Quando
retomei a blogar como nunca, estava no dilema maternidade x carreira. Conheci um blog
aqui e acolá e muitos, muitos outros falando de um tema que é comum a todas as
mães e mulheres.
Cada
vez mais esse espaço tem tomado conta de mim e da minha vida. Sinto-me uma
escritora, com direito a redigir no word agora, com tempo para pensar e
escrever dentro dos temas que penso todos os dias, apesar de gostar de postar
na hora que o pensamento vem, mas o tempo não tem deixado.
Daí
que ainda continuo trabalhando fora, Pedro tem 1 ano e 5 meses e eu ainda penso sobre o assunto que parece
não está fechado como eu imaginava.
E
de uma maneira bem humorada gostaria de lhes apresentar as 3 possibilidades e
suas repercussões que imaginei um dia desses.
Então
vamos lá!
Possibilidade 1 – Se eu deixasse de
trabalhar fora integralmente para ficar em casa cuidando do meu filho, da casa,
do marido, etc.
Conclusão: Vida de dondoca? Não, acho que não, não tenho
investimento suficiente para tal, mas restartaria
tudo na minha vida, seria uma reprogramação de tudo. Se eu ia gostar ou não, se
ia ser feliz ou não, isso não dá para dizer, é querer demais. Só sei que se fosse
meu destino aprenderia novas habilidades dentre elas: todas as tarefas domésticas
e uma rotina de dona de casa, mãe de família e esposa. Casa limpa, roupa lavada
e engomada, almoço e jantar do pequeno, quitutes e agrados culinários seriam
bem-vindos, menino na escola (esse dia vai chegar inevitalmente!), ajudar na
tarefa da escola, participar de reuniões na escola, fazer mercantil, levar ao médico,
fazer pagamentos. E o que eu iria fazer nesse horário? Ops! Opções tem várias,
desde de ficar em casa cuidando do que não tempo fazer no outro horário até
zilhões de outras coisas (tipo blogar facebookar, twittar, escrever, escrever).
Não dá para ver concordam! Mas fato é que o óbvio e prático está bem no bolo
dessa conclusão, que se encerra aqui por falta de mais elementos conclusivos.
Possibilidade 2 – Se eu deixasse de
trabalhar fora parcialmente para num horário trabalhar e no outro ficar em casa
cuidando do meu filho, da casa, do marido, etc.
Conclusão: Vida de dondoca? Não, acho que não, não tenho
investimento suficiente para tal, mas restartaria
tudo na minha vida, seria uma reprogramação de tudo. Se eu ia gostar ou não, se
ia ser feliz ou não, isso não dá para dizer, é querer demais. Só sei que se fosse
meu destino aprenderia novas habilidades dentre elas: todas as tarefas domésticas
e uma rotina de dona de casa, mãe de família e esposa. Casa limpa, roupa lavada
e engomada, almoço e jantar do pequeno, quitutes e agrados culinários seriam
bem-vindos, menino na escola (esse dia vai chegar inevitalmente!), ajudar na
tarefa da escola, participar de reuniões na escola, fazer mercantil, levar ao médico,
fazer pagamentos. E o que eu iria fazer nesse horário? Ops! Estaria trabalhando minha gente! Vocês
pensaram que eu tinha errado na edição e repetido tudo era? Não, não! Rá! Só
que na minha opinião seria tudo praticamente do mesmo jeito com exceção da
ocupação nesse horário. Para isso precisaria conciliar muito bem os horários e
vida pela metade numa coisa e pela metade em outra. Tudo em nome de
um respiro para a maternidade. Agora trabalhando em que? Com o que? Em casa? Na
rua? Muito provavelmente na rua, mas tudo depende de outras escolhas
profissionais, daí é querer ir muito além do que não tenho condições no
momento.
Possibilidade 3 – Se eu não deixasse
de trabalhar fora. (essa talvez seja a mais fácil de falar já que é a que vivo
atualmente)
Conclusão: estaria como estou hoje. Pensando, pensando,
pensando, nas outras possibilidades e se uma delas não me satisfaz.







