hoje eu tou péssima, não vou ne compartilhar esse post nas redes sociais, pois ele é um desabafão...
ontem doei sangue e hoje estava super indisposta, mas o pior foi a sensação de desânimo, não fui nem trabalhar a tarde...
mas chato é angústia, algo confuso,. chato e paralisante.
eu não sei o que eu quero...então confuso e sufocante.. tão chato e ...
não sei, gente, não sei...
Agora pelo celular
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Eu nem acredito que finalmente vou poder postar pelo celular. Ppde parecer inacreditavel, mas so agora consegui. E fico feliz, pois me dara mais liberdade para escrever, porem com o agravante que o teclado do cel nao esta acentuando. Preciso resolver isso logo para os posts sairem compreensiveis.
Entao vamoa testar essa 1a. Postagem via celular.
Boa noite.
O que Pedro quer e o que eu quero.
domingo, 25 de novembro de 2012
Acho que já faz 1h que estou de frente do computador para tentar escrever algo aqui. E já parei trilhões de vezes para fazer algo com/pelo/por Pedro que tá numa fase a mil de movimento , chamar a tenção de todas as formas que ele consegue. As mais conhecidas são os tapas e os gritos. Também vale fazer tudo aquilo que ele já aprendeu como "não pode". Já pensei em muitos assuntos, complemento ao post anterior ou outros, mas não tá saindo nada muito elaborado. Só quero agradecer a quem comentou e me deu força, pois adorei. E então que o post de hoje será uma panacéia.
Final de semana estou praticamente à disposição dele, mas nem sempre com a disposição para tudo o que eu imagino que uma criança como ele de 2 anos e 6 meses, única na família de adultos espera da mamãe quando não vai trabalhar.
Eu sei que eu já reclamei e reclamo de não ter mais tempo para meu filho, Que já falei sobre o dilema maternidade x carreira por causa disso e que já falei que acho super sem noção eu mãe, ser a que fica menos tempo com meu filho.
Para quem trabalha de seg. a sex., 8h por dia, o fim de semana é momento para fazer tudo ou quase tudo o que você não consegue na semana, até exames médicos se for necessário, mas a gente sabe que a lista é enorme. Nem sempre consigo priorizar o que gosto e preciso. (já parei mais umas 3 x depois que comecei a escrever.)
Eu quero ter tempo para mim, para Pedro, para marido, para carreira profissional, para lazer, para família, para Deus, para os outros, para o blog, mas 24h multiplicada seja por 7 ou 15 ou 30, sempre parecem insuficientes. Se você deixa de fazer algo que estava agendado para um dia e deixa para outro então se acumula e enfim...
O fato é que para completar estou na fase da tpm e isso altera a intensidade com que sinto e penso sobre as situações. Paciência é a palavra de ordem. E que palavra! E que virtude!
Não escrevo hoje sobre um dos temas do post anterior como eu gostaria, mas falo do trivial, do a dia a dia, do normal, que para alguns é um saco e para outros um momento de se sentir igual. Falo do meu fim de semana, desse especificamente, aliás mais especificamente desta tarde de domingo, pois enquanto escrevo são os sentimentos destas horas que se passaram que movem minhas mãos.
Pedro quer minha atenção. Pedro está cheio de energia. Pedro tem feito coisas que desafiam minha visão de como se educar uma criança. Pedro muitas vezes me irrita quando é teimoso e faz birra e grita e quer pular na cama ou ficar em cima de uma cadeira como se fosse um pula-pula e sem medo. Pedro precisa de mim para tomar banho, escovar os dentes.Pedro bagunça os brinquedos na sala, no quarto e na área da casa e nem sempre quer arrumar. Pedro quer assistir Galinha Pintadinha quase todo o tempo. Pedro aprendeu a falar:"mãe compra", "mãe quer ir para o shopping ou para o mercantil".(aonde ele aprendeu isso? não vivemos em shopping nem comprando sempre... =/ )
Eu quero dar atenção a Pedro, mas também quero escrever um post. Quero me atualizar nas redes sociais, assistir TV, descansar, namorar, dormir, sair por aí, estudar, pensar, ler um livro, fazer contas, pagamentos, quero trabalhar, quero fazer atividade física, atividade voluntária. Quero dar uma boa educação para Pedro, quero que ele se alimente bem, quero se seja educado e que não se iluda com propagandas nem consumismo.Dias como esses as vezes me sinto esgotada, cansada fisicamente, mentalmente e não fiz tudo o que queria ter feito. (expectativa é o fim!)
Daqui pouco vou colocá-lo para dormir. Já será a minha hora de dormir também. Amanhã tenho trabalho e tudo começa de novo.Pedro está de férias.E eu me sinto mais leve por ter escrito tudo. Muita gente talvez não entende, esnoba, faz hora comigo, pode até ri de tudo o que escrevo e do por quê, mas como tenho aprendido o que importa são minhas convicções. Obrigada Deus por isso.
Boa semana a todos!!!
Final de semana estou praticamente à disposição dele, mas nem sempre com a disposição para tudo o que eu imagino que uma criança como ele de 2 anos e 6 meses, única na família de adultos espera da mamãe quando não vai trabalhar.
Eu sei que eu já reclamei e reclamo de não ter mais tempo para meu filho, Que já falei sobre o dilema maternidade x carreira por causa disso e que já falei que acho super sem noção eu mãe, ser a que fica menos tempo com meu filho.
Para quem trabalha de seg. a sex., 8h por dia, o fim de semana é momento para fazer tudo ou quase tudo o que você não consegue na semana, até exames médicos se for necessário, mas a gente sabe que a lista é enorme. Nem sempre consigo priorizar o que gosto e preciso. (já parei mais umas 3 x depois que comecei a escrever.)
Eu quero ter tempo para mim, para Pedro, para marido, para carreira profissional, para lazer, para família, para Deus, para os outros, para o blog, mas 24h multiplicada seja por 7 ou 15 ou 30, sempre parecem insuficientes. Se você deixa de fazer algo que estava agendado para um dia e deixa para outro então se acumula e enfim...
O fato é que para completar estou na fase da tpm e isso altera a intensidade com que sinto e penso sobre as situações. Paciência é a palavra de ordem. E que palavra! E que virtude!
Não escrevo hoje sobre um dos temas do post anterior como eu gostaria, mas falo do trivial, do a dia a dia, do normal, que para alguns é um saco e para outros um momento de se sentir igual. Falo do meu fim de semana, desse especificamente, aliás mais especificamente desta tarde de domingo, pois enquanto escrevo são os sentimentos destas horas que se passaram que movem minhas mãos.
Pedro quer minha atenção. Pedro está cheio de energia. Pedro tem feito coisas que desafiam minha visão de como se educar uma criança. Pedro muitas vezes me irrita quando é teimoso e faz birra e grita e quer pular na cama ou ficar em cima de uma cadeira como se fosse um pula-pula e sem medo. Pedro precisa de mim para tomar banho, escovar os dentes.Pedro bagunça os brinquedos na sala, no quarto e na área da casa e nem sempre quer arrumar. Pedro quer assistir Galinha Pintadinha quase todo o tempo. Pedro aprendeu a falar:"mãe compra", "mãe quer ir para o shopping ou para o mercantil".(aonde ele aprendeu isso? não vivemos em shopping nem comprando sempre... =/ )
Eu quero dar atenção a Pedro, mas também quero escrever um post. Quero me atualizar nas redes sociais, assistir TV, descansar, namorar, dormir, sair por aí, estudar, pensar, ler um livro, fazer contas, pagamentos, quero trabalhar, quero fazer atividade física, atividade voluntária. Quero dar uma boa educação para Pedro, quero que ele se alimente bem, quero se seja educado e que não se iluda com propagandas nem consumismo.Dias como esses as vezes me sinto esgotada, cansada fisicamente, mentalmente e não fiz tudo o que queria ter feito. (expectativa é o fim!)
Daqui pouco vou colocá-lo para dormir. Já será a minha hora de dormir também. Amanhã tenho trabalho e tudo começa de novo.Pedro está de férias.E eu me sinto mais leve por ter escrito tudo. Muita gente talvez não entende, esnoba, faz hora comigo, pode até ri de tudo o que escrevo e do por quê, mas como tenho aprendido o que importa são minhas convicções. Obrigada Deus por isso.
Boa semana a todos!!!
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Saindo de cima do muro
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Todo mundo sabe que quando criei o blog foi para falar sobre
meu dilema maternidade x carreira e também desabafar, refletir e falar do
desenvolvimento do meu filho.
Comecei como todas começam, timidamente e aos poucos fui desenrolando, conhecendo e seguindo outros blogs, interagindo, novo layout e redes sociais, enfim, fiz o que eu achava bacana fazer.
Até que o tempo foi passando e percebi que precisava parar para pensar no que realmente eu queria, para que? Por que? Para quem? Qual era o meu lugar e o do blog? E qual a nossa razão de ser? Resposta: Descobrir e informar.
Muitas mudanças na vida real e exigiram de mim realmente ficar na realidade e cuidar dela para cuidar de mim e aos que estavam ao meu redor.
Então que diante dessas mudanças, tenho me posicionado mais e mais. Convicções sendo fortalecidas e me sinto saindo de cima do muro diante de algumas questões tão importantes e de impacto no mundo.
Existem assuntos que mechem comigo de um jeito mais forte:
Deus,
consumo consciente,
relação pais e filhos,
valorização da vida,
educação infantil,
autoestima,
gentileza e respeito,
arte em geral,
estímulo a leitura,
alimentação saudável,
Comecei como todas começam, timidamente e aos poucos fui desenrolando, conhecendo e seguindo outros blogs, interagindo, novo layout e redes sociais, enfim, fiz o que eu achava bacana fazer.
Até que o tempo foi passando e percebi que precisava parar para pensar no que realmente eu queria, para que? Por que? Para quem? Qual era o meu lugar e o do blog? E qual a nossa razão de ser? Resposta: Descobrir e informar.
Muitas mudanças na vida real e exigiram de mim realmente ficar na realidade e cuidar dela para cuidar de mim e aos que estavam ao meu redor.
E o blog ficou quase 2 meses parado, sem atualização, mas
minha vontade de fazer algo de melhor pelas pessoas não parou.
Penso que podemos ajudar aos outros de várias formas e uma delas na
atualidade, são as redes sociais.Então que diante dessas mudanças, tenho me posicionado mais e mais. Convicções sendo fortalecidas e me sinto saindo de cima do muro diante de algumas questões tão importantes e de impacto no mundo.
Existem assuntos que mechem comigo de um jeito mais forte:
Deus,
consumo consciente,
relação pais e filhos,
valorização da vida,
educação infantil,
autoestima,
gentileza e respeito,
arte em geral,
estímulo a leitura,
alimentação saudável,
Cada um deles se desdobram em vários aspectos como temos visto nos variados grupos de discussões nas redes sociais e em movimentos que já existem a muito tempo, mas que eu acompanhava bem de longe.
Resolvi sair de cima do muro em alguns e me posicionar mais em relação a outros e, na medida do possível, utilizar o Descobertas como um canal para esclarecimento e troca de idéias tanto para mim como para outras pessoas.
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Mamãe estica mais e mais...
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Hoje fui na pediatra com Pedro e lá resolvi falar sobre as novidades no comportamento e desenvolvimento dele que faz hoje 2 anos e 6 meses:
Muitas birras quando é contrariado e em alguns momentos do dia tem dado um nó na minha cabecinha.
Quero saber falar e ser firme nesses momentos evitando qualquer agressão física e/ou verbal.
Muitas vezes me visualizo como o Pato Donald quando fica vermelho e fumaça saindo pela orelhas e esbravejando.
É muito chato isso. Por isso aproveitei a consulta para trocar idéias com a pediatra dele.
quando chega da escola:
- não quer lavar as mãos, tirar a farda, fazer xixi e depois almoçar, se insistimos começa a gritar e chorar, as vezes só quer que eu faça isso e não a babá, as vezes quer bater...
hoje ignoramos e não insistimos, daí ele que foi atrás de lavar as mãos e fazer o restante...
A pediatra recomendou deixá-lo um tempo a vontade após a chegada da escola
almoço e jantar:
- tem feito muita hora para comer...as vezes come sozinho, as vezes quer que alguém dê a comida; as vezes quer ficar brincando e vai e volta para a cadeira ou fica em pé perto da pessoa que ele acha que vai dar a comida...
A pediatra recomendou não dar a comida se ele já sabe comer sozinho... dar a comida só se ele estiver doente...
birras
- quando contrariado Pedro demonstra sua raiva através de uma expressão tipica do Hulk.
Ele aprendeu com os adultos que convivem com ele na família a brincar de Hulk, mas foi além da brincadeira.
- até na escola ele já demonstrou. grita, chora, quer bater, não tem paciência para esperar.
A pediatra recomendou firmeza, o castigo que eu já tinha dito que colocava sentado como na Super Nany e depois vou conversar.
Tudo isso me deixa confusa as vezes, pois não sei o que pode causar, se é que tem uma causa específica:
- chamar a atenção dos pais que trabalham o dia todo?
- fase? terrible two?
- genética?
- temperamento? personalidade?
Apesar de tudo isso o que me acalma é sentir que no geral mesmo meu filho é uma criança alegre; educada quando está nos ambientes em que ainda não se sente o rei da cocada preta; inteligente e com excelente memória; saudável e lindo.
Sabe o que eu sinto? Que tudo isso é normal numa criança, mas que meus paradigmas tentam me amedrontar. Por isso tenho que me esticar mais e mais para entender e ter paciência.
Compreender a individualidade que se forma a cada dia e que me mostra quem é e será meu filho enquanto um ser independente de mim e que não é um pacote pronto.
É isso que sinto e que no dia a dia não é tão simples de aceitar e praticar, mas só de refletir já está valendo.
Muitas birras quando é contrariado e em alguns momentos do dia tem dado um nó na minha cabecinha.
Quero saber falar e ser firme nesses momentos evitando qualquer agressão física e/ou verbal.
Muitas vezes me visualizo como o Pato Donald quando fica vermelho e fumaça saindo pela orelhas e esbravejando.
É muito chato isso. Por isso aproveitei a consulta para trocar idéias com a pediatra dele.
quando chega da escola:
- não quer lavar as mãos, tirar a farda, fazer xixi e depois almoçar, se insistimos começa a gritar e chorar, as vezes só quer que eu faça isso e não a babá, as vezes quer bater...
hoje ignoramos e não insistimos, daí ele que foi atrás de lavar as mãos e fazer o restante...
A pediatra recomendou deixá-lo um tempo a vontade após a chegada da escola
almoço e jantar:
- tem feito muita hora para comer...as vezes come sozinho, as vezes quer que alguém dê a comida; as vezes quer ficar brincando e vai e volta para a cadeira ou fica em pé perto da pessoa que ele acha que vai dar a comida...
A pediatra recomendou não dar a comida se ele já sabe comer sozinho... dar a comida só se ele estiver doente...
birras
- quando contrariado Pedro demonstra sua raiva através de uma expressão tipica do Hulk.
Ele aprendeu com os adultos que convivem com ele na família a brincar de Hulk, mas foi além da brincadeira.
- até na escola ele já demonstrou. grita, chora, quer bater, não tem paciência para esperar.
A pediatra recomendou firmeza, o castigo que eu já tinha dito que colocava sentado como na Super Nany e depois vou conversar.
Tudo isso me deixa confusa as vezes, pois não sei o que pode causar, se é que tem uma causa específica:
- chamar a atenção dos pais que trabalham o dia todo?
- fase? terrible two?
- genética?
- temperamento? personalidade?
Apesar de tudo isso o que me acalma é sentir que no geral mesmo meu filho é uma criança alegre; educada quando está nos ambientes em que ainda não se sente o rei da cocada preta; inteligente e com excelente memória; saudável e lindo.
Sabe o que eu sinto? Que tudo isso é normal numa criança, mas que meus paradigmas tentam me amedrontar. Por isso tenho que me esticar mais e mais para entender e ter paciência.
Compreender a individualidade que se forma a cada dia e que me mostra quem é e será meu filho enquanto um ser independente de mim e que não é um pacote pronto.
É isso que sinto e que no dia a dia não é tão simples de aceitar e praticar, mas só de refletir já está valendo.
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Senta que lá vem a história
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tenho 02 momentos marcantes para registrar no dia de hoje.
1º MOMENTO
Pedro dormiu ontem pela 1ª vez SEM bico!!! Todas gritam e se alegram!!!!
Fiquei observando e esperando para ver se era verdade o que estava ocorrendo e se não eu mesma não ia me trair, oferecendo automaticamente o consolo de todas as noites ao pequeno.
Ele, sussurrou algumas vezes pedindo o bico, mas me fiz de surda e ele também não insistiu e acabou adormecendo.
Nossa!!! Muitas mudanças têm ocorrido desde que Pedro completou 2 anos.. todas nos deixam boquiabertos, impressionados, algumas eu estava presente, outras não, outras todo mundo viu, outras só na escola, mas essa só eu estava ali. Como já falei uma vez o momento de dormir é bem sagrado e bem meu e dele. Enfim, vamos ver como serão as próximas noites.
2º MOMENTO
A escola do Pedro está com um projeto de folclore onde envolve a participação das avós dos alunos.
Pedro foi sorteado e a vovó Lúcia foi escalada para ir na escola contar uma história da sua infância ou qualquer outra para criançada.
Ela contou a história do livro: "Adivinha o quanto eu te amo".
No começo estava um pouco tímida, mas depois tomou gosto e enquanto contava a historinha lembrou-se de uma situação da sua infância e quando terminou a história do livro contou a sua própria.
A vovó se garantiu, toda jeitosa com as crianças, interagiu com elas e Pedro participou também, foi um momento bem animado e emocionante que registrei com fotos!!!
Ah, quero dizer que essa fase dos 2 anos tem exigido muita paciência também, devido as birras e teimosias. Pedro é muito esperto e cheio de energia. Depois faço um post sobre essas questões da maternidade.
1º MOMENTO
Pedro dormiu ontem pela 1ª vez SEM bico!!! Todas gritam e se alegram!!!!
Fiquei observando e esperando para ver se era verdade o que estava ocorrendo e se não eu mesma não ia me trair, oferecendo automaticamente o consolo de todas as noites ao pequeno.
Ele, sussurrou algumas vezes pedindo o bico, mas me fiz de surda e ele também não insistiu e acabou adormecendo.
Nossa!!! Muitas mudanças têm ocorrido desde que Pedro completou 2 anos.. todas nos deixam boquiabertos, impressionados, algumas eu estava presente, outras não, outras todo mundo viu, outras só na escola, mas essa só eu estava ali. Como já falei uma vez o momento de dormir é bem sagrado e bem meu e dele. Enfim, vamos ver como serão as próximas noites.
2º MOMENTO
A escola do Pedro está com um projeto de folclore onde envolve a participação das avós dos alunos.
Pedro foi sorteado e a vovó Lúcia foi escalada para ir na escola contar uma história da sua infância ou qualquer outra para criançada.
Ela contou a história do livro: "Adivinha o quanto eu te amo".
No começo estava um pouco tímida, mas depois tomou gosto e enquanto contava a historinha lembrou-se de uma situação da sua infância e quando terminou a história do livro contou a sua própria.
A vovó se garantiu, toda jeitosa com as crianças, interagiu com elas e Pedro participou também, foi um momento bem animado e emocionante que registrei com fotos!!!
Dica de Passeio em Fortaleza
domingo, 19 de agosto de 2012
Desde que me conheço por gente, a Praça Passeio Público era sinônimo de lugar perigoso e de prostituição. Você pode ver um pouco da história do lugar aqui ou pesquisar mais no google.
Bem no Centro da Cidade Fortaleza, vizinho ao Hospital Santa Casa de Misericórdia, euzinha nunca tinha entrado na praça até hoje.
Já tinha ouvido falar muito da revitalização da praça, até a Mãe do Guri - Angi Simon que mudou-se há uns 3 meses de Porto Alegre para Fortaleza, já conhecia a praça e suas atrações, mas eu não!
Até que hoje, peguei o celular e vi uma mensagem, um convite de uma grande amiga para um piquenique no Paasseio Público, aceitei prontamente.
Graças a Deus, um espaço público e de graça, longe dos apelos consumistas e arborizado, seguro e divertido, além do Dragão do Mar, para levar nossas crianças em Fortaleza!!!
Amei e indico!!!
Coloquei algumas fotos:
Bem no Centro da Cidade Fortaleza, vizinho ao Hospital Santa Casa de Misericórdia, euzinha nunca tinha entrado na praça até hoje.
Já tinha ouvido falar muito da revitalização da praça, até a Mãe do Guri - Angi Simon que mudou-se há uns 3 meses de Porto Alegre para Fortaleza, já conhecia a praça e suas atrações, mas eu não!
Até que hoje, peguei o celular e vi uma mensagem, um convite de uma grande amiga para um piquenique no Paasseio Público, aceitei prontamente.
Graças a Deus, um espaço público e de graça, longe dos apelos consumistas e arborizado, seguro e divertido, além do Dragão do Mar, para levar nossas crianças em Fortaleza!!!
Amei e indico!!!
Coloquei algumas fotos:
![]() |
| Contação de História |
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| Pedro adorou os peixes, mas acho que está precisando de uns cuidados a mais com os bichinhos. |
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| Pessoas especiais!!! |
meu menino que foi dormir sozinho
terça-feira, 24 de julho de 2012
como falei no post anterior está tudo bem corrido... além de tudo o que já fazia, resolvi entrar no mundo das vendas de lingerie e agora de cosméticos...inscrevi-me num curso s a distância sobre empreendedorismo...dentre outras facetas... daí que tenho dormido tarde quase todas as noites para dar conta de tudo...
Pedro está com 2 anos e 2 meses.. cada vez mais rapaz, independente, com seu desenvolvimento da fala e comportamento e desenvoltura que nos tornar mais interdependentes do que dependentes como no primeiro ano....
A hora de dormir é a sagrada.. se eu estiver em casa ele só quer dormir comigo deitadinho na rede... e eu, gosto, apesar de precisar em alguns dias que ele dormisse com o pai ou sozinho, mas estava deixando que o tempo ditasse suas regras...
Então que hoje meu menino ficou por aqui, parecendo não ir enquanto a mamãe não fosse.. eu, no computador organizando planilhas e idéias, o dia seguinte e tal o incentivava a se deitar na cama que "a mamãe vai já!"
E não é que ele foi? De repente me vi sozinha... e não gostei do que senti... fui olhá-lo na cama, estava lá movimentando a mãozinha no "nenê" dele como se fazendo carinho, seu boneco de transição que virou companheiro de todas as noites...
Sempre quis que Pedro independente, mas acho que independência não existe, somos interdependentes mesmo... Todos nós neste mundo... Senti um misto de orgulho e já, uma nostalgia do meu bebê.
Não sei se todas as noites será assim, mas algo me diz que meu bebê está mais para menino
Pedro está com 2 anos e 2 meses.. cada vez mais rapaz, independente, com seu desenvolvimento da fala e comportamento e desenvoltura que nos tornar mais interdependentes do que dependentes como no primeiro ano....
A hora de dormir é a sagrada.. se eu estiver em casa ele só quer dormir comigo deitadinho na rede... e eu, gosto, apesar de precisar em alguns dias que ele dormisse com o pai ou sozinho, mas estava deixando que o tempo ditasse suas regras...
Então que hoje meu menino ficou por aqui, parecendo não ir enquanto a mamãe não fosse.. eu, no computador organizando planilhas e idéias, o dia seguinte e tal o incentivava a se deitar na cama que "a mamãe vai já!"
E não é que ele foi? De repente me vi sozinha... e não gostei do que senti... fui olhá-lo na cama, estava lá movimentando a mãozinha no "nenê" dele como se fazendo carinho, seu boneco de transição que virou companheiro de todas as noites...
Sempre quis que Pedro independente, mas acho que independência não existe, somos interdependentes mesmo... Todos nós neste mundo... Senti um misto de orgulho e já, uma nostalgia do meu bebê.
Não sei se todas as noites será assim, mas algo me diz que meu bebê está mais para menino
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mimimi
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Passando rapidim para dizer uma coisa que está nítida: estou sem tempo.
Já não bastasse trabalhar no horário comercial de segunda a sexta, ser blogueira, mãe, mulher, esposa, filha, tia, nora, cunhada, amiga, agora resolvi ser : VENDEDORA!
Uauuuu que louca!! Vocês devem está imaginando..Bom, faz 2 meses isso... vamos ver no que vai dar. Escolhi vender lingerie e comésticos...
Não vou usar o blog para fazer propaganda nem vender nada. Isso estou fazendo no facebook e outros meios.
Aqui é meu espaço de mãe, mulher e do meu filho...
Eu não queria fazer mimimi, mas não teve jeito... Passei rapidim para fazer miimimi..
Já não bastasse trabalhar no horário comercial de segunda a sexta, ser blogueira, mãe, mulher, esposa, filha, tia, nora, cunhada, amiga, agora resolvi ser : VENDEDORA!
Uauuuu que louca!! Vocês devem está imaginando..Bom, faz 2 meses isso... vamos ver no que vai dar. Escolhi vender lingerie e comésticos...
Não vou usar o blog para fazer propaganda nem vender nada. Isso estou fazendo no facebook e outros meios.
Aqui é meu espaço de mãe, mulher e do meu filho...
Eu não queria fazer mimimi, mas não teve jeito... Passei rapidim para fazer miimimi..
2 anos e 2 meses de mãe
sábado, 30 de junho de 2012
Oi.... tudo bem com vocês?
Amanhã é dia 1º do mês de julho.. mês do meu niver, diga-se de passagem... mas amanhã Pedro fará 2 anos e 2 meses.. e eu farei 2 anos e 2 meses de mãe...
e hoje resolvi falar rapidamente e objetivamente e em poucas palavras que eu mereço parabéns também a cada comemoração de niver do Pedro...
sabem o porquê?
Vou explicar: depois desses 2 anos e 2 meses percebi hoje que sou uma mãe que amadurece junto com o filho.
Pedro nestes 2 últimos meses está no 3º episódio de gripe, que na realidade começa com uma simples/inocente e dissimulada corisa, que depois evolui para uma secreção mais carregada e tosses (que resolvi simplesmente dando aerosol com soro).. depois aparece a tão temida e já falada por mim aqui... a FEBREEE....
Pois bem.. Há uns meses atrás que não me lembro quanto, Pedro teve uma conjuntivite quando estava grupado.
E não é que pegou de novo... E teve febre hoje... E a mamãe aqui nem tremeu nas bases...Desde de manhã que percebemos o corpo dele mais quente, mas o termômetro não acusava febre.. Só quando deu 38 quase de noite que resolvi dá dipirona, na maior tranquilidade, como quem dá água para quem está com sede.
Então pensei: Opa!!! Eu estou melhor! Eu amadurecei um cadim!!!! Não é só o filho que cresce a mãe também!!!
Resultado: está tudo sob controle, a febre passou e a conjuntivite leva um tempo para sarar né...
Detalhe: nem liguei para a pediatra dele para perguntar o que fazer.
Mereço ou não um parabéns!!!
Parabéns mamãe você cresceu!!!
Beijos
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os outros assuntos...as polêmicas... e as descobertas...
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Para mim é indiscutível o quanto cresci e amadureci com essas mães blogueiras pelo Brasil afora, que me fazem ri, chorar, refletir, pensar e, é claro, descobrir mais e mais sobre a maternidade e tudo o que cerca esse assunto.
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar umequilíbrio. Senti que foi a oportunidade de dizer tudo o que estava entalado na garganta e muitas não tinham coragem de dizer. E isso é bom. Isso é ótimo, masss...
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar um
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
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reflexões
um dos meus maiores medos de mãe e outros assuntos
hoje resolvi ler os blogs maternos como fazia, aliás, como nunca fiz desde que me tornei mãe blogueira.
degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.
já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...
para completar Pedro começou a ter febre hoje.
hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.
***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.
a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...
e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.
a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.
***
queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.
boa noite.
degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.
já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...
para completar Pedro começou a ter febre hoje.
hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.
***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.
a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...
e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.
a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.
***
queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.
boa noite.
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quem puder me ajuda aí vai? (dúvidas sobre desfralde)
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Hoje li no Mulher que Pariu sobre o processo do desfralde por lá e algo me chamou atenção...
O filho da Beca que daqui a pouco faz 2 anos, já toma atitudes de querer tirar fralda quando acorda e de chamar quando vai fazer o xixi...
Sei que cada um cada um gentem! Mas olhem só!
Aqui em casa Pedro já com 2 anos e 24 dias...não pede para tirar a fralda e raramente avisa quando vai fazer xixi... quando quer avisar o nº 1 se confunde com o nº 2 que, eu deduzo, tal confusão seja fruto dos estímulos nas áreas vizinhas e que ele ainda não entende nem controla...
O processo de desfralde iniciou desde o 1 ano e 6 meses... quando resolvemos começar a colocar as cuecas quando ele está em casa... isso fez com que ele identificasse melhor o xixi, mesmo quando está com a fralda, pela temperatura ele abre as pernas e demonstra que há algo diferente ali...até aí beleza!
E decidimos que sempre perguntaríamos se ele quer fazer xixi, levando-o até o penico quando achássemos que era hora de fazer, calculando um tempo entre um xixi e outro, analisando o que ele bebeu... sempre de manhã e antes de dormir perguntamos...
Ele vai para escola de cueca, eu morreeendo de medo dele fazer xixi no trajeto, mas eu coloco antes para fazer (dica da professora), a escola está iniciando o desfralde lá também...
Bom, a minha dúvida é?
Será que o fato de a gente tomar a iniciativa de levá-lo ao penico ao invés de deixá-lo pedir, mesmo que isso signifique mais trabalho e sujeira, buá, buá, buá, ao invés de ajudar, atrapalha a ele tomar iniciativa de pedir?
Ou será que de um jeito ou de outr, conforme o desenvolvimento dele, esse dia chegará?
Help me pleasee!!!
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Pedro
Foge, foge, mulher maravilha
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Vejam bem, o título pensado para o post de hoje era o não menos musical: "eu sei que você sabe, que eu sei que você sabe que é difícil de dizer"
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
É de conhecimento de todas que o ideal perfeccionista é uma praga na maternidade.
Para um perfeccionista, não saber algo que ele acha que deveria saber é uma tortura...
Admitir isso assim na lata... e, e, e para um filho?
Sim, é bom... É bom se permitir aprender com ele!
É bom dizer para SI mesma e ficar tranquila com isso, na paz, na boa com você mesma e continuar brincando de outras coisas bacanas, inventar e reinventar outras figuras na massa de modelar, despertar para outras brincadeiras e estimular sua criatividade que você acha, achava tão pouca!
E ser você mesma, SER HUMANA, de carne e osso, que não sabe, nem precisa saber tudo, mas pode aprender!
E o melhor de tudo, através dessa percepção ter a possibilidade de ensinar isso ao seu filho, com suas atitudes de compreensão consigo mesma e com o outro!
Os pais são sempre vistos como super herós pelos filhos... (por que será hein?)
Eu chuto: talvez por isso, por não saberem dizer que "não sabem isso ou aquilo"
Não sei.. admito outra vez, eu não sei se meu chute está certo...
Agora, parafraseando minha amiga cantora e leitora assídua homenageada no início deste post, que também é filha e tem uma mãe que ainda pretende ser super heroína: "Mãe, você é a mulher MARAVILHOSA não precisa ser a MULHER MARAVILHA" (suspiros!! isso soa como música para meus ouvidos, e música relaxante do tipo que faz você dormir!! fui!)
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Sobre Choro e o NÃO
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Há vários tipos e formas...
Os verdadeiros e os encenados
Os sentidos e os raivosos
Os estridentes e os calados
Mas sempre são acompanhados de lágrimas
Uma vez li em um desses livros sobre o sono dos bebês, que tudo dependia de como a gente lidava com choro...
Sou do tipo que se vejo uma cena emocionante e a pessoa chora, pode olhar para mim que os olhos estão cheios de lágrimas...
Apesar disso tenho vergonha de chorar na frente dos outros...
Desde que me tornei mãe não sei lidar muito bem com o choro de criança, sempre acho que estão fazendo algo de ruim com ela, mas logo tento lembrar que aqui em casa também tem choro, dos vários tipos, e que NUNCA estamos fazendo algo de ruim, pelo menos não usamos de violência física, nem beliscões, nem nada parecido. As vezes grito, coloco sentado no sofá, quando já tentei conversar e entender e a paciência já voou para o espaço há muito tempo.
Mesmo assim não sei lidar muitas vezes com esses choros aqui de casa.
Já ignorei. Já gritei.Já abracei.
Aprendi que esse foi a melhor alternativa até o momento. Foi o que calou o choro.
Mas, e os limites?
E entender que NÃO pode isso, NÃO pode aquilo?
Ou que a mamãe ou papai precisa almoçar, trocar de roupa, voltar ao trabalho, dormir, usar computador, assistir TV, e etc?
E entender que o mundo NÃO gira ao seu redor? Apesar desse pequenino ser praticamente o nosso mundo?
Os verdadeiros e os encenados
Os sentidos e os raivosos
Os estridentes e os calados
Mas sempre são acompanhados de lágrimas
Uma vez li em um desses livros sobre o sono dos bebês, que tudo dependia de como a gente lidava com choro...
Sou do tipo que se vejo uma cena emocionante e a pessoa chora, pode olhar para mim que os olhos estão cheios de lágrimas...
Apesar disso tenho vergonha de chorar na frente dos outros...
Desde que me tornei mãe não sei lidar muito bem com o choro de criança, sempre acho que estão fazendo algo de ruim com ela, mas logo tento lembrar que aqui em casa também tem choro, dos vários tipos, e que NUNCA estamos fazendo algo de ruim, pelo menos não usamos de violência física, nem beliscões, nem nada parecido. As vezes grito, coloco sentado no sofá, quando já tentei conversar e entender e a paciência já voou para o espaço há muito tempo.
Mesmo assim não sei lidar muitas vezes com esses choros aqui de casa.
Já ignorei. Já gritei.Já abracei.
Aprendi que esse foi a melhor alternativa até o momento. Foi o que calou o choro.
Mas, e os limites?
E entender que NÃO pode isso, NÃO pode aquilo?
Ou que a mamãe ou papai precisa almoçar, trocar de roupa, voltar ao trabalho, dormir, usar computador, assistir TV, e etc?
E entender que o mundo NÃO gira ao seu redor? Apesar desse pequenino ser praticamente o nosso mundo?
2 anos de muito aprendizado - finalmente
sexta-feira, 4 de maio de 2012
No post anterior eu terminei falando que tinha vários desdobramentos sobre: criatividade, apoio da família, planejamento e o resultado da pergunta: vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?
Então vamos lá!
Criatividade
Então vamos lá!
Criatividade
Decidir fazer uma festa com suas próprias mãos, significa que você usará muito mais do que as mãos!
Normalmente quando temos poucos recursos somos motivados a encontrar alternativas criativas! Então que sempre subestimei a minha criatividade, mas depois da maternidade venho buscando desenvolvê-la, pois vários blogs me inspiraram a isso: Coisa de Mãe, Mãe do Bento, Super Duper, Mãe de Duas, MMM e minha irmã Adriana, todas de alguma forma me inspiraram com suas idéias e reflexões sobre festa de aniversário, tanto em relação ao tipo de festa quando a parte artística da coisa pode se dizer assim.
Assim fiquei satisfeita de ver o potencial que há em mim, basta estimular.
Abre parênteses
Ainda sobre criatividade, considero-a muito importante, inclusive para a relação da mãe com o filho, pois no meu caso por exemplo, as vezes me vejo sem criatividade, me pego sem saber o qeu fazer, o que inventar, mas na realidade tem a ver com essa falta de estímulo. Perceber isso dói um pouco e frustra, mas não há tempo para isso, o tempo é de buscar as alternativas e aproveitar o tempo da melhor e mais gostosa forma possível.
Fecha parênteses
Apoio da família
Minha família é o must! Sem ela não teria o mesmo sentido fazer tudo o que fiz! E teria conseguido, pois foi com ajuda dela que tudo deu certo. E a confirmação disso foi a onda de felicidade que nos invadiu e nos contagia até hoje com o resultado da festa.
Minha mãe ficou muito orgulhosa, senti que ajudou a sua auto-estima, pois se sentiu útil fazendo as tortas de frango e ainda mais recebendo os elogios de todos, até encomenda quiseram fazer!!!
(Há alguns anos atrás minha fazia doces, salgados, tortas por encomenda, mas parou por falta de incentivo do meu pai!)
Planejamento
É fundamental! Fiz todo o tipo de check list necessário para uma festa: convidados, comes e bebes, descartável, material para lembrancinhas e decoração, até agenda com horários de preparação das comidas eu fiz, mas esqueci de alguns detalhes e a falta de experiência com festa fez com que meu marido fosse 3 x no mesmo dia ao supermercado, mesmo depois de eu ter feito um grande supermercado.
E outra, no começo imaginei que o valor a ser gasto seria uma média de X reais , stop!(isso é um grande erro! nunca imagine com dinheiro, sempre tenha certeza, pois se não correrá sérios riscos de gastar mais do que sua imaginação imaginou!!)
Por isso, algo que aprendi é: muito controle e planejamento se pretende fazer uma festa por sua conta, se quiser realmente economizar!
Além da questão financeira têm outros detalhes que podem passar se você não planejar todos os detalhes com calma: as fotos por exemplo. Estou super triste por que eu adoro fotos e acabei deixando de lado isso em muito momentos da festa, tirei só uma com Pedro e meu marido, com meus pais, não tirei com vários amigos, enfim, não gosto nem de falar que me faz mal.
Então, a idéia é: saiba bem o que quer do início até o fim da festa e tente manter o controle de todos os aspectos, para que você possa curtir a festa e o resultado dela .
E aí? Vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?
Minha resposta é: SIM.
Vale a pena sim.
É bastante cansativo quando você não tem experiência, mas acredito que daí em diante você consegue não cair nas armadilhas da empolgação e segura a onda mantendo o foco no que realmente é importante para você.
Agora o maior aprendizado que eu tive com tudo isso foi que ser perfeccionista é muito chato, por que a festa foi ótima, todo mundo por unanimidade elogiou , adorou, sentimos a energia no ar de que tudo estava bem como foi possível ser e a perfeccionista aqui fica procurando o que faltou!!!
Descobrir isso, foi outro grande aprendizado desde 2 anos... Sai de mim perfeccionismo, sai.
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festas,
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Pedro
2 anos de muito aprendizado - parte II (agora com fotos!))
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Comes e bebes
Por ter decidido fazer no
feriado, a primeira coisa que precisei me certificar era do que funcionaria
neste dia.
Daí que o local onde eu
encomendaria por ser gostoso e em conta, não iria funcionar no feriado e por isso tive que
reprogramar tudo na minha cabecinha.
Então, conversando com a família,
decidimos colocar a mão na massa e fazer tudo que estivesse ao nosso
alcance.
A única coisa que consegui
encomendar e num lugar que eu tinha referência que era muuuuito gostoso foi o
Bolo com o tema, pois isso era fundamental, foi bem salgado, mas valeu a pena
total.
O bolo estava simplesmente uma
delícia, cada pedaço valeu cada centavo!
Comprei também uns gelinhos que
parecem dindins, os sucos e refrigerantes.
Então o que teve de comes e bebes
e nós (eu, minha mãe, minha irmã, minha sogra e meu marido e meu cunhado)
fizemos foi:
Salgados (canudinhos, pastéis)
Torta de frango
Mini hot dogs
Patê e pão de leite
Brigadeiros bolinhas e de copinho
Cupcakes
Gelatinas
Pipocas
Salada de Frutas
| mesa de docinhos |
| salgados, tortas de frango, hot dogs e salada de frutas |
| gelatinas e pipocas |
O que mudou da idéia inicial
- Resolvi fazer um peso de porta
como lembrancinhas, usando o que tínhamos em casa: latas de leite do Pedro!
Comprei EVA depois de várias
pesquisas na internet, fizemos algo que ficou bacana.
Eu e meu marido começamos a fazer uns 20 dias antes da festa, foram algumas noites e madrugadas preparando e aperfeiçoando para ficar assim como está na foto!
Eu e meu marido começamos a fazer uns 20 dias antes da festa, foram algumas noites e madrugadas preparando e aperfeiçoando para ficar assim como está na foto!
- Eu não queria dar nada para
crianças com muito doce e chocolate, acabei cedendo um pouco, mas beeeem pouco
e comprei saquinhos do tema, coloquei mais brinquedinhos e uns 4 doces, só! E
pronto!
| lembrancinhas peso de porta, os saquinhos com os brinquedos e bombons estavam na mesma mesa, mas daqui não dá para ver direito. |
- Comprei pedaços de TNT nas
cores do tema: laranja, vermelho, verde, amarelo e marrom, para colocar nas
mesas dos convidados e balões nas mesmas cores para enfeitar o ambiente.
- Como minha cunhada faz
decoração de festa, tem mesas com os temas, quando a convidei, imediatamente
ela disse que levaria a mesa do cocoricó para a festa, o que não pude recusar,
mas disse-lhe que bastavam os personagens.
Ela, caprichosa, levou mais do
que isso, mas não muito, eu já sabia o que queria, como e aonde então defini os
espaços na hora da decoração e ela fez o resto.
- Decidimos alugar cama elástica
e piscina de bolinhas.
- Tive a idéia de levar a
barraquinha do cocoricó, a mesa e cadeiras do Pedro e alguns brinquedos, papel
e lápis de cor para ter um espaço especial para as crianças de divertirem.
E o aprendizado?
Cenas dos próximos posts...
Vários
desdobramentos tenho para fazer sobre: criatividade, apoio da família,
planejamento e o resultado da pergunta: vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?
Não quero cansar vocês, preciso
curtir meus amores e descansar um pouco, pois uma coisa que aprendi na certa,
fazer a festa é bem emocionante e mais barato, mas dá um trabalhão!!! Ainda estou me recuperando!!!!
Depois voltar para continuar.
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Pedro
2 anos de muito aprendizado – parte I
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ontem, dia 1º de maio, Dia do Trabalho, Pedro completou seus 2 aninhos e a mamãe aqui, que
estava resolvida a fazer algo simples, em casa mesmo e com as próprias mãos,
tem muito o que contar.
Nossa! Desde a véspera da festa queria escrever no blog, mas
não tinha condições. Ou eram palavras escritas, ou brigadeiros feitos...
preferi os brigadeiros...
Já pensei e repensei em várias maneiras de contar como foi
tudo: em detalhes, resumido, objetivo, curto, longo, em partes de I ao infinito
(hahaha), com ou sem fotos, de forma cômica ou romântica... então vou escrever
o que vem a minha cabeça agora e depois organizo por que é muita coisa para
contar minha gente.
E ainda tem uma carta que quero escrever para meu filho. Já
li cartas das mamães ao seus filhos em vários blogs, mas nunca tive vontade
fazer uma e, na realidade, nem tenho muita paciência para ler muito as das
mamães. Não seria uma poesia ou mensagem, seria uma carta mesmo, do tipo que
conta mais ou menos o que estava rolando nesse ano em que ele completava 2
anos, para daqui há alguns se ele quiser saber, ter onde se informar, pois
normalmente não lembramos do que nos ocorreu quando tínhamos 2 anos, ou tem
alguém aí que se lembre?
Bom, mas a carta virá depois em outro post só para ela.
Agora deixem eu colocar tudo aqui e
depois vou arrumar para não confundir vocês, nem cansar a leitura.
A data
Decidir fazer no
dia, ou não, era necessário, pois a escolha mudaria o rumo de tudo a começar pela
presença dos convidados e dos serviços disponíveis para este dia.
Então que decidi fazer no dia
mesmo, valorizando para ele, enquanto eu puder, a sua real data. (Sinto que
todo ano terei que escolher sobre isso, até o dia em que ele mesmo puder
escolher.)
A comemoração
Depois da festa do 1º ano e de conhecer mais e mais a
mommysfera pensei e repensei bastante sobre que tipo de festa eu faria nos 2
anos. (Na festa de 1 ano não contei
pipoca e contratei buffet e tudo, para mim tinha que ser tudo prático e
objetivo não queria ter trabalho com nada, nem me preocupar, além do que nunca
apostei muito na minha criatividade e habilidade manual, mas isto foi um dos
grandes aprendizados desde 2 anos.)
Até que foi chegando mais perto e mais perto, quando começou
2012 e eu que já era outra mãe depois da mommysfera dentre outras coisas,
decidida a ter como uma das metas manter o controle financeiro e diminuir o
consumismo, valorizar mais o SER do que TER resolvi que faríamos uma festa simples
e básica e dentro das nossas REAIS possibilidades.
Não teria mesa de decoração, nem nada personalizado, nem
grandes enfeites, nem lembrancinhas personalizadas.
Seria só o bolo, salada de frutas, gelatina, pipoca, picolé,
suco, refrigerante, alguns salgados e os balões da cor do tema escolhido e
algum desenho na parede ou algum boneco na mesa, faria também docinhos e
cupcakes para colorir e decorar.
Pesquisaria nos blogs maternos e de festa infantil para
encontrar várias dicas e modelos bacanérrimos de como preparar uma festa com
pouco dinheiro.
Seria uma festa para as pessoas mais próximas e que nos
acompanham mais de perto, independentemente do nascimento do Pedro.
O tema
Pedro sempre demonstrou gosto pelas cócós.. não
necessariamente por alguma personagem específica, mas decidi fazer o tema do
Cocoricó, por eu mesma gostar dele e por saber que agradaria a ele também.
O local
Salão de festa do nosso prédio, incluso mesas e cadeiras
para 48 pessoas e o freezer. (0800)
O convite
Primeiro pensei em comprar aqueles convites simples e básicos
que vendem nas lojas de festas e no maior estilo tradicional deixá-los na casa
de cada família, mas o tempo não me permitiu essa proeza.
Fiz o convite no computador e enviei por email e liguei para
todos os convidados o que me trouxe uma sensação gostosa de maior aproximação
do mundo real, de ouvir a voz e de compartilhar da alegria das pessoas.
Adorei!!!!
P.s: então que decidi, depois de ler o texto original no word, dividir em partes, para não cansar vocês!!! ;-)
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O tal do relatório...
sábado, 28 de abril de 2012
Espera aí gente só um minutinho para eu tirar a poeira aqui...cof, cof...
Que vergonha! Blogueira ingrata! Quase um mês sem postar uma letra!
Imagino que não deve ser nada mais deprimente para um blog, do que passar muito tempo sem receber o carinho das teclas de sua blogueira e nem dos leitores, pausa para uma breve reflexão...huuummmm
Pronto! Chega de lamentações e vamos ao que interessa...
Ontem foi a 1ª reunião de pais na escola do Pedro. Quando me avisaram (3 dias antes) da reunião explicando como seria e que eu receberia um relatório, UM NÃO, DOIS, imediatamente visualizei tudo e um misto de orgulho-alegria-curiosidade se apossaram dessa mãe.
Eu não perderia essa reunião por nada nesse mundo, aliás só pelo Pedro, claro!
Seria individual e de tal hora até tal hora da manhã.
Obviamente que eu estaria abrindo o portão da escola nesse dia, primeiro porque seria o melhor horário mesmo e segundo porque não conseguiria me concentrar em mais nada se eu não visse logo os: TAIS RELATÓRIOS!
Só que essa ânsia toda era mais por um deles do que pelo outro, embora este último seja tão importante quanto o primeiro.
Acontece que eu a-d-o-r-o ver o que meu filho faz na escola!
Intonse, simplesmente que o relatório de atividades era a razão da minha ansiedade monstra.
Eu , que não preciso de muita coisa para ficar ansiosa, ficava brincando falando para o pai dele dizendo: "Na sexta-feira, vai ter a reunião de pais e eu vou lá pegar o RELATÓRIO." Enchia a boca para falar brincando e o pai entrava na brincadeira também, pois é algo novo para nós dois. É um misto de: gostoso + e aí o que foi que ele aprendeu mesmo na escola?
Agora falando sério, a professora sentou frente a frente comigo, nas cadeirinhas da sala mesmo começamos a conversar, contou dos projetos que existem, como Pedro se comportou no início e como está hoje, sobre a manifestação da sua linguagem verbal, sua facilidade de dançar e se movimentar com música, sobre sua alta concentração na contação de histórias, sobre leitura e manuseio dos livros, sobre o que já existe e sobre o que não surgiu ainda e sobre o que virá a partir do próximo bimestre. Inclusive tudo o que conversamos e algo mais estava no relatório formal, digitado e feito pela professora.
Não tive tempo de olhar o relatório das atividades na mesma hora com ela, só quando cheguei no trabalho e muito rápido.
Só a noite já em casa com o pai, com a tia e com ele, nada mais nada menos que o autor do relatório, Pedro (nada mais justo não é?) foi que apreciamos os rabiscos, as colagens, as pinturas e para meu drama/materno/perfeccionista algumas páginas sem nada disso com um FALTOU no canto , = ( , o que faz parte diante de duas vezes que Pedro faltou a escola e cada vez foi de 1 semana inteira.
E tudo ficou mais alegre e colorido por causa de um relatório.
Ah! Se todos os relatórios de nossas vidas tivessem esse poder não é? Que os relatórios sejam sempre bons assim, mesmo quando estiver maior e com atividades mais complexas. Que sempre me tragam felicidades.
Que vergonha! Blogueira ingrata! Quase um mês sem postar uma letra!
Imagino que não deve ser nada mais deprimente para um blog, do que passar muito tempo sem receber o carinho das teclas de sua blogueira e nem dos leitores, pausa para uma breve reflexão...huuummmm
Pronto! Chega de lamentações e vamos ao que interessa...
Ontem foi a 1ª reunião de pais na escola do Pedro. Quando me avisaram (3 dias antes) da reunião explicando como seria e que eu receberia um relatório, UM NÃO, DOIS, imediatamente visualizei tudo e um misto de orgulho-alegria-curiosidade se apossaram dessa mãe.
Eu não perderia essa reunião por nada nesse mundo, aliás só pelo Pedro, claro!
Seria individual e de tal hora até tal hora da manhã.
Obviamente que eu estaria abrindo o portão da escola nesse dia, primeiro porque seria o melhor horário mesmo e segundo porque não conseguiria me concentrar em mais nada se eu não visse logo os: TAIS RELATÓRIOS!
Só que essa ânsia toda era mais por um deles do que pelo outro, embora este último seja tão importante quanto o primeiro.
Acontece que eu a-d-o-r-o ver o que meu filho faz na escola!
Intonse, simplesmente que o relatório de atividades era a razão da minha ansiedade monstra.
Eu , que não preciso de muita coisa para ficar ansiosa, ficava brincando falando para o pai dele dizendo: "Na sexta-feira, vai ter a reunião de pais e eu vou lá pegar o RELATÓRIO." Enchia a boca para falar brincando e o pai entrava na brincadeira também, pois é algo novo para nós dois. É um misto de: gostoso + e aí o que foi que ele aprendeu mesmo na escola?
Agora falando sério, a professora sentou frente a frente comigo, nas cadeirinhas da sala mesmo começamos a conversar, contou dos projetos que existem, como Pedro se comportou no início e como está hoje, sobre a manifestação da sua linguagem verbal, sua facilidade de dançar e se movimentar com música, sobre sua alta concentração na contação de histórias, sobre leitura e manuseio dos livros, sobre o que já existe e sobre o que não surgiu ainda e sobre o que virá a partir do próximo bimestre. Inclusive tudo o que conversamos e algo mais estava no relatório formal, digitado e feito pela professora.
Não tive tempo de olhar o relatório das atividades na mesma hora com ela, só quando cheguei no trabalho e muito rápido.
Só a noite já em casa com o pai, com a tia e com ele, nada mais nada menos que o autor do relatório, Pedro (nada mais justo não é?) foi que apreciamos os rabiscos, as colagens, as pinturas e para meu drama/materno/perfeccionista algumas páginas sem nada disso com um FALTOU no canto , = ( , o que faz parte diante de duas vezes que Pedro faltou a escola e cada vez foi de 1 semana inteira.
E tudo ficou mais alegre e colorido por causa de um relatório.
Ah! Se todos os relatórios de nossas vidas tivessem esse poder não é? Que os relatórios sejam sempre bons assim, mesmo quando estiver maior e com atividades mais complexas. Que sempre me tragam felicidades.
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em que mundo eu vivo?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Há tempos penso sobre esse assunto, mas são tantas as idéias que surgem de uma vez só que não conseguia organizar para fazer um post..
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
E nem sei se conseguirei hoje passar tudo o que sinto e necessito e pretendo, mas vamos lá!
No final pelo menos, espero que entendam o título ... vamos ver se tenho poder de síntese e coerência de idéias.
Conheço algumas mães na vida real e na virtual super criativas e que usam sua criatividade para aproveitar da melhor forma o tempo que têm com os filhos.
Através da mommysfera descobri infinitas possibilidades, estilos e referências de como educar um filho e muitas dessas coisas foram literalmente Descobertas para mim, ou seja, eu não sabia que existiam.
Eu não vivia neste mundo. Eu não pensava sobre isso, simplesmente porque não o conhecia.
Já li em livros e em blogs sobre a ATENÇÃO que oferecemos aos nosso filhos.
Em uma busca no google sobre: qualidade x quantidade de tempo na educação dos filhos, inevitavelmente essa palavra aparecerá, só que o mais interessante não é uma simples atenção, é a ATENÇÃO CONCENTRADA, ATENÇÃO FOCADA OU PRESENÇA ATENCIOSA como acabei de ler no post da Ivana que faz mais reflexões sobre consumismo e publicidade infantil (outro muito importante que dá muito pano para manga, muito mais do que falar sobre propaganda, mas sobre o SER E TER tão bem abordado por Ivana no post).
Como é o mundo do pequenos? Como você pensa que é?
E como é nosso mundo? E como esses mundos interagem entre si?
Certa vez eu pensei: "a gente tem que entregar na brincadeira, tem que fantasiar junto, o mundo das crianças é mais colorido, mais divertido, leve e alegre!"
Como pais pensamos (e precisamos pensar faz parte de nosso papel!) e nos preocupamos com as questões logísticas, regras e normas na educação de nosso filho, garantindo estrutura, comida, roupa, casa, escola e condições de vida adequadas.
Só que as vezes nossa ATENÇÃO é mais e maior para essas coisas e esquecemos daquela ATENÇÃO CONCENTRADA OU PRESENÇA ATENCIOSA na hora do brincar com nosso filhos, isto é, quando paramos para brincar, nessas horas entramos no mundo deles? Acompanhando seu crescimento e desenvolvimento conforme as fases. Curtindo? Sentindo? Presentes por inteiro?
Confesso que é um desafio diário para mim! E para vocês como é?
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Risque e rabisque
sábado, 31 de março de 2012
Se não me falha a memória Pedro teve seus primeiros acessos a objetos para rabiscar, a partir de seu 1 ano de idade, visto que a lembrancinha que a gente preparou foi um kit de pintura que vinha uma caixa de giz de cera, só que daqueles pequenos, inapropriados inclusive para as maozinhas do próprio Pedro, pois são finos e facilmente se quebravam e tão facilmente quanto, estavam na boca, fato ocorrido algumas vezes por aqui. Mas nenhum acidente ocorreu, pois Pedro sempre teve um adulto por perto quando queria manusear os gizes de cera.
Eu sempre quis estimulá-lo a rabiscar. As folhas de papel aqui são mais usadas por ele do que por nós.
Eu tenho muuuuuuuuuitos rabiscos guardados para a posteridade. hahaha
Após praticamente 1 ano, houve uma evolução na maneira de manusear, nos movimentos, na interação dele com o desenhar, como ele já viu a gente contornando os pés e as mães para mostrá-lo, ele imita a gente colocando o pé dele em cima do papel para gente contornar, por exemplo, e já fez isso com as mãos e com a famosa lholholhu, um dos objetos mais desenhados, depois do sapo, claro!
A evolução também ocorreu nos tamanhos e modelos dos gizes cera! Estão mais adequados para a idade e mãozinhas dele! Assim, sem querer fazer propaganda de empresa nenhuma, agora temos uma equipe para riscar e rabiscar a vontade.
| Os mais fininhos são do niver de 1 ano dele. Os mais grossos, os jumbos (que eu achava que ele não conseguiria quebrar!) comprei bem depois!!! |
| Os jumbos!!! Estão meio sujinhos, não é? |
| Aqui foi a ilusão - decepção! Compramos na feirinha da Beira Mar e num instante Pedro conseguiu quebrar as pontas e assim descobrimos que só tinha uma parte pequena com giz de cera! |
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Sou contra zumbis
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Olha, eu vejo que tem várias questões envolvidas e que vc conhece muito bem: o nosso modelo econômico por exemplo, que estimula o lucro e o homem com sua ganância, orgulho, vaidade e pequenez ainda não sabe fazer isso sem explorar/acabar os recursos naturais, humanos que possui.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
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Incentivo a arte de várias formas
terça-feira, 27 de março de 2012
| a leitura |
| a origami (essa é para desenvolver mais a criatividade da mamãe aqui, que vê outras mamãe se garantindo no origami) |
| e a do teatro |
| adora aplaudir |
| Grupo Pavilhão da Magnólia - Espetáculo O Pássaro Azul - simplesmente lindo! |
Arte em família
segunda-feira, 26 de março de 2012
Quando Pedro fez 6 meses comprei alguns DVD´s que vi em dicas na mommysfera, um deles foi este:
Bom, certo dia também vim um blog que vende dedoches de super-heróis, personagens diversos , animais e achei lindo! Fiquei com aquela idéia de comprar o feltro para fazer, mas não passou disso.
Nesse mês minha sogra passou 3 dias aqui em casa.(ela mora no interior)
Minha sogra é costureira. Ela viu os dedoches (Pedro tem o do rato do Palavra Cantada) e eu comentei sobre minha idéia.
Ela disse que tinha um monte de feltro em casa.
Meu marido, de férias, foi deixar a mãe em casa e aproveitou para ficar uns dias por lá! E sabem os que eles aprontaram?
No próximo post falarei mais sobre arte em família, mas um outro tipo de arte a do teatro.
Beijocas.
Ele vem com CD+DVD + dedoche feito de feltro de uma das personagens principais, a abelha Jú, que meu filho carinhosamente chama de: "lhô lhô lhu"!!!
É a graça de toda a família falando, faz biquinho e tudo quando fala, mas já está aprendendo a falar: "belha" (acho que aprendeu na escola!)
Nesse mês minha sogra passou 3 dias aqui em casa.(ela mora no interior)
Minha sogra é costureira. Ela viu os dedoches (Pedro tem o do rato do Palavra Cantada) e eu comentei sobre minha idéia.
Ela disse que tinha um monte de feltro em casa.
Meu marido, de férias, foi deixar a mãe em casa e aproveitou para ficar uns dias por lá! E sabem os que eles aprontaram?
| Os personagens que ele adooooraaa...Pé-pés e Lhôlhôlhu feito pela tia e pela avó. |
| Um fantoche de sapo feito pelo pai. |
| Uma cócó feita pelo pai. |
| Um dado feito pela tia. |
Beijocas.
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A borboleta
sábado, 24 de março de 2012
Eu adoro meu blog.
Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.
Não me cobra nada e sempre está ali.
Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.
Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.
Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.
Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.
Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)
E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso, tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.
Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.
Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.
Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.
Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.
Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.
Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.
Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.
Não me cobra nada e sempre está ali.
Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.
Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.
Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.
Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.
Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)
E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso, tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.
Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.
Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.
Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.
Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.
Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.
Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.
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e qual é a minha opinião?
quinta-feira, 15 de março de 2012
depois que a gente amadurece, descobre que nem tudo o que a gente, as pessoas falam ou fazer, nem tudo o que a gente ler e ver nas revistas, na tv, no cinema e agora, na internet é a verdade absoluta.
e depois descobre que não existe verdade absoluta em nada, mas sim as verdades que cada um constrói dentro de si, as convicções e crenças, formadas por um conjunto de fatores e circunstâncias desde as familiares, como as sociais, as educacionais, culturais, etc.
até uma certa idade, se a criança ou um adolescente em desenvolvimento da personalidade, não tiverem um adulto que os oriente sobre os conteúdos chegam até eles, sejam de que fonte forem, o tal do conteúdo será assimilado como visto/apreendido pelo receptor, no caso em questão, a criança ou o adolescente.
hoje posso afirmar várias coisas por mim mesma, mas não foi sempre assim, e ainda tem coisa que não é.
por isso, penso que precisamos saber usar os meios de comunicação, escritos ou televisivos, que dispomos e ensinar isso para nossos filhos.
que o conteúdo venha não para moldá-los, mas para informá-los e com essa informação eles formem a opinião deles sobre determinado assunto.
que cresçam sabendo fazer isso: "não serem meros receptores e reprodutores"
ter consciência existe para isso. para pensar, analisar, duvidar, entender, refletir.
essa é a minha opinião, e o que quero aprender a fazer no meu dia a dia para ensinar ao meu filho.
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