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os outros assuntos...as polêmicas... e as descobertas...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Para mim é indiscutível o quanto cresci e amadureci com essas mães blogueiras pelo Brasil afora, que me fazem ri, chorar, refletir, pensar e, é claro, descobrir mais e mais sobre a maternidade e tudo o que cerca esse assunto.

Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...

Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.

Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda,  dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.

Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar um equilíbrio. Senti que foi a oportunidade de dizer tudo o que estava entalado na garganta e muitas não tinham coragem de dizer. E isso é bom. Isso é ótimo, masss...

Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...

Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?

E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.

Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.

E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?

Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.

Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:

- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí? 


- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.


- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.


- culpa? a gente  sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.

Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.

Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.

É ou não?

um dos meus maiores medos de mãe e outros assuntos

hoje resolvi ler os blogs maternos como fazia, aliás, como nunca fiz desde que me tornei mãe blogueira.

degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.

já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...

para completar Pedro começou a ter febre hoje.

hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.

***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.

a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...

e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.

a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.

***

queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.

boa noite.

2 anos de muito aprendizado - finalmente

sexta-feira, 4 de maio de 2012

No post anterior eu terminei falando que tinha vários desdobramentos sobre: criatividade, apoio da família, planejamento e o resultado da pergunta: vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?


Então vamos lá!


Criatividade
Decidir fazer uma festa com suas próprias mãos, significa que você usará muito mais do que as mãos!
Normalmente quando temos poucos recursos somos motivados a encontrar alternativas criativas! Então que sempre subestimei a minha criatividade, mas depois da maternidade venho buscando desenvolvê-la, pois vários blogs me inspiraram a isso: Coisa de Mãe, Mãe do Bento, Super Duper, Mãe de Duas, MMM  e minha irmã Adriana, todas de alguma forma me inspiraram com suas idéias e reflexões sobre festa de aniversário, tanto em relação ao tipo de festa quando a parte artística da coisa pode se dizer assim.

Assim fiquei satisfeita de ver o potencial que há em mim, basta estimular.

Abre parênteses

Ainda sobre criatividade, considero-a muito importante, inclusive para a relação da mãe com o filho, pois no meu caso por exemplo, as vezes me vejo sem criatividade, me pego sem saber o qeu fazer, o que inventar, mas na realidade tem a ver com essa falta de estímulo. Perceber isso dói um pouco e frustra, mas não há tempo para isso, o tempo é de buscar as alternativas e aproveitar o tempo da melhor e mais gostosa forma possível.

Fecha parênteses

Apoio da família

Minha família é o must! Sem ela não teria o mesmo sentido fazer tudo o que fiz! E teria conseguido, pois foi com ajuda dela que tudo deu certo. E a confirmação disso foi a onda de felicidade que nos invadiu e nos contagia até hoje com o resultado da festa.
Minha mãe ficou muito orgulhosa, senti que ajudou a sua auto-estima, pois se sentiu útil fazendo as tortas de frango e ainda mais recebendo os elogios de todos, até encomenda quiseram fazer!!! 
(Há alguns anos atrás minha fazia doces, salgados, tortas por encomenda, mas parou por falta de incentivo do meu pai!)

Planejamento

É fundamental! Fiz todo o tipo de check list necessário para uma festa: convidados, comes e bebes, descartável, material para lembrancinhas e decoração, até agenda com horários de preparação das comidas eu fiz, mas esqueci de alguns detalhes e a falta de experiência com festa fez com que  meu marido fosse 3 x no mesmo dia ao supermercado, mesmo depois de eu ter feito um grande supermercado. 

E outra, no começo imaginei que o valor a ser gasto seria uma média de X reais , stop!(isso é um grande erro! nunca imagine com dinheiro, sempre tenha certeza, pois se não correrá sérios riscos de gastar mais do que sua imaginação imaginou!!)

Por isso, algo que aprendi é: muito controle e planejamento se pretende fazer uma festa por sua conta, se quiser realmente economizar!

Além da questão financeira têm outros detalhes que podem passar se você não planejar todos os detalhes com calma: as fotos por exemplo. Estou super triste por que eu adoro fotos e acabei deixando de lado isso em muito momentos da festa, tirei só uma com Pedro e meu marido, com meus pais, não tirei com vários amigos, enfim, não gosto nem de falar que me faz mal.

Então, a idéia é: saiba bem o que quer do início até o fim da festa e tente manter o controle de todos os aspectos, para que você possa curtir a festa e o resultado dela .

E aí? Vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?

Minha resposta é: SIM.

Vale a pena sim. 
É bastante cansativo quando você não tem experiência, mas acredito que daí em diante você consegue não cair nas armadilhas da empolgação e segura a onda mantendo o foco no que realmente é importante para você.
Agora o maior aprendizado que eu tive com tudo isso foi que ser perfeccionista é muito chato, por que a festa  foi ótima, todo mundo por unanimidade elogiou , adorou, sentimos a energia no ar de que tudo estava bem como foi possível ser e a perfeccionista aqui fica procurando o que faltou!!! 

Descobrir isso, foi outro grande aprendizado desde 2 anos... Sai de mim perfeccionismo, sai.

2 anos de muito aprendizado - parte II (agora com fotos!))

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Comes e bebes

Por ter decidido fazer no feriado, a primeira coisa que precisei me certificar era do que funcionaria neste dia.

Daí que o local onde eu encomendaria por ser gostoso e em conta, não iria funcionar no feriado e por isso tive que reprogramar tudo na minha cabecinha.

Então, conversando com a família, decidimos colocar a mão na massa e fazer tudo que estivesse ao nosso alcance.

A única coisa que consegui encomendar e num lugar que eu tinha referência que era muuuuito gostoso foi o Bolo com o tema, pois isso era fundamental, foi bem salgado, mas valeu a pena total.

O bolo estava simplesmente uma delícia, cada pedaço valeu cada centavo!


Comprei também uns gelinhos que parecem dindins, os sucos e refrigerantes.

Então o que teve de comes e bebes e nós (eu, minha mãe, minha irmã, minha sogra e meu marido e meu cunhado) fizemos foi:

Salgados (canudinhos, pastéis)
Torta de frango
Mini hot dogs
Patê e pão de leite
Brigadeiros bolinhas e de copinho
Cupcakes
Gelatinas
Pipocas
Salada de Frutas
 Que ficaram assim:

mesa de docinhos

salgados, tortas de frango, hot dogs e salada de frutas
gelatinas e pipocas


O que mudou da idéia inicial

- Resolvi fazer um peso de porta como lembrancinhas, usando o que tínhamos em casa: latas de leite do Pedro!
Comprei EVA depois de várias pesquisas na internet, fizemos algo que ficou bacana.

Eu e meu marido começamos a fazer uns 20 dias antes da festa, foram algumas noites e madrugadas preparando e aperfeiçoando para ficar assim como está na foto!

- Eu não queria dar nada para crianças com muito doce e chocolate, acabei cedendo um pouco, mas beeeem pouco e comprei saquinhos do tema, coloquei mais brinquedinhos e uns 4 doces, só! E pronto!

lembrancinhas peso de porta, os saquinhos com os brinquedos e bombons estavam na mesma mesa, mas daqui não dá para ver direito.


- Comprei pedaços de TNT nas cores do tema: laranja, vermelho, verde, amarelo e marrom, para colocar nas mesas dos convidados e balões nas mesmas cores para enfeitar o ambiente.

- Como minha cunhada faz decoração de festa, tem mesas com os temas, quando a convidei, imediatamente ela disse que levaria a mesa do cocoricó para a festa, o que não pude recusar, mas disse-lhe que bastavam os personagens.
Ela, caprichosa, levou mais do que isso, mas não muito, eu já sabia o que queria, como e aonde então defini os espaços na hora da decoração e ela fez o resto.
                                           
- Decidimos alugar cama elástica e piscina de bolinhas.

- Tive a idéia de levar a barraquinha do cocoricó, a mesa e cadeiras do Pedro e alguns brinquedos, papel e lápis de cor para ter um espaço especial para as crianças de divertirem.






E o aprendizado?

Cenas dos próximos posts...
Vários desdobramentos tenho para fazer sobre: criatividade, apoio da família, planejamento e o resultado da pergunta: vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?

Não quero cansar vocês, preciso curtir meus amores e descansar um pouco, pois uma coisa que aprendi na certa, fazer a festa é bem emocionante e mais barato, mas dá um trabalhão!!! Ainda estou me recuperando!!!!

Depois voltar para continuar.

2 anos de muito aprendizado – parte I

quarta-feira, 2 de maio de 2012


Ontem, dia 1º de maio, Dia do Trabalho,  Pedro completou seus 2 aninhos e a mamãe aqui, que estava resolvida a fazer algo simples, em casa mesmo e com as próprias mãos, tem muito o que contar.

Nossa! Desde a véspera da festa queria escrever no blog, mas não tinha condições. Ou eram palavras escritas, ou brigadeiros feitos... preferi os brigadeiros...

Já pensei e repensei em várias maneiras de contar como foi tudo: em detalhes, resumido, objetivo, curto, longo, em partes de I ao infinito (hahaha), com ou sem fotos, de forma cômica ou romântica... então vou escrever o que vem a minha cabeça agora e depois organizo por que é muita coisa para contar minha gente.

E ainda tem uma carta que quero escrever para meu filho. Já li cartas das mamães ao seus filhos em vários blogs, mas nunca tive vontade fazer uma e, na realidade, nem tenho muita paciência para ler muito as das mamães. Não seria uma poesia ou mensagem, seria uma carta mesmo, do tipo que conta mais ou menos o que estava rolando nesse ano em que ele completava 2 anos, para daqui há alguns se ele quiser saber, ter onde se informar, pois normalmente não lembramos do que nos ocorreu quando tínhamos 2 anos, ou tem alguém aí que se lembre?

Bom, mas a carta virá depois em outro post só para ela.

Agora deixem eu colocar tudo aqui e depois vou arrumar para não confundir vocês, nem cansar a leitura.

A data

Decidir fazer no dia, ou não, era necessário, pois a escolha mudaria o rumo de tudo a começar pela presença dos convidados e dos serviços disponíveis para este dia.

Então que decidi fazer no dia mesmo, valorizando para ele, enquanto eu puder, a sua real data. (Sinto que todo ano terei que escolher sobre isso, até o dia em que ele mesmo puder escolher.)

A comemoração

Depois da festa do 1º ano e de conhecer mais e mais a mommysfera pensei e repensei bastante sobre que tipo de festa eu faria nos 2 anos. (Na festa de 1 ano não contei pipoca e contratei buffet e tudo, para mim tinha que ser tudo prático e objetivo não queria ter trabalho com nada, nem me preocupar, além do que nunca apostei muito na minha criatividade e habilidade manual, mas isto foi um dos grandes aprendizados desde 2 anos.)

Até que foi chegando mais perto e mais perto, quando começou 2012 e eu que já era outra mãe depois da mommysfera dentre outras coisas, decidida a ter como uma das metas manter o controle financeiro e diminuir o consumismo, valorizar mais o SER do que TER resolvi que faríamos uma festa simples e básica e dentro das nossas REAIS possibilidades.

Não teria mesa de decoração, nem nada personalizado, nem grandes enfeites, nem lembrancinhas personalizadas.

Seria só o bolo, salada de frutas, gelatina, pipoca, picolé, suco, refrigerante, alguns salgados e os balões da cor do tema escolhido e algum desenho na parede ou algum boneco na mesa, faria também docinhos e cupcakes para colorir e decorar.

Pesquisaria nos blogs maternos e de festa infantil para encontrar várias dicas e modelos bacanérrimos de como preparar uma festa com pouco dinheiro.

Seria uma festa para as pessoas mais próximas e que nos acompanham mais de perto, independentemente do nascimento do Pedro.

O tema
                                                                                 
Pedro sempre demonstrou gosto pelas cócós.. não necessariamente por alguma personagem específica, mas decidi fazer o tema do Cocoricó, por eu mesma gostar dele e por saber que agradaria a ele também.

O local

Salão de festa do nosso prédio, incluso mesas e cadeiras para 48 pessoas e o freezer. (0800)

O convite

Primeiro pensei em comprar aqueles convites simples e básicos que vendem nas lojas de festas e no maior estilo tradicional deixá-los na casa de cada família, mas o tempo não me permitiu essa proeza.
Fiz o convite no computador e enviei por email e liguei para todos os convidados o que me trouxe uma sensação gostosa de maior aproximação do mundo real, de ouvir a voz e de compartilhar da alegria das pessoas.
Adorei!!!!

P.s: então que decidi, depois de ler o texto original no word, dividir em partes, para não cansar vocês!!! ;-)

em que mundo eu vivo?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Há tempos penso sobre esse assunto, mas são tantas as idéias que surgem de uma vez só que não conseguia organizar para fazer um post..

E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!

No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.

Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.

Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.

Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.

Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.

Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).

Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?

E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?

Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"

Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.

Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?

Confesso que é um desafio diário para mim!  E para vocês como é?



Arte em família

segunda-feira, 26 de março de 2012

Quando Pedro fez 6 meses comprei alguns DVD´s que vi em dicas na mommysfera, um deles foi este:

Ele vem com CD+DVD + dedoche feito de feltro de uma das personagens principais, a abelha Jú, que meu filho carinhosamente chama de: "lhô lhô lhu"!!! 

É a graça de toda a família falando, faz biquinho e tudo quando fala, mas já está aprendendo a falar: "belha" (acho que aprendeu na escola!)

Bom, certo dia também vim um blog que vende dedoches de super-heróis, personagens diversos , animais e achei lindo! Fiquei com aquela idéia de comprar o feltro para fazer, mas não passou disso.

Nesse mês minha sogra passou 3 dias aqui em casa.(ela mora no interior)

Minha sogra é costureira. Ela viu os dedoches (Pedro tem o do rato do Palavra Cantada) e eu comentei sobre minha idéia.

Ela disse que tinha um monte de feltro em casa.

Meu marido, de férias, foi deixar a mãe em casa e aproveitou para ficar uns dias por lá! E sabem os que eles aprontaram?

Os personagens que ele adooooraaa...Pé-pés e Lhôlhôlhu feito pela tia e pela avó.

Um fantoche de sapo feito pelo pai.


Uma cócó feita pelo pai.

Um dado feito pela tia.
No próximo post falarei mais sobre arte em família, mas um outro tipo de arte a do teatro.

Beijocas.

A borboleta

sábado, 24 de março de 2012

Eu adoro meu blog.

Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.

Não me cobra nada e sempre está ali.

Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.

Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.

Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.

Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.

Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)

E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso,  tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.

Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.

Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.

Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.

Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.

Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.

Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.

Formando opinião!

quarta-feira, 14 de março de 2012

"Adoro quando leio propostas que nos levam à busca do respeito a nossa individualidade e à dos outros, pois isso parece algo tão difícil, num mundo onde se massifica as coisas, onde os rótulos já nascem com a gente.

onde a gente não tem tempo para pensar em QUEM SOMOS, antes de pensar no QUE TEMOS e tudo se confunde em algo só.

ao mesmo tempo precisamos desse grupo, dessa identificação  com outro para nos individualizarmos e para sermos sociais como todo ser humano precisa ser.

e a grande descoberta de tudo é perceber que você é único e por isso especial e por isso cada um poderia ajudar mais aos outros.

enfim... estamos aqui para aprender  isso não é?

parabéns pelo texto!"

Isso foi o que escrevi no último post do Minha Mãe que Disse e queria compartilhar aqui, pois diante de algumas discussões sobre formação de opinião, influência da publicidade e propaganda na educação das crianças e no consumismo venho refletindo mais ainda sobre o SER e o TER.

Formar opinião é coisa séria,  mas ter a sua é mais sério ainda! (nossa de onde veio essa frase? o.O)


meu tempo

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Faz um tempo que não venho postando com frequência no blog e isso causa uma certa estranheza, embora existam motivos conscientes dessa distância, existem os inconscientes, os inesperados e os indesejáveis e essa estranheza que me toma, acredito que seja motivada por esses últimos.

O principal fator é o tempo. Talvez o mais comum para todas as pessoas, não digo mais nem mães, pois vejo que o tempo tem sido uma jóia rara para muitas pessoas, embora eu acredite cada vez mais na frase :"tempo é uma questão de prioridade!" Tanto que o outro fator que motivou meu distanciamento do blog é este: prioridade.

Este ano, como a maioria das pessoas fazem, estabeleci metas e estou buscando focar nisso. Quando resolvo ter foco em um ou mais objetivos como é o caso desse semestre por exemplo, preciso me concentrar neles até concluir, relaxando em alguns momentos para outras coisas.
Minhas metas deste 1º semestre são simples e comuns: perder peso e entrar e permanecer no azul financeiramente.

Isso dá um trabalho!

Exige esforço, persistência, força de vontade, foco, concentração!
Mudanças de hábitos de anos, muitas de vocês sabem do que estou falando.
Dia a dia, estou buscando superar meus limites, não só físicos, mais emocionais e aprendendo a desapegar um pouco do que estava tão colado em  mim, inclusive o Descobertas e os blogs maternos.
Eu estava, mentira ainda estou , de uma jeito que fico pensando o que cada mãe escreveu.
Penso assim: "O que é que deve tá rolando nos blogs , no face, no twitter , e eu perdendo!?"
Eu achava que não saberia viver sem isso, assim com eu achava que não saberia viver sem poder gastar quando eu quisesse, usar o cartão de crédito sem pensar nas conseqüências , assim como eu achava que não correria nem conseguiria perder 8kg e voltar a ter 60kg., controlando a alimentação, evitando os exageros.

Mas eu não abandonei meu blog, nunca, jamais, nem os das mamães que eu amo, que me ensinaram e ensinam tantas novidades, a pensar, refletir, a descobrir coisas novas, formas novas de pensar e de ver, a desenvolver meu senso crítico de mãe, de pessoa, de cidadã.

Daqui há alguns meses volto com o mesmo movimento de antes, aos poucos vou atualizando o que puder, no tempo que der. pedro está na escola de novo e tanta coisa para contar. O desenvolvimento dele. O novo teste dos DVD´s que pretendo colocar em fotos aqui na próxima semana, enfim, vou fazendo as coisas no meu tempo e no tempo que der.
Torçam por mim!!!

Como descobri o Descobertas - Blogagem Coletiva

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Meu 1º blog da vida nasceu em 1995, eu com 20 e poucos anos e recém-formada, nem imaginava o que era vida de mãe. Passei um tempo e depois parei.

Anos depois, tipo uns 10 anos, engravido e acompanho o blog de uma amiga, mas não me empolgo a voltar a blogar,. Até que de tanto ler e sentir a alegria dela com a gravidez resolvi ensaiar uns relatos, ainda muito esporádicos.

Meu filho nasce, esse foi meu 1º parto mais emocionante claro! Quase 1 ano depois quando maternidade x carreira se tornaram um dilema para mim, resolvi pesquisar no Sr. Google o que tinha sobre o assunto.

Surgiram os primeiros blogs maternos da minha vida: viciados em colo e mãe do bento , depois veio o coisa de mãe da Ivana, minhas primeiras leituras de blogs maternos  e minhas primeiras seguidoras.

Daí em diante começou aquele processo que todas vocês mães blogueiras sabem bem como funciona. Uma vai puxando e levando a outra. Hoje sigo e sou seguida, comento e recebo comentários, participei de vídeos, recebi selinhos e enviei, de blogagens coletivas, envio posts, participo do grupos de mães do facebook e por aí vai. Um verdadeiro parto não é?

Mas o Descobertas para mim, mais do que um blog materno como eu falo no Sobre o blog:

"Escrevo mais sobre a maternidade do que sobre o desenvolvimento do meu filho. É mais de reflexão do que de histórias e registros do dia a dia. Já tive vontade de trocar o título e o endereço, mas não queria perder o histórico dos links e acabei deixando para lá. Já tive vontade de parar por falta de tempo e, as vezes, de inspiração. Mas o blog é um espaço importante para mim. O Descobertas me faz bem, assim como me faz bem compartilhar também, nossas grandes e pequenas... descobertas."



Quase 1 ano depois o Descobertas é um menino grande e lindo, assim como meu filho que já vai fazer 2 anos e vocês fazem parte desta história!!!

O que aprendi

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Depois que passei a blogar de verdade como mãe blogueira, e isso significa escrever e ler,  não obrigatoriamente as duas coisas, mas afirmo que a experiência de troca fica bem mais intensa, minha vida mudou.

Parece um clichê sensacionalista e apelativo, mas não é.

Eu aprendi e aprendo muito com esse espaço.
Vejam quanta coisa nova, nova mesmo!, do tipo eu nunca tinha ouvido falar, em aprendi em 2011.
Através do blogs, eu digo e repito, dos blogs maternos mesmo, não foi em jornal, nem na tv, nem no facebook, 1º vieram os blogs maternos, depois o face, o twitter e cia.

* selinhos
* consumo consciente
* infância/comida orgânica
* fraldas ecológicas
* sorteios

O que não era tão novidade, mas que eu aprendi a: analisar; criticar; pensar; refletir

* parto natural  x outros tipos
* festas infantis
* maternidade x carreira
* formas criativas de brincar
* uso da tv
* propagandas voltadas para público infantil

E para não ser injusta com o Orkut, antes de blogar eu participava bem ativamente do grupo Soluções para Noites sem choro que me ensinou muito mesmo.

Muito amor neste Natal!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Como eu sei que muitas pessoas ficam de recesso a partir de hoje, vou aproveitar para desejar em nome da minha família, eu, Pedro e Derildo que o Natal na casinha de cada um de vocês seja um momento de muita reflexão na busca de um mundo melhor.
Jesus é o exemplo perfeito do amor ao próximo. Seu nascimento é a representação da chegada do amor incondicional em forma humana, até então jamais vista!
Deus é nosso Pai justo, onipotente, bom, imutável, onipresente e nos AMA INCONDICIONALMENTE.
Depois que me tornei mãe sempre falei: "Acho que Deus escolheu as mães para saberem um pouco do que é o Seu amor!"
Só uma mãe de verdade sabe o que é um AMOR INCONDICIONAL.
Que este AMOR esteja presente na casa e na família de todos vocês não só no Natal, mas sempre!!


Eu não ficarei de recesso, nem do trabalho nem daqui, mas essas semanas serão atípica, pois além das festas de fim de ano temos mais dois eventos:


- a chegada da família cearoca (cearense + carioca)


- 12 dias de férias da babá do Pedro (ela entrou de recesso, chique né? ela merece!!!)


Isso significa minha gente que vamos ter movimentações fortes por aqui.
Ontem depois que chegamos de mais uma das festas de aniversário de criança, hoje tem outra, fui dormir pensando na faxina, na roupas lavadas, na louça, nos banheiros, etc, etc, etc...
Minha mana super Mariana virá minha ajudar, ela foi convidada a participar do reality show - Babá por 5 dias - que vale R$ 250,00. E aí o que acharam? hahahahahaha
Bom gente, vou colocar umas imagens do NATAL DE LUZ de Fortaleza.
Grande beijo a todos e Feliz Natal!!! hohoho


P.s : e ainda pretendo fazer a retrospectiva daqui para o próximo ano hein!

olhem os fuxicos ali no fundo, na parede e na manjedoura!




árvore de Natal da Praça do Ferreira, feita de redes!

E para vocês: o novo Descobertas!!!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


É com muita honra e prazer que vos apresento o novo Descobertas!

Nesse tempo de blogueira sempre admirei os blogs personalizados, mas ter um parecia algo bem distante. Como todas sabem blogar como mãe é algo bem fascinante e envolvente e, talvez por isso, tanta coisa nova acontece com a gente.

Mudamos muito depois que começamos a interagir na mommysfera como sempre apelidei carinhosamente esse espaço.

Começa a fazer parte da nossa rotina, quase que religiosamente. Mesmo que nos afastemos por uns dias, semanas ou meses, voltamos a ele.

Construímos novas amizades e laços. Muitas vezes até compromissos!

Driblamos nosso famoso e disputado tempo.

Damos uma escapadinha de vez em quando do marido, filho, para dar um pulinho aqui e escrever a novidade que acabou de ocorrer ou bom desabafo.

O novo Descobertas traz além da personalização, as novidades que eu sempre gostei.
Os espaços de interação nas redes sociais ou email. As cores, os detalhes, o novo modelo de comentário e dos marcadores. As imagens e cores dos links, enfim. A side bar. A logo do blog. As divulgações. Enfim...esse é o novo Descobertas saindo quentinho do forno para vocês!!!

Então deixa eu agradecer a responsável por tudo isso



Parabéns!!!! E se você gostou do Novo Descobertas, então veja os demais trabalhos da May que também ficaram lindoooos!!!

Obrigada , May!


E mais ainda das danadas reflexões...

domingo, 4 de dezembro de 2011

Faça o teste: http://bit.ly/aYmcVu


Pensando sobre  post de ontem, lembrei de outras coisas que considero importante para maternar.

-Estar de bem consigo mesma(o), ter uma boa auto-estima; boa saúde emocional;
-Tentar saber, pelo menos entender um pouco, o motivo de ter se tornado mãe;

Por quê?

Para não cair no erro de jogar todos os nossos traumas, mágoas, ressentimentos (inconscientes ou não) em nossos filhos.

Sabemos que nem toda mãe planejou a gravidez e mesmo quem planejou corre o risco de cair na alienação sobre essa condição, por ser ela, a maternidade algo novo, mesmo sendo a 2ª , a 3ª, a sei lá qual.

Porque acredito que cada filho é uma individualidade e precisamos saber lidar com elas.
Respeitando-as!

É isso... amanhã tenho mais sobre outras, diferentes, mas tão bacanas quanto.


Boa semana para vocês!




Ah! As minhas reflexões!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Oi gente, tudo bem?
Tou pensando em abrir um marcador especial aqui só para minhas reflexões do trânsito, são as reflexões que faço quando estou dirigindo e viram um post, mas esse não é o assunto de hoje nem será a estréia desse marcador.

Hoje vim falar de outras reflexões, que surgem dos encontros e desencontros da vida na blogsfera ou na vida real, principalmente com relação a maternidade.

Hoje vim falar do que eu penso e almejo como mãe, daquilo que acredito serem os atributos necessários para ser mãe. Vejam bem: É UMA OPINIÃO BEM PESSOAL. É o que eu acho de verdade.

Para que, quem ou por que, você escreve?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


Não resisti e tive que voltar para escrever logo esse post antes que as idéias, após uma longa noite de sono, resolvessem escapar e não voltar mais no dia após o outro.

Para começar: Eu sou uma pessoa que gosto de ter liberdade de falar o que penso. Na realidade gosto de liberdade de modo geral...

Ah, eu pensei que você era....

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Já ocorreu comigo 2 vezes depois que entrei com tudo na blogosfera, desde postar, seguir, comentar, ser seguida...

É mais ou menos como aqueles ditadozinhos: "as aparências enganam" ou "quem vê cara não vê coração"

Acontece que na blogosfera, assim como tudo na internet,  esse espaço que passei a considerar 100% democrático, ou talvez, anárquico, no sentido da liberdade quase absoluta e sem controle com que as informações chegam e saem, a gente coloca na letra que escreve uma parte de nós e o leitor, no ato da leitura, uma parte dele...(inclusive vamos parar com esse negócio de cobrar comentários e visitas gente, somos mães, lembrem tempo é o produto mais escasso!)

Começamos sem saber nada umas das outras e daqui uns meses somos quase as melhores amigas..

Temos um assunto em comum bastante forte: a maternidade

Criamos os vínculos, dividimos as dores, as inseguranças, as alegrias, as tristezas, as perdas, as opiniões

Dividimos, somamos, multiplicamos nós mesmas.. Hora somos uma só, hora somos cada uma...

Até um dicionário bloguês materno merecesse ser criado:

dasamiga
todas comemoram
todas gritam
#maedemerda
#prontofalei
no thanks e outras expressões in english

E aí o que acontece é que na realidade somos mães, mulheres atrás do computador escrevendo e temos nossas personalidade, nosso jeito, nossa rotina, nossa família, nossa voz, nossa...muitas coisas...

E tudo isso estou escrevendo para dizer que já aconteceu 2 vezes de eu pensar uma coisa sobre a mamãe blogueira que está do outro lado e ser outra bem diferente...

1º foi com a Anne, do Super Duper e agora recentemente com a Carol Garcia do Viajando na Maternidade

Inclusive já compartilhei com elas e para elas eu disse:

Ah! Eu pensei que você tinha voz grossa e falava sério. (para Anne) hahahahahaha super diferente, já viram os vídeos dela?

Ah! Eu pensei que você não trabalhava! (para Carol) hahahahahaah super diferente Carol, é multitarefas já leram o último post dela?

Definitivo - dedicado a Ju Dalzoto

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Definitivo, como tudo o que é simples.
 
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? 
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma  pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade. 
 A dor é inevitável. O sofrimento é opcional…

Carlos Drummond de Andrade

o tempo, as escolhas, o copo, a pollyana, a razão, a felicidade, o morango e o chocolate

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Primeiro, antes das explicações sobre este título tão extravagante, quero agradecer aos comentários sobre o post anterior que foram muito profundos e maduros! Eu estava precisando meeeeesmo ouví-los. (ao ler escutei a voz de vocês aqui viu!! rá!)

Bom e vamos as explicações sobre o título:

o tempo e as escolhas 
- referências sobre o post de ontem e sobre nossa situação de vida constante

o copo
- sabe aquela história: o que você vê?
tá meio cheio ou tá meio vazio?
a pollyana
- otimismo x pessimismo, podemos escolher!
um livro que ainda não li! faz falta?

a razão e a felicidade


e vocês?
o morango
- não sei por que sempre admirei o morango, mas não é fruta fácil aqui em Fortaleza. Depois de adulta é que vejo mais nos supermercados e minha irmã descobriu que nosso morango não é morango de verdade como ela diz, rsrsrs, pois normalmente são azedos e de tamanho médio. Ela diz que no Rj são grandes e saborosos. Adoro a cor , apesar do vermelho não fazer parte da minha vida quando se trata de roupa, acessórios, etc. Gosto do formato, da cor e do cheiro.Especialmente ela faz parte do meu dia, ele também lembra um coração né?
eu sei que é montagem?






o chocolate
- quem me conhece sabe que esse é meu pecado, minha tentação. Agora junte chocolate e morango e o fascínio fica completo. E o que tudo isso tem a ver com o resto. 
Hoje faço 5 anos de casada: tempo, escolha, otimismo, razão, felicidade, morango e chocolate fizeram, fazem e farão parte desta história. Ingredientes temperados com: amor, respeito, confiança, cumplicidade, alegria, paciência, trabalho, esforço, diferenças, rotina e um filho para chamar de nosso!


E hoje o post ficou com gosto de quero mais né???




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