ao meu filho.
Formando opinião!
quarta-feira, 14 de março de 2012
"Adoro quando leio propostas que nos levam à busca do respeito a nossa individualidade e à dos outros, pois isso parece algo tão difícil, num mundo onde se massifica as coisas, onde os rótulos já nascem com a gente.
onde a gente não tem tempo para pensar em QUEM SOMOS, antes de pensar no QUE TEMOS e tudo se confunde em algo só.
ao mesmo tempo precisamos desse grupo, dessa identificação com outro para nos individualizarmos e para sermos sociais como todo ser humano precisa ser.
e a grande descoberta de tudo é perceber que você é único e por isso especial e por isso cada um poderia ajudar mais aos outros.
enfim... estamos aqui para aprender isso não é?
parabéns pelo texto!"
Isso foi o que escrevi no último post do Minha Mãe que Disse e queria compartilhar aqui, pois diante de algumas discussões sobre formação de opinião, influência da publicidade e propaganda na educação das crianças e no consumismo venho refletindo mais ainda sobre o SER e o TER.
Formar opinião é coisa séria, mas ter a sua é mais sério ainda! (nossa de onde veio essa frase? o.O)
onde a gente não tem tempo para pensar em QUEM SOMOS, antes de pensar no QUE TEMOS e tudo se confunde em algo só.
ao mesmo tempo precisamos desse grupo, dessa identificação com outro para nos individualizarmos e para sermos sociais como todo ser humano precisa ser.
e a grande descoberta de tudo é perceber que você é único e por isso especial e por isso cada um poderia ajudar mais aos outros.
enfim... estamos aqui para aprender isso não é?
parabéns pelo texto!"
Isso foi o que escrevi no último post do Minha Mãe que Disse e queria compartilhar aqui, pois diante de algumas discussões sobre formação de opinião, influência da publicidade e propaganda na educação das crianças e no consumismo venho refletindo mais ainda sobre o SER e o TER.
Formar opinião é coisa séria, mas ter a sua é mais sério ainda! (nossa de onde veio essa frase? o.O)
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desabafão
quarta-feira, 7 de março de 2012
Há duas semanas, não estou muito bem. Com oscilação de humor,
irritada, mau- humorada, desmotivada, desanimada. Só que tudo oscila
rapidamente. E para fazer algumas coisas que sei que preciso fazer para o meu
próprio bem, é necessário um esforço maior, como fazer atividade física por
exemplo, uma batalha comigo mesma.
Fora isso, não tenho tido muita inspiração para postar nos
meus blogs como antes.
Sinto-me insegura em muitas situações no meu trabalho, que
em geral considero light e até tranquilo, mas no último mês deu uma acelerada e
aumento de atividades o que faz com o que a pressão também aumente para cumprir
prazos e urgências.
Tudo isso acontecendo + a escola do Pedro + as mesmas
responsabilidade de mãe, esposa, filha, irmã, amiga. Engraçado que enquanto escrevi estas últimas palavras,
senti um alívio repentino no meu coração, como se o fato de eu afirma e
confirmar que ser: mãe+esposa+filha+irmã+amiga e tudo o mais que couber nessa
vida me dessem a carta de alforria do império da cobrança do perfeccionismo que
parece querer me perseguir. Em um post falei que não quero ser perfeccionista,
mas sim responsável, como minha ídola Ivete Sangalo tão inteligentemente falou
em uma entrevista. Acontece que para agravar a situação estas duas semanas
coincidem com as semanas pré-menstruação, ou seja, A T-P-M volta a atacar.
Posso dizer que me sinto numa panela de pressão ou num
turbilhão de coisas a fazer no concreto e no abstrato.
Sim, pois uma parte de tudo que gera insegurança e ansiedade
em mim pode até existir concretamente, mas a maior parte está no abstrato. Na minha
imaginação! O fato de colocar as coisas
dessa forma, não significa que se lidar com isso. Pelo contrário. Eu não sei
lidar ainda e não sei se saberei um dia e por isso estou escrevendo.
Estava me controlando para não me expor dessa forma aqui,
mas eu precisava escrever, desabafar.
Minha ex-terapeuta uma vez perguntou por que a necessidade
de verbalizar assim.
Às vezes acho que gosto de falar para aliviar a tensão.
Às vezes para receber algum conselho.
Às vezes para saber a opinião das pessoas a meu respeito.
Às vezes para receber a aprovação das pessoas.
Às vezes para me justificar perante os outro.
Estou com vergonha de escrever isso no blog, mas queria
muito escrever, estava me sufocando. Por isso vim para o word e se no final
achar que devo publicar , o farei. Só não sei se divulgarei no facebook, como
tenho feito normalmente.
Tenho vergonha!
Apesar de estar escrevendo, tenho vergonha do que vão pensar
de mim.
Apesar de confirmar que sou insegura e ansiosa, não gosto da
idéia das outras pessoas acharem o mesmo, ainda mais confirmado por mim.
Não sei lidar com imprevistos.
Preciso ser mais flexível e sinto muita necessidade de ter
mais bom humor! Ser mais leve! Mais alegre independente de qualquer situação!
Alegria do coração! De dentro para fora!
Não gosto de erra, ninguém gosta, mas eu fico de cara feia e
mau-humorada.
Tenho necessidade da aprovação e aceitação dos outros, essa é
a pior parte.
E tudo se emaranha de um jeito que eu não sei onde é começo
e fim.
Nunca fui muito estudiosa das abordagens psicológicas,
acredito que o que eu sei, é o que quase todo mundo sabe, mas digamos que a hipótese
dos estudos psicanalíticos estejam corretos, eles afirmam que nossas angústias
atuais surgiram na infância, na relação com nossos pais e enfatizam a relação
com nossas mães.
Cada vez mais concordo com essa hipótese, mas agora não
tenho como escrever sobre isso e na realidade nem sei se eu quero escrever,
pois mexe com muita coisa que estava quietinha.
Tenho estado bem reflexiva ultimamente e algumas fichas vão
caindo.
A maternidade também tem me oferecido um retorno a minha infância.
Eu só queria no fundo uma solução para tudo isso.
Queria que
essas angústias sumissem.
Queria viver em paz comigo mesma e com os outros.
Queria valorizar tudo o que tenho e não reclamar de nadica
de nada.
Viver sem as neuras que me assombram.
Ser normal.
Isso é possível?
Isso existe?
E agora, posto ou não posto esse texto no blog?
Ah! Vou postar e quem quiser ler e me ajudar com suas
palavras, ajuda tá!
Eu sei, que só eu mesma que, com o mesmo esforço que preciso
para malhar o corpo, malharei meu coração e minha mente.
fomos a uma peça musical!
sexta-feira, 2 de março de 2012
Gostei da peça e me emocionei, pois sempre adorei o Rei Leão, vou até comprar o DVD, para Pedro assistir!
Sei que é importante desde cedo acostumá-los com essas experiências, por isso fiz questão de levá-lo, mesmo assim, devido o grande movimento que um evento como este consegue fazer com pais e crianças, me fiz vários questionamentos:
- será mesmo que é o ambiente adequado para eles? (tem sentido ficar pedindo silêncio para criança na faixa de 0 a 2 anos ou até mais? e achar que mesmo que se consiga esse silêncio que ele vai durar 1h inteira?)
- muitas crianças choram e ficam com medo, Pedro fica com medo, sinto ele tremendo, apesar de em alguns momentos prestar atenção e aplaudir, mas passou a peça pedindo para sair, no Circo foi do mesmo jeito! (o som é muito alto e os efeitos de luz é bem diferente do que eles estão acostumados)
Bom, são reflexões e dúvidas mesmo que queria compartilhar com vocês! Confesso que depois de uma semana bem movimentada no trabalho e ainda levá-lo para ao Teatro que fica a uma distância que me permitiu ouvir o cd Adele 21 todo na volta e chegar quase 22h, de uma sessão que iniciou às 18:30, foi bem casantivo!
Mas valeu a pena!
Valeu tanto que vim aqui para contar!
Beijocas e bom fim de semana!
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