Escolhas fazem parte da nossa vida, mesmo não escolher é uma escolha.
Por isso a escritora Paula Abreu, após ter feito a grande escolha da sua vida resolveu compartilhar com o mundo o que ela aprendeu e os resultados no ebook: Escolha sua Vida.
Com essa Descoberta, muita coisa mudou na minha vida e escolhi compartilhar com vocês a oportunidade de conhecer novas possibilidades em sua vida.
Boas escolhas!!!
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Como estão suas escolhas?
quinta-feira, 19 de junho de 2014
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Dica de Livro: Inteligência Positiva
sábado, 10 de maio de 2014
Estou lendo o livro Inteligência Positiva do autor Shirzard Chamine - Presidente da CTI- Centro Internacional de Treinamento de Coaches
O livro fala sobre a capacidade de nosso cérebro de ser nosso amigo e inimigo, dependendo de como o utilizamos. Parte da premissa de que universalmente e por questão de evolução genética o homem utilizou mais os pensamentos negativos de esquiva, medo e preservação do que os positivos de inovação, coragem que supostamente gerariam mais risco a sua sobrevivência.
Conceitos de Neurociências, Psicologia Positiva, ferramentas de Coach, estudos de caso e exemplos da experiência de vida do próprio autor explicam, numa linguagem direta e de fácil compreensão, como nosso cérebro funciona e o que nós podemos fazer para tornar esse funcionamento melhor e voltado para o positivo.
Conhecer nossos Sabotadores e enfraquecê-los, ao mesmo tempo buscar fortalecer nosso Sábio, ouvi-lo e utilizar seus conselhos no dia a dia diante dos desafios.
Avaliar cada "dificuldade" como desafio e dádiva, oportunidade de aprendizado.
O autor faz sugestões de exercícios e reflexões ao final de cada capítulo com uma pergunta e uma proposta.
Também há um teste para descobrir quanto do nosso tempo é tomado pelos sabotadores e pelo sábio.
Ou seja, quanto mais autoconhecimento melhor, porém com prática, ação, fazer algo. Inclusive a proposta é que em 21 dias com a prática dos exercícios se consiga mudanças significativas e o livro traz inúmeros exemplos de sucesso. Eu acredito que é possível. E vocês?
Vale a pena a leitura e o livro não é caro. Comprei na Saraiva por R$ 29,90, também tem a versão digital.
Fica a dica! #psicologiapositiva
O livro fala sobre a capacidade de nosso cérebro de ser nosso amigo e inimigo, dependendo de como o utilizamos. Parte da premissa de que universalmente e por questão de evolução genética o homem utilizou mais os pensamentos negativos de esquiva, medo e preservação do que os positivos de inovação, coragem que supostamente gerariam mais risco a sua sobrevivência.
Conceitos de Neurociências, Psicologia Positiva, ferramentas de Coach, estudos de caso e exemplos da experiência de vida do próprio autor explicam, numa linguagem direta e de fácil compreensão, como nosso cérebro funciona e o que nós podemos fazer para tornar esse funcionamento melhor e voltado para o positivo.
Conhecer nossos Sabotadores e enfraquecê-los, ao mesmo tempo buscar fortalecer nosso Sábio, ouvi-lo e utilizar seus conselhos no dia a dia diante dos desafios.
Avaliar cada "dificuldade" como desafio e dádiva, oportunidade de aprendizado.
O autor faz sugestões de exercícios e reflexões ao final de cada capítulo com uma pergunta e uma proposta.
Também há um teste para descobrir quanto do nosso tempo é tomado pelos sabotadores e pelo sábio.
Ou seja, quanto mais autoconhecimento melhor, porém com prática, ação, fazer algo. Inclusive a proposta é que em 21 dias com a prática dos exercícios se consiga mudanças significativas e o livro traz inúmeros exemplos de sucesso. Eu acredito que é possível. E vocês?
Vale a pena a leitura e o livro não é caro. Comprei na Saraiva por R$ 29,90, também tem a versão digital.
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A verdadeira Arte...
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
No livro Escolha sua Vida , a autora Paula Abreu, tem um capítulo especialmente sobre arte. Paula, é uma artista de fato e multipotencial, mas a arte de que eu falo é da abordada em seu livro e no seu blog Escolha sua vida repetidas vezes...
A arte de qual falo é a Arte Perdida de Se Perguntar leiam: A arte perdida de se perguntar e A arte perdida de se perguntar - Parte 2
Vamos nos aprimorar mais nesta arte?
A arte de qual falo é a Arte Perdida de Se Perguntar leiam: A arte perdida de se perguntar e A arte perdida de se perguntar - Parte 2
Vamos nos aprimorar mais nesta arte?
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Repensar, rever, resignificar, realinhar as órbitas dos planetas do meu universo...
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
De uns dias para cá estou desmotivada a ir para academia... não da atividade física em si, mas das academias, pois estava indo em duas...desde que iniciei meu processo de busca interior e decidi me desligar de tudo o que eu achava que não era meu, mesmo que eu tenha aprendido a gostar de fazer uma dessas coisas, como me exercitar por exemplo.
Ir para academia diariamente e ficar 2h é algo que eu nunca fiz na vida e comecei a gostar tanto pela endorfina e energia que dá quanto pelos os resultados. E aí entra aquilo que é provavelmente é muito meu e não dos outros, ou será que ?
É, digo isso, porque ser magra foi uma dos valores que coloquei como não sendo meus e realmente, lá no fundo no fundo, não são mesmo, embora me sinta bem melhor com o corpo esbelto e cabendo em qualquer roupa com facilidade, sem apertos , é muito boa sensação, então essa última parte é minha, só minha, fruto da minha experiência pessoal com a magreza e ninguém pode sentir ou fazer ou falar por mim, pois não está no meu corpo e na minha mente sentindo.
Tudo bem , tudo bem, eu sei que devo ser grata se de alguma forma um valor que veio de goela abaixo dos outros serviu para eu descobrir algo bom por mim mesma e se eu não tivesse tentado não conheceria, nem sentiria, nem saberia.. Eu sei, eu sei...
DISCIPLINA, FOCO E DETERMINAÇÃO, eis os lemas da área fitness, não só dela, mas de qualquer coisa na vida que você queria fazer bem feito e obter bons resultados...outro excelente aprendizado desse período... DESAFIAR-ME, SUPERAR-ME...outro...
Mas a questão toda, dessa análise toda é: PRECISA SER OBRIGATÓRIA E IMPOSTA? PRECISA FAZER PARTE DE REGRAS DE FELICIDADE? PRECISA SER CONSIDERADA INDISPENSÁVEL PARA AUTO-ESTIMA? TEM QUE SER MAIS IMPORTANTE DO QUE OUTRAS COISAS?
E daí que minha resposta a estas perguntas, do fundo do meu coração e do meu interior, de forma sincera e pura é que NÃO É NÃO.
Cheguei nessa conclusão esses dias... quando senti de repente um vazio... uma falta de sentido na minha correria do dia a dia.. mal chegava em casa, mal via meu filho que passei o dia sem ver direito e corria para academia e ficava 2h lá... depois quando eu chegava em cansada, tinha que tomar banho, jantar e colocar meu filho para dormir se ainda estivesse acordado... e se ele tivesse tarefa? enfim... eu estava emagrecendo e ficando com um corpo mais definido, porém as motivações iniciais que me levaram a isso 1º foi realmente por estar fora de forma e indisposta; 2º porque queria mostrar aos outros o quanto eu tinha conseguido emagrecer; 3º porque eu queria alcançar um padrão de beleza... perceba que em nenhum deles tem o quesito mais importante de todos nesta história: SAÚDE.
E para todas essas coisas teve um preço... Me convenci o tempo todo que estava fazendo um esforço que vale a pena e que faz bem para meu filho me ver feliz e que no futuro ele vai achar massa, e que serei um exemplo para ele, e que eu preciso estar bem comigo mesma para ser uma boa mãe, que preciso de um tempo para mim, que, que, que um monte de justificativa... mas meu coração apertava e o vazio de sentido crescia... sendo assim, foi inevitável essa parada obrigatória para repensar e realinhar as órbitas dos planetas.. resignificar, refazer, rever o caminho e construir o meu próprio caminho para seguir adiante...
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O que é meu de verdade?
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Nessa busca interior preciso identificar quais os MEUS valores e quais os que SÃO dos outros. Claro, que os MEUS valores foram formados pela influência dos outros, mas não são só deles, mas meus também...
Não é uma tarefa fácil, visto que são anos e anos formando várias camadas que precisam ser quebradas até chegar no núcleo principal de mim mesma: meu EU INTERIOR...
Então, deixa eu respirar fundo e me alongar, pois será um verdadeiro exercício...
O que eu acho que são Meus valores :
honestidade
espiritualidade
simpatia
família
organização
Deus
otimismo
alegria
fazer o bem aos outros
autenticidade
verdade no que faz, no que fala
sustentabilidade
comunidade
paz de espírito
O que eu acho que são valores dos outros:
ambição
vaidade
ganhar dinheiro
ser magra
ser doutora
ter emprego fixo
ter um carro
casar, ter filhos
ter um apartamento próprio
ser bem sucedida, sucesso, dinheiro
ter um emprego
Bem diferentes não são!!!
Não é uma tarefa fácil, visto que são anos e anos formando várias camadas que precisam ser quebradas até chegar no núcleo principal de mim mesma: meu EU INTERIOR...
Então, deixa eu respirar fundo e me alongar, pois será um verdadeiro exercício...
O que eu acho que são Meus valores :
honestidade
espiritualidade
simpatia
família
organização
Deus
otimismo
alegria
fazer o bem aos outros
autenticidade
verdade no que faz, no que fala
sustentabilidade
comunidade
paz de espírito
O que eu acho que são valores dos outros:
ambição
vaidade
ganhar dinheiro
ser magra
ser doutora
ter emprego fixo
ter um carro
casar, ter filhos
ter um apartamento próprio
ser bem sucedida, sucesso, dinheiro
ter um emprego
Bem diferentes não são!!!
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A escolha da minha vida
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Os finais de semana sempre me levam a reflexões sobre minha vida e o que tenho feito dela.
Acho que não estou sozinha nisso, visto que todos esperam o fim de semana para algo. Não é verdade?
Seja para se divertir, descansar, estudar ou até trabalhar mesmo, só que num ritmo diferente do da semana.
Comigo funciona assim: sinto um misto de ansiedade e euforia, alegria, sensação de liberdade para fazer o que eu quiser e na hora que eu quiser, sem ter que cumprir ordem de ninguém, nem horário, nem nada.
As vezes diante das possibilidades de escolha me sinto perdida e acabo ficando quieta, em casa, fazendo o que somente básico que já me proponho: correr cedo na beira mar, fazer musculação, levar Pedro para evangelização infantil espírita.´
Eu adoro o entardecer e nos últimos 3 domingos me pego querendo deitar numa rede e ficar observando esse momento do dia. Simplesmente sinto uma paz e me sinto mais conectada com Deus e comigo mesma.
O fato é que nesse último fim de semana me peguei mais pensativa e até melancólica do que o de costume. A noite resolvi comprar um vinho para acompanhar aquelas macarronadas congeladas e prontas em 5 min. Estou numa de restrição financeira mesmo e nem poderia ir comprar nada no cartão, mas fui e além do vinho e da macarronada comprei outras coisas, dentre elas a Revista Vida Simples deste mês, no total tudo deu R$ 69,00 e meu saldo do próximo m~es já está negativo.
Só a revista foi R$ 15,00. Não me arrependo, adoro essa revista.
Cheguei em casa preparei tudo e comi lendo a revista do começo e em sequencia, até que na sessão sobre virtudes possíveis que falava sobre CORAGEM, leio pela 1ª vez sobre Paula Abreu e seu livro Escolha sua Vida.
Curiosa, pesquiso na internet e encontro o site super bem feito e sem amadorismo: www.escolhasuavida.com.br onde temos 3 opções de comprar o livro digital, o audiobook e o ebook. Escolhi a opção mais cara que vem com tudo, (lembrando que eu já estava negativa no próximo mês), parcelei de 2x e com um pequeno juros.
Desde então sinto que ainda estou no fim de semana, ou seja, pensando, pensando, pensando, pensando.
Comecei a ouvir o audiobook logo após baixar no tablet, dormi com a Paula falando.
Fui para o trabalho ouvindo, na hora do almoço fui ouvindo e continuei a ouvir até terminar no trabalho.
Ufa!
Já estou ouvindo de novo o audiobook, analisando, refletindo, tentando fazer os exercícios do ebook e de outro livro sobre descobrir a minha paixão.
Curtir a fanpage no facebook, baixei o app, tenho encontrado vídeos e vasculhando estou descobrindo mais e mais coisas relacionadas: ao autoconhecimento, à busca interior, à busca do meu propósito de vida, minha missão, o que faria sem dinheiro, o que realmente quero e sei fazer bem e que pode me proporcionar mais satisfação verdadeira, genuína e autêntica.
Escrever aqui é uma das ferramentas que utilizarei nesse processo, pois percebo que quando escrevo e desabafo, minhas idéias ficam mais clara, sinto-me mais aliviada, leve e lúcida.
Outras ferramentas como: meditar, continuar com atividade física, mudar o estilo de vida para mais simplicidade, fazer cursos, ler livros, enfim, seguir o caminho que me coração, meus interesses sempre me levaram de um jeito ou de outro, seja para mim mesma ou para eu usar pelo os outros um dia.
Assim foi com a Psicologia Positiva por exemplo.
Hoje ouvi uma frase super importante : "se você não estiver bem com você, não estará disposto a servir! servir é um ato nobre, mas muitas vezes não vemos desta forma."
A escolha da minha vida dependerá disso: de eu estar bem comigo mesma. ESTAR BEM COMIGO MESMA.
É isso por hoje.
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Quem sou eu? Onde estou? Novos dilemas...Velhas histórias...
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Faz um bom tempo que esse título martela em minha mente para ser o próximo post do blog depois de um tempo sem escrever.
Depois de 6 meses sem escrever nada, falar sobre como e aonde estou hoje é consequência natural.
Nesse período mudei de empresa e tenho novos desafios.
Nesse período resolvi novamente tentar emagrecer e melhorar minha alimentação e meu corpo esteticamente.
Perdi 7kg e mudei meus hábitos, reduzi medidas, realmente um resultado e tanto.
Hoje faço muay thai e musculação diariamente, fico quase 2h na academia após o trabalho e corro 6km nos fins de semana. Minha alimentação é a mais saudável possível, de 3h em 3h e realmente voltada para o ganho de massa magra.
Aprendi que a balança realmente não é a mais importante da história, embora me pese diariamente, pois ela fica bem acessível, mas não encano mais com ela.
Tive, e ainda tenho, que aprender a ser flexível comigo, com os outros, com tudo. A saber conciliar o trabalho, a maternidade, a academia, o marido, ou seja, arranjar tempo e as vezes perceber que não tem tempo. Descobri (pois não era consciente) que sou metódica o que tem o lado bom e ruim, por isso a necessidade de aprender a se flexível, com horários e compromissos e metas estabelecidas.
Descobri que gosto muito de organização e que ver bagunça me dá agonia, mas que também consigo fazer vista grossa quando num domingo prefiro descansar ou passear ou curtir o tempo livre.
Se antes eu tinha o dilema da maternidade x carreira, agora o dilema pode maternidade x academia.
Ver os resultados é bom, mas perceber que não estou dando tanta atenção como deveria ao meu filho me incomoda. Depois da academia chego cansada e já é hora dele dormir. Agora ele traz tarefa da escola 3x por semana e quero acompanhar. É cansativo, as vezes é chato.
Sou impaciente e ansiosa, isso eu já sabia e já tinha afirmado por aqui, a diferença é que agora procuro reconhecer e aceitar meus defeitos sem lamentações, embora seja dolorido.
Percebem que tudo isso tem a ver com a pergunta: Quem sou eu?
Estes 6 meses de mudanças estão me auxiliando no processo de autoconhecimento. Esse processo é intermitente e tem suas nuances. Quando começa tenho medo dele, pois tenho medo de mim, do que vou encontrar, depois que não tem por onde correr e jeito é encarar a sensação é de segurança e leveza, pois nada melhor do que a lucidez para nos orientar a crescer como seres humanos.
Estou na conquista do corpo que eu achava que nunca mais conseguiria ter depois da gravidez, mas também percebi que isso não é mais o MAIS IMPORTANTE.
Como percebi? O vazio. Quando fazemos algo e sentimos um vazio é porque tem algo errado. Não acham? Eu acho. Ou será que não sei lidar com o simples e óbvio de que é só isso mesmo. Será que crio expectativas demais sobre tudo e todos. Sobre a vida? Sobre o que a de vir? Será? Enquanto escrevo me pergunto.
Ainda quero fazer tanta coisa: curso de inglês; outra especialização; oferecer minha contribuição ao mundo; ler mais; ser mais leve; ser mais eu. Mais quem sou eu? Volta a pergunta.
Em 2014 resolvi retornar as reuniões do Grupo Espírita Paz e Bem, que auxilia no equilíbrio espiritual e no autoconhecimento. Cuidar do corpo e do espírito. Também coloquei Pedro na evangelização infantil.
Pedro já faz fazer 4 anos. Está cada vez mais esperto e conversa melhor com a gente. Já desenha bem, tem mais autonomia; está melhorando a coordenação motora fina; falando frases; excelente memória; com senso de organização. Comendo coisas saudáveis. Ainda não toma refrigerante e espero que nunca queira. Mas adora chocolate, doces e afins.
Tenho sentido cada vez mais a necessidade de estabelecer prioridades, critérios e selecionar mais o que realmente é importante na minha vida e vale a pena lutar, buscar. No processo de autoconhecimento percebo nitidamente que preciso ser mais humilde, tenho que baixar a crista várias vezes, ter mais foco, viver mais a minha vida e não se incomodar com as dos outros, nem se incomodar se os outros vão se incomodar com a minha. Viver a minha vida. Não de forma egoísta, deixar de se incomodar para se importar com os outros, mas sem expectativas ilusórias e ridículas. Viver a minha vida para me preencher com o que busco fora, com o que Deus me deu e não percebo. Decidir por mim mesma. Escolher pelo que realmente acredito. Saber onde estou e quem sou eu por mim mesma e não pelos outros.
Essa ainda sou eu, que usa este blog para o encontro consigo mesma. Até a próxima.
Depois de 6 meses sem escrever nada, falar sobre como e aonde estou hoje é consequência natural.
Nesse período mudei de empresa e tenho novos desafios.
Nesse período resolvi novamente tentar emagrecer e melhorar minha alimentação e meu corpo esteticamente.
Perdi 7kg e mudei meus hábitos, reduzi medidas, realmente um resultado e tanto.
Hoje faço muay thai e musculação diariamente, fico quase 2h na academia após o trabalho e corro 6km nos fins de semana. Minha alimentação é a mais saudável possível, de 3h em 3h e realmente voltada para o ganho de massa magra.
Aprendi que a balança realmente não é a mais importante da história, embora me pese diariamente, pois ela fica bem acessível, mas não encano mais com ela.
Tive, e ainda tenho, que aprender a ser flexível comigo, com os outros, com tudo. A saber conciliar o trabalho, a maternidade, a academia, o marido, ou seja, arranjar tempo e as vezes perceber que não tem tempo. Descobri (pois não era consciente) que sou metódica o que tem o lado bom e ruim, por isso a necessidade de aprender a se flexível, com horários e compromissos e metas estabelecidas.
Descobri que gosto muito de organização e que ver bagunça me dá agonia, mas que também consigo fazer vista grossa quando num domingo prefiro descansar ou passear ou curtir o tempo livre.
Se antes eu tinha o dilema da maternidade x carreira, agora o dilema pode maternidade x academia.
Ver os resultados é bom, mas perceber que não estou dando tanta atenção como deveria ao meu filho me incomoda. Depois da academia chego cansada e já é hora dele dormir. Agora ele traz tarefa da escola 3x por semana e quero acompanhar. É cansativo, as vezes é chato.
Sou impaciente e ansiosa, isso eu já sabia e já tinha afirmado por aqui, a diferença é que agora procuro reconhecer e aceitar meus defeitos sem lamentações, embora seja dolorido.
Percebem que tudo isso tem a ver com a pergunta: Quem sou eu?
Estes 6 meses de mudanças estão me auxiliando no processo de autoconhecimento. Esse processo é intermitente e tem suas nuances. Quando começa tenho medo dele, pois tenho medo de mim, do que vou encontrar, depois que não tem por onde correr e jeito é encarar a sensação é de segurança e leveza, pois nada melhor do que a lucidez para nos orientar a crescer como seres humanos.
Estou na conquista do corpo que eu achava que nunca mais conseguiria ter depois da gravidez, mas também percebi que isso não é mais o MAIS IMPORTANTE.
Como percebi? O vazio. Quando fazemos algo e sentimos um vazio é porque tem algo errado. Não acham? Eu acho. Ou será que não sei lidar com o simples e óbvio de que é só isso mesmo. Será que crio expectativas demais sobre tudo e todos. Sobre a vida? Sobre o que a de vir? Será? Enquanto escrevo me pergunto.
Ainda quero fazer tanta coisa: curso de inglês; outra especialização; oferecer minha contribuição ao mundo; ler mais; ser mais leve; ser mais eu. Mais quem sou eu? Volta a pergunta.
Em 2014 resolvi retornar as reuniões do Grupo Espírita Paz e Bem, que auxilia no equilíbrio espiritual e no autoconhecimento. Cuidar do corpo e do espírito. Também coloquei Pedro na evangelização infantil.
Pedro já faz fazer 4 anos. Está cada vez mais esperto e conversa melhor com a gente. Já desenha bem, tem mais autonomia; está melhorando a coordenação motora fina; falando frases; excelente memória; com senso de organização. Comendo coisas saudáveis. Ainda não toma refrigerante e espero que nunca queira. Mas adora chocolate, doces e afins.
Tenho sentido cada vez mais a necessidade de estabelecer prioridades, critérios e selecionar mais o que realmente é importante na minha vida e vale a pena lutar, buscar. No processo de autoconhecimento percebo nitidamente que preciso ser mais humilde, tenho que baixar a crista várias vezes, ter mais foco, viver mais a minha vida e não se incomodar com as dos outros, nem se incomodar se os outros vão se incomodar com a minha. Viver a minha vida. Não de forma egoísta, deixar de se incomodar para se importar com os outros, mas sem expectativas ilusórias e ridículas. Viver a minha vida para me preencher com o que busco fora, com o que Deus me deu e não percebo. Decidir por mim mesma. Escolher pelo que realmente acredito. Saber onde estou e quem sou eu por mim mesma e não pelos outros.
Essa ainda sou eu, que usa este blog para o encontro consigo mesma. Até a próxima.
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o que temos para hoje?
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Eu sei que no post passado eu afirmei que falaria sobre Disciplina Positiva, mas não é disso que falarei hoje.
Vou falar sobre minha experiência dos últimos dias.
Como tudo tem a sua 1ª vez, pela 1ª vez depois que Pedro nasceu viajei sozinha para um curso, algo relacionado à minha carreira profissional.
Fui para São Paulo pela 1ª vez ...
Viajei sozinha, sem conhecer ninguém, nem ter parentes nem amigos na cidade, pela 1ª vez...
Fui fazer o Curso Intensivo de Psicologia Positiva em Cotia-SP. Com a Dra.Lilian Graziano.
Saiba mais em: Psicologia Positiva
O curso por si só, foi maravilhoso, enriquecedor e transformador.
A experiência da viagem também. Então imaginem vocês que estou aqui de volta em Fortaleza, mas me sentindo totalmente estranha. Eu não sou mais a mesma, mas as coisas efetivamente não mudaram tanto assim, a não ser pelo asfalto que colocaram numa parte da rua que eu passo todos os dias e que estava bem ruim de passar. E pelo muro pintado de azul da oficina de carros da esquina.
Conheci a Sarah Moura, Mãe do Bento... Nossa! Que bacana!!!Uma das minhas blogueiras preferidas. E o Bento que graça!!!
Adorei tudo. Não sou mais a mesma! Masssss as coisas não mudaram tanto assim... E o que eu poderei fazer diante das circunstâncias que eu tenho? "E o que temos para hoje?"
E por que que eu mudei? Ora vejam só!
Resumo da ópera
Conheci uma pessoa que faz terapia com cães...
Conheci uma pessoa trabalha com Educação Emocional Positiva...
Conheci uma pessoa que entende de vinhos, de filosofia, que já viajou para vários países, fala inglês fluently (aliás várias pessoas lá tinham essa competência!!!) e que é super estudiosa, curiosa..
Conheci um psiquiatra simples e buscando aprender sobre felicidade.
Conheci uma pessoa que tem a voz mais suave e capaz de transmitir paz que eu conheci até hoje.
Conheci uma pessoa que ensina sobre FELICIDADE e a frase:"o que temos para hoje?" dentre outras e outras e outras coisas.
Descobri coisas e casos surpreendentes sobre homens e mulheres mundo afora e suas superações extraordinárias.
Descobri que meu pai quando trabalhava tentando consertar as coisas de casa e não parava nem para comer, estava em estado de FLOW, assim como meu marido agora que está tentando ver a resistência do chuveiro elétrico para me agradar com água morna(sim, sou friorenta e mesmo neste calor prefiro água morna), se esquece do sorvete que coloquei para ele comer.
Me diga! Ao ler essas coisas você não mudou? Nem um pouquinho?
Vou falar sobre minha experiência dos últimos dias.
Como tudo tem a sua 1ª vez, pela 1ª vez depois que Pedro nasceu viajei sozinha para um curso, algo relacionado à minha carreira profissional.
Fui para São Paulo pela 1ª vez ...
Viajei sozinha, sem conhecer ninguém, nem ter parentes nem amigos na cidade, pela 1ª vez...
Fui fazer o Curso Intensivo de Psicologia Positiva em Cotia-SP. Com a Dra.Lilian Graziano.
Saiba mais em: Psicologia Positiva
O curso por si só, foi maravilhoso, enriquecedor e transformador.
A experiência da viagem também. Então imaginem vocês que estou aqui de volta em Fortaleza, mas me sentindo totalmente estranha. Eu não sou mais a mesma, mas as coisas efetivamente não mudaram tanto assim, a não ser pelo asfalto que colocaram numa parte da rua que eu passo todos os dias e que estava bem ruim de passar. E pelo muro pintado de azul da oficina de carros da esquina.
Conheci a Sarah Moura, Mãe do Bento... Nossa! Que bacana!!!Uma das minhas blogueiras preferidas. E o Bento que graça!!!
Adorei tudo. Não sou mais a mesma! Masssss as coisas não mudaram tanto assim... E o que eu poderei fazer diante das circunstâncias que eu tenho? "E o que temos para hoje?"
E por que que eu mudei? Ora vejam só!
Resumo da ópera
Conheci uma pessoa que faz terapia com cães...
Conheci uma pessoa trabalha com Educação Emocional Positiva...
Conheci uma pessoa que entende de vinhos, de filosofia, que já viajou para vários países, fala inglês fluently (aliás várias pessoas lá tinham essa competência!!!) e que é super estudiosa, curiosa..
Conheci um psiquiatra simples e buscando aprender sobre felicidade.
Conheci uma pessoa que tem a voz mais suave e capaz de transmitir paz que eu conheci até hoje.
Conheci uma pessoa que ensina sobre FELICIDADE e a frase:"o que temos para hoje?" dentre outras e outras e outras coisas.
Descobri coisas e casos surpreendentes sobre homens e mulheres mundo afora e suas superações extraordinárias.
Descobri que meu pai quando trabalhava tentando consertar as coisas de casa e não parava nem para comer, estava em estado de FLOW, assim como meu marido agora que está tentando ver a resistência do chuveiro elétrico para me agradar com água morna(sim, sou friorenta e mesmo neste calor prefiro água morna), se esquece do sorvete que coloquei para ele comer.
Me diga! Ao ler essas coisas você não mudou? Nem um pouquinho?
Bom, por fim, devo lhes dizer que já apliquei na prática algo que aprendi nesses dias: o vinho Lambrusco branco suave se adequa não só ao meu paladar como ao do meu marido.
Ah!!! E que tenho que estudar muuuuuito!!!
É o que tenho para hoje!!!
Até breve!
É o que tenho para hoje!!!
Até breve!
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Como administrar o tempo?
domingo, 28 de abril de 2013
Queria um teclado maior no tablet para escrever aqui sem ter que voltar tanto para corrigir os erros de digitação. Bom, o fato é que faz tempo quero postar e não conseguia. Tantas coisas pensei em postar nessas ultimas horas. Coisa de quem quer que todo mundo saiba o que você tá pensando para ouvir a opinião, de preferência a aceitação, do que você postou. Sim, esta sou eu, uma pessoa dependente da aprovação dos outros e que tem se visto cada vez mais sem essa possibilidade e na angústia precisa encontrar uma solção que no momento parece solitária e cruel, mas necessária para seu amadurecimento como pessoa.
Com isso penso que preciso tomar decisões importantes em minha vida, prioridades, renúncias.
Não consigo mais dá conta de vária-muitas coisas ao mesmo tempo. Desde que me tornei mãe meus tempos psicológico e emocional mudaram muito. Minha memória.Minha energia física. Meu humor. Minha determinação.
Isso tem gerado um estresse tremendo. Dores no corpo, de cabeça, nervosismo, irritação, desânimo, vontade de chorar.Muito ruim tudo isso. Preciso olhar mais para minha vida. Focar em um objetivo e dedicar minhas energias nisso. Se não dá mais tempo de algumas coisas ocorrerem ou eu dar conta então sinal de mudanças de planos.
Os dias estão cada vez mais corridos, tanta coisa para fazer. E não consigo dar conta e isso gera uma frustração que não tou conseguindo administrar.
De tudo na vida que eu faço hoje preciso estabelecer as prioridades, ver o que é diário, semanal, mensal, esporádico, contínuo e lidar com os imprevistos que surgem.
Bom e é isso.
Agora dé organizar uma planilha com tudo isso e tentar administrar da melhor forma, inclusive pensando nas minhas emoçoes, limitações e possibilidades,
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Foge, foge, mulher maravilha
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Vejam bem, o título pensado para o post de hoje era o não menos musical: "eu sei que você sabe, que eu sei que você sabe que é difícil de dizer"
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
É de conhecimento de todas que o ideal perfeccionista é uma praga na maternidade.
Para um perfeccionista, não saber algo que ele acha que deveria saber é uma tortura...
Admitir isso assim na lata... e, e, e para um filho?
Sim, é bom... É bom se permitir aprender com ele!
É bom dizer para SI mesma e ficar tranquila com isso, na paz, na boa com você mesma e continuar brincando de outras coisas bacanas, inventar e reinventar outras figuras na massa de modelar, despertar para outras brincadeiras e estimular sua criatividade que você acha, achava tão pouca!
E ser você mesma, SER HUMANA, de carne e osso, que não sabe, nem precisa saber tudo, mas pode aprender!
E o melhor de tudo, através dessa percepção ter a possibilidade de ensinar isso ao seu filho, com suas atitudes de compreensão consigo mesma e com o outro!
Os pais são sempre vistos como super herós pelos filhos... (por que será hein?)
Eu chuto: talvez por isso, por não saberem dizer que "não sabem isso ou aquilo"
Não sei.. admito outra vez, eu não sei se meu chute está certo...
Agora, parafraseando minha amiga cantora e leitora assídua homenageada no início deste post, que também é filha e tem uma mãe que ainda pretende ser super heroína: "Mãe, você é a mulher MARAVILHOSA não precisa ser a MULHER MARAVILHA" (suspiros!! isso soa como música para meus ouvidos, e música relaxante do tipo que faz você dormir!! fui!)
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em que mundo eu vivo?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Há tempos penso sobre esse assunto, mas são tantas as idéias que surgem de uma vez só que não conseguia organizar para fazer um post..
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
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Sou contra zumbis
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Olha, eu vejo que tem várias questões envolvidas e que vc conhece muito bem: o nosso modelo econômico por exemplo, que estimula o lucro e o homem com sua ganância, orgulho, vaidade e pequenez ainda não sabe fazer isso sem explorar/acabar os recursos naturais, humanos que possui.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
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E mais ainda das danadas reflexões...
domingo, 4 de dezembro de 2011
Faça o teste: http://bit.ly/aYmcVu
Pensando sobre post de ontem, lembrei de outras coisas que considero importante para maternar.
-Estar de bem consigo mesma(o), ter uma boa auto-estima; boa saúde emocional;
-Tentar saber, pelo menos entender um pouco, o motivo de ter se tornado mãe;
Por quê?
Para não cair no erro de jogar todos os nossos traumas, mágoas, ressentimentos (inconscientes ou não) em nossos filhos.
Sabemos que nem toda mãe planejou a gravidez e mesmo quem planejou corre o risco de cair na alienação sobre essa condição, por ser ela, a maternidade algo novo, mesmo sendo a 2ª , a 3ª, a sei lá qual.
Porque acredito que cada filho é uma individualidade e precisamos saber lidar com elas.
Respeitando-as!
É isso... amanhã tenho mais sobre outras, diferentes, mas tão bacanas quanto.
Boa semana para vocês!
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Ah! As minhas reflexões!
sábado, 3 de dezembro de 2011
Oi gente, tudo bem?
Tou pensando em abrir um marcador especial aqui só para minhas reflexões do trânsito, são as reflexões que faço quando estou dirigindo e viram um post, mas esse não é o assunto de hoje nem será a estréia desse marcador.
Hoje vim falar de outras reflexões, que surgem dos encontros e desencontros da vida na blogsfera ou na vida real, principalmente com relação a maternidade.
Hoje vim falar do que eu penso e almejo como mãe, daquilo que acredito serem os atributos necessários para ser mãe. Vejam bem: É UMA OPINIÃO BEM PESSOAL. É o que eu acho de verdade.
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Definitivo - dedicado a Ju Dalzoto
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade.
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional…
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Sobre meu tempo e minhas escolhas
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
O tema: escolhas, é recorrente nos blogs maternos. Por que será hein? Todas sabem!
Só essas semana já vi na minha listas de blogs dois com este tema no título, o da Ivana e o da Ananda. Logo que vi, cliquei para ler.
Não muito diferente acontece com o tema: tempo. Presente nos marcadores de quase todas.
Tomarei a liberdade neste post de plagiar o título do post da Ivana, cheguei em casa hoje pensando sobre meu tempo e minhas escolhas quando me dei conta que pensava no mesmo assunto mas num prisma diferente.
Ela começou o post dela assim: "Desde que tive filhos o meu tempo mudou"... pois é o meu também! Acho que o seu, e de fulana e de sicrana, enfim de todas!
Diferente da Ivana e de outras tantas mais que admiro, eu diria a frase assim:"Desde que meu filho nasceu meu tempo mudou", afinal, todos sabem, só tenho 1 filho, mas o suficiente para me fazer sentir num dia como hoje, ao chegar do trabalho, a sensação de estar pela metade em tudo o que faço e de não estar muito satisfeita com isso não!
Essa semana estamos numa rotina diferente, pois minha mãe, viajou e ficar 10 dias fora, isso é suficiente para mudar a rotina de todos lá de casa, o que inclui eu e minhas irmãs, pois temos nosso pai com 90 anos, que apesar de lúcido e bem de saúde, precisa de atenção e cuidados, companhia, etc. Minha mãe pediu para todos os dias levar Pedro para lá para alegrá-lo.
Além dessa mudança, estou envolvida com um evento no trabalho que há um tempo venho organizando e finalmente chegou o dia, o que me exige concentração e dedicação, chegar mais cedo, não almoçar em casa e só sair quando tudo estiver terminado. Começou hoje e termina sexta.
Eu tinha iniciado no fim de semana com a história do desfralde, penico,cuecas, mas resolvi esperar minha mãe voltar.
Ontem, na maior correria tinha a pediatra do Pedro, que assim como Ivana, faço questão de levar, mas já adiei por duas vezes a consulta de retorno com a pneumologista e nem fui pegar o RX do Cavum para saber das tais adenóides. Saí da pediatra com uma requisição de exame de urina que só poderei fazer depois deste evento da empresa, não é nada grave nem urgente, mas por mim, já teria feito.
Daí que hoje, chego em casa e:
- vejo louça suja na pia, eu louca para tomar um banho, e a louça vai aguardar a babá chegar
- penso nos livros comprados há 15 dias e nem início de leitura
-penso na minha dieta do vigilantes do peso toda atrasada e faltei a reunião semanal que era hoje
essa semana já sei que não vou conseguir ir na academia e hoje era dia de fazer ginástica em casa com Solange Frazão , não riem de mim :-p
-penso que amanhã faço 5 anos de casada e espero conseguir comemorar devidamente com meu marido
-vejo alguns cantos da casa com bagunça
-vejo notas fiscais que guardo para doar e sempre esqueço se amontoando
-vejo espaços na minha casa que não mudo ou não mexo ou simplesmente ignorei há meses
-fico impaciente com Pedro, as vezes ele só quer dormir comigo e tem acordado a noite, quase todas as noites
-percebo que preciso retomar o acompanhamento da alimentação do meu filho no sentido de comprar novas comidas e orientar a babá a oferecer, pois ele tem negado uma parte do jantar
-os blogs que não leio e não acompanho mais com antes
-no marido que quer atenção
- os posts que brotam na minha mente
Mas hoje estou cansada gente e a única coisa que me vem é que todas essas coisas acima são da minha responsabilidade também, mas tá tudo pela metade e não me sinto feliz com isso.
Eu sei, eu sei... Já falamos muito, eu mesma já falei em algum lugar aqui ou acolá, sobre baixar as expectativas. De parar com esse negócio de querer tudo perfeito.
Eu sei disso, mas acho que nem se trata disso somente. Tem a ver com o meu tempo, tem a ver com as minhas escolhas.
A minha vida mudou também depois que o Pedro nasceu, totalmente escolha minha e faço tudo o que posso para curtir da melhor maneira possível, os melhores dias para mim são os fins de semana, quando sinto liberdade para aproveitar tudo o que essa escolha me proporcionou e não falo aqui de ficar brincando com o filho não. Tem sábados e domingos que fico exausta, mas sempre acho que vale super a pena.
Espero em breve repetir este título para contar de uma maneira mais gostosa e leve e consciente, como usei melhor meu tempo e fiz minhas escolhas!
Só essas semana já vi na minha listas de blogs dois com este tema no título, o da Ivana e o da Ananda. Logo que vi, cliquei para ler.
Não muito diferente acontece com o tema: tempo. Presente nos marcadores de quase todas.
Tomarei a liberdade neste post de plagiar o título do post da Ivana, cheguei em casa hoje pensando sobre meu tempo e minhas escolhas quando me dei conta que pensava no mesmo assunto mas num prisma diferente.
Ela começou o post dela assim: "Desde que tive filhos o meu tempo mudou"... pois é o meu também! Acho que o seu, e de fulana e de sicrana, enfim de todas!
Diferente da Ivana e de outras tantas mais que admiro, eu diria a frase assim:"Desde que meu filho nasceu meu tempo mudou", afinal, todos sabem, só tenho 1 filho, mas o suficiente para me fazer sentir num dia como hoje, ao chegar do trabalho, a sensação de estar pela metade em tudo o que faço e de não estar muito satisfeita com isso não!
Essa semana estamos numa rotina diferente, pois minha mãe, viajou e ficar 10 dias fora, isso é suficiente para mudar a rotina de todos lá de casa, o que inclui eu e minhas irmãs, pois temos nosso pai com 90 anos, que apesar de lúcido e bem de saúde, precisa de atenção e cuidados, companhia, etc. Minha mãe pediu para todos os dias levar Pedro para lá para alegrá-lo.
Além dessa mudança, estou envolvida com um evento no trabalho que há um tempo venho organizando e finalmente chegou o dia, o que me exige concentração e dedicação, chegar mais cedo, não almoçar em casa e só sair quando tudo estiver terminado. Começou hoje e termina sexta.
Eu tinha iniciado no fim de semana com a história do desfralde, penico,cuecas, mas resolvi esperar minha mãe voltar.
Ontem, na maior correria tinha a pediatra do Pedro, que assim como Ivana, faço questão de levar, mas já adiei por duas vezes a consulta de retorno com a pneumologista e nem fui pegar o RX do Cavum para saber das tais adenóides. Saí da pediatra com uma requisição de exame de urina que só poderei fazer depois deste evento da empresa, não é nada grave nem urgente, mas por mim, já teria feito.
Daí que hoje, chego em casa e:
- vejo louça suja na pia, eu louca para tomar um banho, e a louça vai aguardar a babá chegar
- penso nos livros comprados há 15 dias e nem início de leitura
-penso na minha dieta do vigilantes do peso toda atrasada e faltei a reunião semanal que era hoje
essa semana já sei que não vou conseguir ir na academia e hoje era dia de fazer ginástica em casa com Solange Frazão , não riem de mim :-p
-penso que amanhã faço 5 anos de casada e espero conseguir comemorar devidamente com meu marido
-vejo alguns cantos da casa com bagunça
-vejo notas fiscais que guardo para doar e sempre esqueço se amontoando
-vejo espaços na minha casa que não mudo ou não mexo ou simplesmente ignorei há meses
-fico impaciente com Pedro, as vezes ele só quer dormir comigo e tem acordado a noite, quase todas as noites
-percebo que preciso retomar o acompanhamento da alimentação do meu filho no sentido de comprar novas comidas e orientar a babá a oferecer, pois ele tem negado uma parte do jantar
-os blogs que não leio e não acompanho mais com antes
-no marido que quer atenção
- os posts que brotam na minha mente
Mas hoje estou cansada gente e a única coisa que me vem é que todas essas coisas acima são da minha responsabilidade também, mas tá tudo pela metade e não me sinto feliz com isso.
Eu sei, eu sei... Já falamos muito, eu mesma já falei em algum lugar aqui ou acolá, sobre baixar as expectativas. De parar com esse negócio de querer tudo perfeito.
Eu sei disso, mas acho que nem se trata disso somente. Tem a ver com o meu tempo, tem a ver com as minhas escolhas.
A minha vida mudou também depois que o Pedro nasceu, totalmente escolha minha e faço tudo o que posso para curtir da melhor maneira possível, os melhores dias para mim são os fins de semana, quando sinto liberdade para aproveitar tudo o que essa escolha me proporcionou e não falo aqui de ficar brincando com o filho não. Tem sábados e domingos que fico exausta, mas sempre acho que vale super a pena.
Espero em breve repetir este título para contar de uma maneira mais gostosa e leve e consciente, como usei melhor meu tempo e fiz minhas escolhas!
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Em busca da Serenidade
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Recebi
comentários muito bacanas sobre.
E
já li incontáveis links de outros blogs maternos sobre também.
Se
antes de ser mãe você já era perfeccionista, você deixar de ser com umas coisas
e passa a ser com outras.
O
assunto me levou a pesquisar no “perfeito” Google e encontrei um texto bastante
interessante AQUI!
Brincadeiras
a parte, hoje após algumas providências que tomei na busca de melhorar esse
aspecto da minha vida dentre outros, venho sentindo necessidade de falar sobre
o que mudou:
- Venho me
percebendo mais leve diante de algumas situações, sem sofrer por antecipação
como antes, sem expectativas o tempo todo;
- Menos sentimento
de culpa diante dos erros, dos imprevistos, da tarefa inacabada;
- Sinto mais coragem
para enfrentar situações que estão fora do meu controle, que antes eu
evitava ao máximo, pois como eu não tinha controle, vi os riscos como maiores.
E quem disse que a vida com riscos não era boa hein? ;
- Mais
tolerância com o próximo;
- Mais disposição
em ajudar o próximo de verdade
e a entender que todas as pessoas podem mudar mesmo que demore;
- Novas crenças
fortalecedoras de otimismo, de sucesso, de conquista, de paz, de
esperança, não exatamente aqui no plano material, especialmente
visualizando a vida futura no mundo espiritual, mas não vivo esse futuro
não, vivo o presente sim, só que mais convicta de que o planto hoje será
colhido amanhã;
- Tenho me sentido
mais segura diante das minhas escolhas passadas, presentes e futuras, com
mais auto-responsabilidade;
- Sinto-me mais
satisfeita com a vida e com tudo o que ela me oferece;
Já ouviram falar de Eneagrama? Se sim, ótimo! Se não,
podem ver um pouco sobre aqui!
Uma amiga me apresentou um livro que fala sobre o
assunto e me disse que tinha feito um curso e tal, que era muito bom e ajudava
muito no autoconhecimento.
Li o livro.
Ainda não fiz o curso.
No livro tem um breve questionário que te ajuda a
identificar qual o seu tipo, dos 9 tipos padrão de comportamento. Adivinhem
qual foi o meu?
Tcharam:
|
Características Positivas
· Disciplinados
· Objetivos
· Determinados
· Comprometidos
|
Características Negativas
· Intransigentes
· Rígidos,
intolerantes
· Exageradamente
exigentes
· Tensos
|
Alguém se achou aí? Mas tem mais coisa, muito mais
lá no site que indiquei acima. E no livro também. Cada um tem o seu tipo. Para
vício há uma virtude.
Então, que agora, fazendo terapia tudo ta ficando
mais nu e cru. A psicanálise nos leva a um encontro com o inconsciente e nele
está guardada tanta coisa sobre nós, nossa história. Enfim, e eis que me
encontrei com meu vício emocional de novo, a raiva, só que agora como eu falei,
nua e crua. Não dá mais para fugir dela, de não reconhecê-la, de não admiti-la
como presente desde o passado.
Em situações de stress, tensas em que não tinha habilidade
de lidar a minha saída era a raiva.
Ainda bem que para cada vício há uma virtude para neutralizá-lo.
Agora vivo em busca dela, coisa que vejo muitas
pessoas fazerem também nos dias de hoje tão loucos: em busca da serenidade.
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Vale a pena ler
domingo, 23 de outubro de 2011
O
livro inteiro é muito bom, vale a pena ler. Eu não conhecia a autora, mas
conhecia o seu trabalho sem saber que era dela, olha que alienada. Todo
mundo conheceu o filme Divã e o seriado na Tv,
que eu assisti uma boa parte. Também ao ouvir: Doidas e Santas lembrei da peça de teatro que Cissa Guimarães
estava atuando, bem na época do falecimento do filho. Tudo começou com o Pudim,
é, o Pudim. Recebi um e-mail na empresa com esse texto. Gostei tanto que
postei aqui .
Gostei tanto que fui atrás da autora. Atrás da seguinte forma: cheguei numa
livraria e tinha um livro com o título sugestivo para meu momento naquela hora:
Felicidade por Nada e o nome Martha Medeiros bem acima, tudo de uma forma que
me chamou atenção, obviamente.
Um
aaahhhh! de surpresa levemente saiu pela minha boca. Eu fui ali tomar café com
uma amiga, conversar e olhar uns Dvd´s para Pedro. Saí de lá com café tomado,
dvd´s comprados e mais dois livros: o da Martha e Édipo de Juan David Nasio.
O
livro da Martha ainda ficou uns dias encostados, li primeiro o Édipo, pois
estava decidindo pela terapia psicanalítica e queria rever os conceitos que vi
na faculdade. Psicanálise sempre foi um mistério para mim. Tentei entender
várias vezes, mas me custa muito aceitar alguns conceitos. Bom, mas voltando ao
que interessa. Comecei a ler o livro da Martha e foi que nem aqueles casos que
a gente não quer largar. Daí comecei a levar para onde eu ia. A leitura, posso
dizer, é fácil, são crônicas do cotidiano. Do nosso, cotidiano! Ela traz
assuntos e reflexões novas para mim, referências nas artes, na literatura, na
vida, nas viagens e transforma em um texto envolvente. Por isso vou colocar o
trecho que tem mais a ver com os assuntos que debatemos por aí e por aqui,
achei a nossa cara.
Título: Mulheres na pressão
“Claro
que as mulheres podem tudo, está sacramentado. Mas será que devemos querer tudo? Onde foi parar nosso
critério de seleção? Já não sabemos distinguir o que é prioridade e o pode
ficar em segundo plano: tudo virou prioridade. E só uma mulher supersônica consegue
ter eficiência absoluta em todos os quesitos: melhor mãe, melhor amiga, melhor
filha, melhor namorada, melhor esposa, melhor profissional, melhor dona de casa
e melhor bunda. É morte por exaustão na certa.
Eu proponho, nesse dia internacional da mulher, que
a gente dê folga para nós mesmas. Vamos mudar de assunto. Que se pare de falar
de mulheres que conseguiram engravidar aos 57 anos, que perderam 30 quilos em
duas semanas, que beijaram 28 caras em duas noites de carnaval, que aprenderam
a ganhar dinheiro sem sair de casa, que visitaram 46 países nos últimos 10
anos, que sobreviveram a tragédias, que conseguiram dominar as melenas, que são
executivas completas, que possuem duas centenas de sapatos, que três semanas
depois de se separar já estão felizes nos braços de outro, que preparam um
risoto de funghi em 10 minutos, que têm disposição para rolar no chão com os
filhos, que assistiram a todos os filmes em cartaz, que aparentam ter 15 anos
menos, que exibem barriga de tanquinho um mês depois de parir, que lembram trechos
inteiros dos clássicos que leram na época da faculdade, que superaram traumas,
que arranjam tempo para fazer pilates, ioga, musculação e drenagem linfática.
Dá orgulho, eu sei, mas é competência e uma autopromoção que beira o irreal.
Estou com saudades de ler e ouvir sobre as
adoráveis qualidades dos homens. Eles merecem voltar a ser valorizados em seus
atributos. Isso ajudaria a reduzir nosso stress. Com menos holofotes em nossa
direção, deixaremos de nos cobrar tanto e recuperaremos um pouco da paz das
nossas avós. 8 de março de 2009”
Crédito: Martha Medeiros –
Felicidade por Nada – pág. 45 – 47.
E
aí gostaram? Aos poucos vou postando alguns outros que me chamaram a atenção
tanto quanto este e que mais do que isso, me ensinou algo, mudaram aqui dentro
mesmo. Poucos livros mexeram tanto comigo, acho que tem a ver com a identificação,
transferência enfim, lembram dos conceitos da psicanálise, pois é, estou
aprendendo e experimentando.
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Não sou nenhuma Brastemp
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Nada como o trânsito para nos ajudar a elaborar nossos
rascunhos mentais, e pensar, e analisar a vida, e criar os títulos de nossos
posts!!!
Eis, que me pego, no redemoinho veloz de máquinas
automotivas pensando em: como esse mundo tá louco e todo mundo se comporta como: fosse
tudo normal e veio o famoso slogan da propaganda símbolo da máquina
perfeita, cara, mas é a melhor. E todo mundo quer o melhor!
Hoje temos inúmeras possibilidades de escolhas quando vamos
comprar os eletrodomésticos, mas quem nunca pensou, quando avaliando o peso do
custo no bolso e resolve comprar o produto da concorrente de valor menor praticamente
igual: “não é uma brastemp!” e faz cara de desolado?
Não! Não minhas amigas!
Não estou aqui querendo falar de geladeira, mas de gente
mesmo.
Pensei nesse slogan para falar sobre a necessidade que a
gente tem se imposto nos dias de hoje de ser uma “máquina perfeita e melhor”.
Que por maiores, melhores e mais rápidos sejam os recursos
tecnológicos, não conseguimos ter mais tempo para nós mesmos (as)!!!
Vivemos sem tempo, sem qualidade de vida!
E que temos achado isso normal!
E que eu não sou nenhuma Brastemp, nem pretendo ser.
Ou eu estou enganada?
Ou a gente pode escolher diferente sem nos prejudicar
financeiramente, nem profissionalmente, nem emocionalmente, nem socialmente,
nem individualmente?
Ou, ou, ou... eu só eu que tou parando para pensar sobre
isso?
Compartilhem! E bom fim de semana!!
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Empatia e Resiliência
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Faz tempo que tenho vontade de escrever sobre essas duas capacidades humanas, pois me chamam muita atenção, tanto no exercício da maternidade como na minha relação com o mundo em geral.
Então fiz uma pesquisa no google mesmo tanto das imagens quanto dos textos, li primeiro e resolvi copiar alguns trechos.
A intenção é que, assim como ocorreu comigo, a leitura das palavras e imagens levem a alguma reflexão. O aprofundamento do assunto, na teoria ou na prática, dependerá da vontade e do tempo de cada um. O que farei é o que fazemos sempre: compartilhar uma ídéia e uma experiência. Os crivos que não são links , foram feitos por mim.
"A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico."
Fatores:
Administração das emoções -Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse.
Controle dos impulsos -se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção
Otimismo - Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.
Análise do ambiente - Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presente no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco.
Empatia
Autoeficácia -que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas.
Alcance de pessoas
É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso.
(Acho que esse último fator é o que fazemos na mommysfera!!!)
Gostaram? Compartilhem o que sentiram e o que pensaram!!
Bom fim de semana!!
(Acho que esse último fator é o que fazemos na mommysfera!!!)
Gostaram? Compartilhem o que sentiram e o que pensaram!!
Bom fim de semana!!
"...perceber corretamente o marco de referência interno do outro com os significados e componentes emocionais que contém, como se fosse a outra pessoa, porém sem perder nunca essa condição de “como se”."
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