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Quem sou eu? Onde estou? Novos dilemas...Velhas histórias...

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Faz um bom tempo que esse título martela em minha mente para ser o próximo post do blog depois de um tempo sem escrever.

Depois de 6 meses sem escrever nada, falar sobre como e aonde estou hoje é consequência natural.

Nesse período mudei de empresa e tenho novos desafios.

Nesse período resolvi novamente tentar emagrecer e melhorar minha alimentação e meu corpo esteticamente.

Perdi 7kg e mudei meus hábitos, reduzi medidas, realmente um resultado e tanto.

Hoje faço muay thai e musculação diariamente, fico quase 2h na academia após o trabalho e corro 6km nos fins de semana. Minha alimentação é a mais saudável possível, de 3h em 3h e realmente voltada para o ganho de massa magra.

Aprendi que a balança realmente não é a mais importante da história, embora me pese diariamente, pois ela fica bem acessível, mas não encano mais com ela.

Tive, e ainda tenho, que aprender a ser flexível comigo, com os outros, com tudo. A saber conciliar o trabalho, a maternidade, a academia, o marido, ou seja, arranjar tempo e as vezes perceber que não tem tempo.  Descobri (pois não era consciente) que sou metódica o que tem o lado bom e ruim, por isso a necessidade de aprender a se flexível, com horários e compromissos e metas estabelecidas.
Descobri que gosto muito de organização e que ver bagunça me dá agonia, mas que também consigo fazer vista grossa quando num domingo prefiro descansar ou passear ou curtir o tempo livre.

Se antes eu tinha o dilema da maternidade x carreira, agora o dilema pode maternidade x academia.

Ver os resultados é bom, mas perceber que não estou dando tanta atenção como deveria ao meu filho me incomoda. Depois da academia chego cansada e já é hora dele dormir. Agora ele traz tarefa da escola 3x por semana e quero acompanhar. É cansativo, as vezes é chato.

Sou impaciente e ansiosa, isso eu já sabia e já tinha afirmado por aqui, a diferença é que agora procuro reconhecer e aceitar meus defeitos sem lamentações, embora seja dolorido.

Percebem que tudo isso tem a ver com a pergunta: Quem sou eu?
Estes 6 meses de mudanças estão me auxiliando no processo de autoconhecimento. Esse processo é intermitente e tem suas nuances. Quando começa tenho medo dele, pois tenho medo de mim, do que vou encontrar, depois que não tem por onde correr e jeito é encarar a sensação é de segurança e leveza, pois nada melhor do que a lucidez para nos orientar a crescer como seres humanos.

Estou na conquista do corpo que eu achava que nunca mais conseguiria ter depois da gravidez, mas também percebi que isso não é mais o MAIS IMPORTANTE.

Como percebi? O vazio. Quando fazemos algo e sentimos um vazio é porque tem algo errado. Não acham? Eu acho. Ou será que não sei lidar com o simples e óbvio de que é só isso mesmo. Será que crio expectativas demais sobre tudo e todos. Sobre a vida? Sobre o que a de vir? Será? Enquanto escrevo me pergunto.

Ainda quero fazer tanta coisa: curso de inglês; outra especialização; oferecer minha contribuição ao mundo; ler mais; ser mais leve; ser mais eu. Mais quem sou eu? Volta a pergunta.

Em 2014 resolvi retornar as reuniões do Grupo Espírita Paz e Bem, que auxilia no equilíbrio espiritual e no autoconhecimento. Cuidar do corpo e do espírito. Também coloquei Pedro na evangelização infantil.

Pedro já faz fazer 4 anos. Está cada vez mais esperto e conversa melhor com a gente. Já desenha bem, tem mais autonomia; está melhorando a coordenação motora fina; falando frases; excelente memória; com senso de organização. Comendo coisas saudáveis. Ainda não toma refrigerante e espero que nunca queira. Mas adora chocolate, doces e afins.

Tenho sentido cada vez mais a necessidade de estabelecer prioridades, critérios e selecionar mais o que realmente é importante na minha vida e vale a pena lutar, buscar. No processo de autoconhecimento percebo nitidamente que preciso ser mais humilde, tenho que baixar a crista várias vezes, ter mais foco, viver mais a minha vida e não se incomodar com as dos outros, nem se incomodar se os outros vão se incomodar com a minha. Viver a minha vida. Não de forma egoísta, deixar de se incomodar para se importar com os outros, mas sem expectativas ilusórias e ridículas. Viver a minha vida para me preencher com o que busco fora, com o que Deus me deu e não percebo. Decidir por mim mesma. Escolher pelo que realmente acredito. Saber onde estou e quem sou eu por mim mesma e não pelos outros.

Essa ainda sou eu, que usa este blog para o encontro consigo mesma.  Até a próxima.



o que falarei por aqui

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Neste post eu falei sobre o papel que o blog iria assumir cada vez mais.

Então que após 9 meses (uma gestação), nascendo de parto natural os primeiros posts mais consistentes surgirão por aqui.

Enfim, o que ressoar em mim vai aparecer por aqui.

Do que falarei por aqui acredito fará sentido para muitos e nenhum para outros, vai depender de inúmeros fatores da contextualização familiar de cada, da visão e linha de pensamento sobre mundo, sobre homem, sobre maternidade, infância, enfim... Independente disso falarei do que tem a ver com as minhas experiências como filha, como mãe, como psicóloga, como espírita e como ser humano.

Um dos assuntos que estão me chamando a escrever é sobre a Disciplina Positiva, que a meu ver, nada mais é do que a relação entre pais e filhos.

A inspiração veio especialmente do último post da Mari- Viciados em Colo. LEIA!

No próximo post iniciarei sobre o assunto!

Até lá !!






O que Pedro quer e o que eu quero.

domingo, 25 de novembro de 2012

Acho que já faz 1h que estou de frente do computador para tentar escrever algo aqui. E já parei trilhões de vezes para fazer algo com/pelo/por Pedro que tá numa fase a mil de movimento , chamar a tenção de todas as formas que ele consegue. As mais conhecidas são os tapas e os gritos. Também vale fazer tudo aquilo que ele já aprendeu como "não pode". Já pensei em muitos assuntos, complemento ao post anterior ou outros, mas não tá saindo nada muito elaborado. Só quero agradecer a quem comentou e me deu força, pois adorei. E então que o post  de hoje será uma panacéia.

Final de semana estou praticamente à disposição dele, mas nem sempre com a disposição para tudo o que eu imagino que uma criança como ele de 2 anos e 6 meses, única na família de adultos espera da mamãe quando não vai trabalhar.

Eu sei que eu já reclamei e reclamo de não ter mais tempo para meu filho, Que já falei sobre o dilema maternidade x carreira por causa disso e que já falei que acho super sem noção eu mãe, ser a que fica menos tempo com meu filho.

Para quem trabalha de seg. a sex., 8h por dia, o fim de semana é momento para fazer tudo ou quase tudo o que você não consegue na semana, até exames médicos se for necessário, mas a gente sabe que a lista é enorme. Nem sempre consigo priorizar o que gosto e preciso. (já parei mais umas 3 x depois que comecei a escrever.)

Eu quero ter tempo para mim, para Pedro, para marido, para carreira profissional, para lazer, para família, para Deus, para os outros,  para o blog, mas 24h multiplicada seja por 7 ou 15 ou 30, sempre parecem insuficientes. Se você deixa de fazer algo que estava agendado para um dia e deixa para outro então se acumula e enfim...

O fato é que para completar estou na fase da tpm e isso altera a intensidade com que sinto e penso sobre as  situações. Paciência é a palavra de ordem. E que palavra! E que virtude!

Não escrevo hoje sobre um dos temas do post anterior como eu gostaria, mas falo do trivial, do a dia a dia, do normal, que para alguns é um saco e para outros um momento de se sentir igual. Falo do meu fim de semana, desse especificamente, aliás mais especificamente desta tarde de domingo, pois enquanto escrevo são os sentimentos destas horas que se passaram que movem minhas mãos.

Pedro quer minha atenção. Pedro está cheio de energia. Pedro tem feito coisas que desafiam minha visão de como se educar uma criança. Pedro muitas vezes me irrita quando é teimoso e faz birra e grita e quer pular na cama ou ficar em cima de uma cadeira como se fosse um pula-pula e sem medo. Pedro precisa de mim para tomar banho, escovar os dentes.Pedro bagunça os brinquedos na sala, no quarto e na área da casa e nem sempre quer arrumar. Pedro quer assistir Galinha Pintadinha quase todo o tempo. Pedro aprendeu a falar:"mãe compra", "mãe quer ir para o shopping ou para o mercantil".(aonde ele aprendeu isso? não vivemos em shopping nem comprando sempre... =/ )

Eu quero dar atenção a Pedro, mas também quero escrever um post. Quero me atualizar nas redes sociais, assistir TV, descansar, namorar, dormir, sair por aí, estudar, pensar, ler um livro, fazer contas, pagamentos, quero trabalhar, quero fazer atividade física, atividade voluntária. Quero dar uma boa educação para Pedro, quero que ele se alimente bem, quero se seja educado e que não se iluda com propagandas nem consumismo.Dias como esses as vezes me sinto esgotada, cansada fisicamente, mentalmente e não fiz tudo o que queria ter feito. (expectativa é o fim!)

Daqui pouco vou colocá-lo para dormir. Já será a minha hora de dormir também. Amanhã tenho trabalho e tudo começa de novo.Pedro está de férias.E eu me sinto mais leve por ter escrito tudo. Muita gente talvez não entende, esnoba, faz hora comigo, pode até ri de tudo o que escrevo e do por quê, mas como tenho aprendido o que importa são minhas convicções. Obrigada Deus por isso.

Boa semana a todos!!!

meu menino que foi dormir sozinho

terça-feira, 24 de julho de 2012

como falei no post anterior está tudo bem corrido... além de tudo o que já fazia, resolvi entrar no mundo das vendas de lingerie e agora de cosméticos...inscrevi-me num curso s a distância sobre empreendedorismo...dentre outras facetas... daí que tenho dormido tarde quase todas as noites para dar conta de tudo...

Pedro está com 2 anos e 2 meses.. cada vez mais rapaz, independente, com seu desenvolvimento da fala e comportamento e desenvoltura que nos tornar mais interdependentes do que dependentes como no primeiro ano....

A hora de dormir é a sagrada.. se eu estiver em casa ele só quer dormir comigo deitadinho na rede... e eu, gosto, apesar de precisar em alguns dias que ele dormisse com o pai ou sozinho, mas estava deixando que o tempo ditasse suas regras...

Então que hoje meu menino ficou por aqui, parecendo não ir enquanto a mamãe não fosse.. eu, no computador organizando planilhas e idéias, o dia seguinte e tal o incentivava a se deitar na cama que "a mamãe vai já!"

E não é que ele foi? De repente me vi sozinha... e não gostei do que senti... fui olhá-lo na cama, estava lá movimentando a mãozinha no "nenê" dele como se fazendo carinho, seu boneco de transição que virou companheiro de todas as noites...

Sempre quis que Pedro independente, mas acho que independência não existe, somos interdependentes mesmo... Todos nós neste mundo... Senti um misto de orgulho e já, uma nostalgia do meu bebê.

Não sei se todas as noites será assim, mas algo me diz que meu bebê está mais para menino

2 anos e 2 meses de mãe

sábado, 30 de junho de 2012

Oi.... tudo bem com vocês?

Amanhã é dia 1º do mês de julho.. mês do meu niver, diga-se de passagem... mas amanhã Pedro fará 2 anos e 2 meses.. e eu farei 2 anos e 2 meses de mãe... 

e hoje resolvi falar rapidamente e objetivamente e em poucas palavras que eu mereço parabéns também a cada comemoração de niver do Pedro... 

sabem o porquê?

Vou explicar: depois desses 2 anos e 2 meses percebi hoje que sou uma mãe que amadurece junto com o filho.

Pedro nestes 2 últimos meses está no 3º episódio de gripe, que na realidade começa com uma simples/inocente e dissimulada corisa, que depois evolui para uma secreção mais carregada e tosses (que resolvi simplesmente dando aerosol com soro).. depois aparece a tão temida e já falada por mim aqui... a FEBREEE.... 

Pois bem.. Há uns meses atrás que não me lembro quanto, Pedro teve uma conjuntivite quando estava grupado.

E não é que pegou de novo... E teve febre hoje... E a mamãe aqui nem tremeu nas bases...Desde de manhã que percebemos o corpo dele mais quente, mas o termômetro não acusava febre.. Só quando deu 38 quase de noite que resolvi dá dipirona, na maior tranquilidade, como quem dá água para quem está com sede.

Então pensei: Opa!!! Eu estou melhor! Eu amadurecei um cadim!!!! Não é só o filho que cresce a mãe também!!!

Resultado: está tudo sob controle, a febre passou e a conjuntivite leva um tempo para sarar né...

Detalhe: nem liguei para a pediatra dele para perguntar o que fazer.

Mereço ou não um parabéns!!!

Parabéns mamãe você cresceu!!!

Beijos

Foge, foge, mulher maravilha

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Vejam bem, o título pensado para o post de hoje era o não menos musical: "eu sei que você sabe, que eu sei que você sabe que é difícil de dizer"

Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.

Apesar de toda essa introdução,  o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...

Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)

Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!

Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)

É de conhecimento de todas que o ideal perfeccionista é uma praga na maternidade.

Para um perfeccionista, não saber algo que ele acha que deveria saber é uma tortura...

Admitir isso assim na lata... e, e, e para um filho? 

Sim, é bom... É bom se permitir aprender com ele! 
É bom dizer para SI mesma e ficar tranquila com isso, na paz, na boa com você mesma e continuar brincando de outras coisas bacanas, inventar e reinventar outras figuras na massa de modelar, despertar para outras brincadeiras e estimular sua criatividade que você acha, achava tão pouca! 

E ser você mesma, SER HUMANA, de carne e osso, que não sabe, nem precisa saber tudo, mas pode aprender! 

E o melhor de tudo, através dessa percepção ter a possibilidade de ensinar isso ao seu filho, com suas atitudes de compreensão consigo mesma e com o outro!

Os pais são sempre vistos como super herós pelos filhos... (por que será hein?)

Eu chuto: talvez por isso, por não saberem dizer que "não sabem isso ou aquilo"

Não sei.. admito outra  vez, eu não sei se meu chute está certo... 

Agora, parafraseando minha amiga cantora e leitora assídua homenageada no início deste post, que também é filha e tem uma mãe que ainda pretende ser super heroína: "Mãe, você é a mulher MARAVILHOSA não precisa ser a MULHER MARAVILHA"  (suspiros!! isso soa como música para meus ouvidos, e música relaxante do tipo que faz você dormir!! fui!)

Extra, extra..

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Geralmente quando vou colocar Pedro para dormir, quero que ele durma logo, fico um pouco ansiosa e impaciente quando ele começa a se mexer para um lado e para o outro, como já contei aqui no blog, ele estava levando 1h para dormir depois que a gente se deitava na cama.

Nos últimos dias, tenho deitado com ele na rede e depois colco na cama, tem sido mais tranquilo 30 a 40 min ele dormiu. Coloco uma música tranquila também e canto. 

Aliás estou com um mistério: é só eu começar:"Pirulito que bate-bate..." ele amolece todo e deita sobre meu peito, alguém sabe explicar? o.O

Bom, mas o que me trouxe pela 2ª vez no mesmo dia foi o fato de eu perceber que depois de toda aquela ansiedade e espera para ele adormecer, quando finalmente isso ocorre e o corpo dele pesa sobre o meu e vejo a respiração dele dormindo, tenho vontade de ficar lá com ele, dormir logo na rede junto até o outro dia.

o.O

Alguém sabe explicar?

Minhas lembranças dessa época do ano

Ainda estamos no mês das férias e elas estão quase acabando.

Aqui o ano letivo começa dia 30/01 e vamos colocar Pedro novamente na escola.

Amanhã é dia de encarar o centro da cidade de Fortaleza, que quem conhece sabe como é, mas é o lugar onde encontramos as coisas mais em conta, não tem jeito.

Ainda bem que o material dele é mais artístico-pintura-papel-sucata-material de higiene e etc..

Bom , mas nessa época do ano eu lembro demais de quando eu era pequena e a minha mãe ia comprar material escolar no centro (assim como vou amanhã). 
Ela levava a gente na maioria das vezes.

Era uma farra, comprar mochila  e lápis novo, caderno, os livros , naquela época não tinha muito o troca-troca que tem hoje, então era tudo novo meeeesmo. 

Também era época de chuva (assim como iniciou aqui)

E quando chegávamos em casa, era aquela curiosidade de abrir os livros e tal, usar os lápis de cor novos e as canetinhas. E ficava na expectativa na hora de encapar os livros também.

Adoro lembrar disso, já contei repetidamente para minhas irmãs e marido. (eles me amam!!!!)
Agora compartilho com vocês (não se preocupem só contar essa vez hahaha)

E pedro deverá escutar isso algumas outras vezes e ainda ler no blog quando crescer (espero que leia né!)

Gente tem muita coisa nova do desenvolvimento do Pedro, preciso listar , é o tipo do post que merece escrever no word com calma e depois colocar aqui.

Beijos

Limites

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Eu deveria falar do mês de janeiro, férias e do que está acontecendo por aqui depois do ano novo. Acreditem muita movimentação, diversão, comida, trabalho e já já um chorôrô de despedida.

Mas pelo mesmo motivo resolvi falar sobre limites.
Esse é mais um assunto polêmico, eu sei.
Há controvérsias de todos os tipos como quase todos os assuntos relacionado a educação de crianças.

Só que eu quero falar por experiência própria e, por um pouco do estudo que o curso de Psicologia me proporcionou e outro tanto pelo que a experiência de vida vem me mostrando, como é importante sim estabelecer limites.

Os limites não dizem respeito a um simples "não" verbalizado.

Sutil e silenciosamente, eles constroem o "ser humano social" e, de preferência, saudável psico-emocionalmente.

Sem limites teríamos um monte de maníacos e perversos pelo mundo. (e será que não temos, em diversos níveis e graus?)
Frios e preocupados com sua própria satisfação a qualquer custo, independente de classe social ou dinheiro.

Com limites começamos a entender todos os tipos de sentimentos que um ser humano tem direito a sentir: do amor até dor. Além da oportunidade de perceber que existe algo além de nosso umbigo no mundo.

Eu poderia dizer que somando às questões genéticas e espirituais, os limites formam a personalidade, mas preciso estudar mais para afirmar com convicção. (creio eu, que e mais ou menos por aí!)

Hoje, sinto como é importante saber lidar com os limites que a vida nos impõe.
Não negá-los, mas saber conviver com eles, de uma forma mais saudável possível.

E Deus me ajude a saber, enquanto mãe, que tem esse papel primordial, e ao meu marido também,  dar os limites para meu filho.


mãe relapsa?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

e não é que de madrugada Pedro saiu da sua cama e veio choramigando para minha!
Eu, morta de sono, no reflexo peguei-o nos braços e coloquei imediatamente ao meu lado, super confiante e sonolenta, e dormimos.

Lá para tantas, infelizmente acordo com ele no chão!

Rolou e caiu!

Mais uma vez MORRRTA de sono, só no reflexo de socorrê-lo e continuar dormindo, acreditando não sei de onde, e querendo me convencer, de que não bateu a cabeça na queda, peguei , coloquei do lado, abracei-o enquanto chorava até parar, acreditei que o choro era mais de susto do que de dor em alguma parte do corpo e, peguei umas almofadas, coloquei do lado dele e, dormimos novamente!

Pela manhã não vejo nada diferente que me chame atenção ou lembre a queda, apenas a minha memória!

No final da tarde quando passo em casa para pegá-lo e levá-lo a pediatra a babá pergunta: "Ei, ele bateu a cabeça aonde?"

O.O

"Por que você tá perguntando isso?" falo do banco da frente olhando para o banco de trás enquanto ela coloca-o no assento e procuro algo em todas as partes da cabeça

"Por que tem um galo roxo na cabeça dele!"

"Aonde?" rapidamente percebi o tal o galo roxo!

Mas como não vi antes? E agora? Morro de medo de pancadas em cabeça gente! de verdade!

Falei para pediatra , ela pergunta se a cama era alta, acho que tem uns 30 cm , ela disse que é realmente para ter cuidado, mas que eu não me preocupasse e tivesse cuidado.

Não sei, mas independente de qualquer opinião hoje me senti uma mãe relapsa! =(


E mais ainda das danadas reflexões...

domingo, 4 de dezembro de 2011

Faça o teste: http://bit.ly/aYmcVu


Pensando sobre  post de ontem, lembrei de outras coisas que considero importante para maternar.

-Estar de bem consigo mesma(o), ter uma boa auto-estima; boa saúde emocional;
-Tentar saber, pelo menos entender um pouco, o motivo de ter se tornado mãe;

Por quê?

Para não cair no erro de jogar todos os nossos traumas, mágoas, ressentimentos (inconscientes ou não) em nossos filhos.

Sabemos que nem toda mãe planejou a gravidez e mesmo quem planejou corre o risco de cair na alienação sobre essa condição, por ser ela, a maternidade algo novo, mesmo sendo a 2ª , a 3ª, a sei lá qual.

Porque acredito que cada filho é uma individualidade e precisamos saber lidar com elas.
Respeitando-as!

É isso... amanhã tenho mais sobre outras, diferentes, mas tão bacanas quanto.


Boa semana para vocês!




Ah! As minhas reflexões!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Oi gente, tudo bem?
Tou pensando em abrir um marcador especial aqui só para minhas reflexões do trânsito, são as reflexões que faço quando estou dirigindo e viram um post, mas esse não é o assunto de hoje nem será a estréia desse marcador.

Hoje vim falar de outras reflexões, que surgem dos encontros e desencontros da vida na blogsfera ou na vida real, principalmente com relação a maternidade.

Hoje vim falar do que eu penso e almejo como mãe, daquilo que acredito serem os atributos necessários para ser mãe. Vejam bem: É UMA OPINIÃO BEM PESSOAL. É o que eu acho de verdade.

A parte que eu não gosto de ser mãe...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011



...que trabalha fora.


Mãe que trabalha fora: aquela que tem que trabalhar os dois turnos como se fosse uma mulher que não tem filhos e chegar em casa para o terceiro turno sendo uma mulher que tem.

É mais ou menos como os super heróis que têm identidade secreta?

E precisam se transformar, as vezes depois do expedientes, as vezes no meio, as vezes antes....

Não gosto mais ainda quando ainda rola uma limpezas básicas de nº 2...Deus me perdoe!

ANTES

DEPOIS
(mas a mamãe não conseguiria fazer muita coisa com esse traje, essa unha não...
ainda chego lá nesse corpichio!)

Filhos e Meios de transporte

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Antes mesmo de pensar em ter filho, eu criava algumas condições para tal, uma delas era:
- "só iria ter um filho quando tivesse um carro!"

Os anos se passaram , Pedro nasceu e tivemos condições de ter o meio de transporte tão sonhado.
Você sabem que boa parte das minhas reflexões surgem quando estou dirigindo e nesse momento encontramos os flashes do a dia a dia das pessoas.

Aqui em Fortaleza, encontramos comumente nas ruas crianças pequenas, bebês até, sendo levadas em bicicletas, na frente ou atrás. Vemos também em motos, as vezes duas de uma vez.
Também tem as que estão nos carrinhos de bebê empurrados pelo pai ou mãe no meio fio. Ou simplesmente andando de mãos dadas com avó, avô, pai, mãe ou algum parente.

Esse tema estava na minha cabeça a muito tempo. Daí o Programa Papo de Mãe abordou semana retrasada sobre Código de Trânsito...

O(a)s 10 mais mais nas paradas de sucesso

segunda-feira, 14 de novembro de 2011









a mamãe claro! olhe, olhe...

P.s.: O (a)s 10 mais mais não estão ordem de preferência, graças a Deus né! Todas são preferidas, mas eu acho que sou sempre a mais mais de todas e todos!

Ah, os tutoriais...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Faz tempo que penso nisso...

Nunca fui de ler muito tutoriais, mas quando me descobri  grávida procurei informação em várias fontes, não necessariamente tutoriais.
Depois encontrei alguns com essa pretensão: ser um tutorial para mães.
As vezes tenho a sensação que no fundo a gente bem que queria ter um tutorial para cada coisa sobre o exercício da maternidade, acho que seria o maior livro do mundo sem fim com mais versões do que a tecnologia possa conceber.
Na realidade cada mãe tem e faz o seu tutorial!
Nós mães, na insegurança natural que nos acompanha, tendenciamos a querer um com todas as respostas, mas as perguntas são especiais e diferentes , são de cada mãe, cada bebê, cada família.

Na correria do dia a dia, na pressão, na vontade de acertar, caímos frequentemente nessa tentação.
Normal!
O mais difícil é perceber que a vida em si é um tutorial escrito on line, na medida em que se processa a experiência.
Eu, você e outras mães, nesse momento agora, estão escrevendo seus tutoriais.
Alguns até tem poder de autodestruírem em segundos, a gente esquece e faz outro bem diferente.
Ah! Mas como tem horas que eu queria ter tutoriais! Colocar no google: "como se faz isso?" e aparecer a resposta e eu aplicar, aprender e resolver.
 Vocês não?
o que eu faço agora?

baixei todos esses manifestos o grupo cria! e se você quiser pode pegá-los aqui

Fase, essa palavrinha é mágica!

sábado, 5 de novembro de 2011

Depois da maratona de ontem, leituras dos blogs, coisa que eu não fazia muito tempo, estou refeita! Também lembrei, ainda sobre números fechados, que fiz 6 meses fehcado! como mais atuante no blog!!!
Ah, como é bom respirar outros ares, conhecer outros mundos e idéias diferente e parecidos com o meu. Ou seja, estão passando por alguma fase e é sobre isso que vou falar.
Pausa: (depois de ter acabado de colocar a fralda descartável após um xixi feito na cueca, pois entramos na fase  do troninho, ele vai cacá e eu tenho que parar no meio do post.. é uma fase né?)
Despausa: voltei..
Fase palavrinha mágica que nos acompanha a todos nós sere humanos, aliás a todos os da natureza, sábia palavra que explica tudo no mundo, já pensaram nisso?


Significado: Cada uma das mudanças, dos aspectos sucessivos de um fenômeno em evolução; estádio, etapa: as fases de uma doença.
Astronomia. Cada uma das aparências sob as quais um planeta se apresenta sucessivamente a nossos olhos durante o período de sua revolução: as fases da Lua.
Em fase, diz-se de dois ou de vários fenômenos periódicos da mesma freqüência que, a todo momento, variam da mesma fôrma: duas funções sinusoidais estão em fase quando são máximas e mínimas no mesmo momento. 

(Vocês acharam como eu que essa última definição tem alguma coisa muito a ver com a gente que é mãe e com os nossos filhotes?)
Fonte: dicionarioweb

Muitas coisas diferentes estão ocorrendo por aqui na fase ou fases do momento:

- Pedro está mais agitado e algumas vezes birrento, contraria as ordens rindoe oulhando o que a gente vai fazer se ele continuar teimando, ou seja, já faz de propósito?
- O famoso troninho chegou aqui em casa e as cuecas também
- Acho que já tá na hora de tirar a chupeta
- Hora das palavrinhas mágica atacarem com mais força: obrigada! por favor! com licença!
- Hora de conversar mais ainda olhando no olho
- Hora de criarem uma vacina de reforço da PACIÊNCIA para os pais!

Então, é mais ou menos assim que estamos hoje, nessa fase  e vc em qual estão?

E eu vou ali cuidar dele!!


Vale a pena ler

domingo, 23 de outubro de 2011


O livro inteiro é muito bom, vale a pena ler. Eu não conhecia a autora, mas conhecia o seu trabalho sem saber que era dela, olha que alienada. Todo mundo conheceu o filme Divã e o seriado na Tv,  que eu assisti uma boa parte. Também ao ouvir: Doidas e Santas lembrei da peça de teatro que Cissa Guimarães estava atuando, bem na época do falecimento do filho. Tudo começou com o Pudim, é, o Pudim. Recebi um e-mail na empresa com esse texto. Gostei tanto que postei  aqui . Gostei tanto que fui atrás da autora. Atrás da seguinte forma: cheguei numa livraria e tinha um livro com o título sugestivo para meu momento naquela hora: Felicidade por Nada e o nome Martha Medeiros bem acima, tudo de uma forma que me chamou atenção, obviamente.
Um aaahhhh! de surpresa levemente saiu pela minha boca. Eu fui ali tomar café com uma amiga, conversar e olhar uns Dvd´s para Pedro. Saí de lá com café tomado, dvd´s comprados e mais dois livros: o da Martha e Édipo de Juan David Nasio.
O livro da Martha ainda ficou uns dias encostados, li primeiro o Édipo, pois estava decidindo pela terapia psicanalítica e queria rever os conceitos que vi na faculdade. Psicanálise sempre foi um mistério para mim. Tentei entender várias vezes, mas me custa muito aceitar alguns conceitos. Bom, mas voltando ao que interessa. Comecei a ler o livro da Martha e foi que nem aqueles casos que a gente não quer largar. Daí comecei a levar para onde eu ia. A leitura, posso dizer, é fácil, são crônicas do cotidiano. Do nosso, cotidiano! Ela traz assuntos e reflexões novas para mim, referências nas artes, na literatura, na vida, nas viagens e transforma em um texto envolvente. Por isso vou colocar o trecho que tem mais a ver com os assuntos que debatemos por aí e por aqui, achei a nossa cara.
Título: Mulheres na pressão
 “Claro que as mulheres podem tudo, está sacramentado. Mas será que devemos querer tudo? Onde foi parar nosso critério de seleção? Já não sabemos distinguir o que é prioridade e o pode ficar em segundo plano: tudo virou prioridade. E só uma mulher supersônica consegue ter eficiência absoluta em todos os quesitos: melhor mãe, melhor amiga, melhor filha, melhor namorada, melhor esposa, melhor profissional, melhor dona de casa e melhor bunda. É morte por exaustão na certa.
Eu proponho, nesse dia internacional da mulher, que a gente dê folga para nós mesmas. Vamos mudar de assunto. Que se pare de falar de mulheres que conseguiram engravidar aos 57 anos, que perderam 30 quilos em duas semanas, que beijaram 28 caras em duas noites de carnaval, que aprenderam a ganhar dinheiro sem sair de casa, que visitaram 46 países nos últimos 10 anos, que sobreviveram a tragédias, que conseguiram dominar as melenas, que são executivas completas, que possuem duas centenas de sapatos, que três semanas depois de se separar já estão felizes nos braços de outro, que preparam um risoto de funghi em 10 minutos, que têm disposição para rolar no chão com os filhos, que assistiram a todos os filmes em cartaz, que aparentam ter 15 anos menos, que exibem barriga de tanquinho um mês depois de parir, que lembram trechos inteiros dos clássicos que leram na época da faculdade, que superaram traumas, que arranjam tempo para fazer pilates, ioga, musculação e drenagem linfática. Dá orgulho, eu sei, mas é competência e uma autopromoção que beira o irreal.
Estou com saudades de ler e ouvir sobre as adoráveis qualidades dos homens. Eles merecem voltar a ser valorizados em seus atributos. Isso ajudaria a reduzir nosso stress. Com menos holofotes em nossa direção, deixaremos de nos cobrar tanto e recuperaremos um pouco da paz das nossas avós.     8 de março de 2009”
Crédito: Martha Medeiros – Felicidade por Nada – pág. 45 – 47.

E aí gostaram? Aos poucos vou postando alguns outros que me chamaram a atenção tanto quanto este e que mais do que isso, me ensinou algo, mudaram aqui dentro mesmo. Poucos livros mexeram tanto comigo, acho que tem a ver com a identificação, transferência enfim, lembram dos conceitos da psicanálise, pois é, estou aprendendo e experimentando.

Convocando mães que trabalham fora

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

É uma enquete bem rápida, digna de facebook talvez, mas achei melhor fazer por aqui mesmo.

Vocês, mamães que trabalham fora, acham que seus filhos são (ou se tornaram) mais apegados, manhosos e dengosos, grudados em vocês devido isso?

Essa pergunta se deve a hipótese verbalizada por meus parentes queridos de que quando meu filho fica mais tempo comigo nos fins de semana, ou quando chego em casa, ou quando lembram o período de 15 dias que fiquei de "férias" (período de transição entre uma empresa e outra), ele muda.

Fica mais apegado a mim, manhoso, dengoso, grudado, tendenciando a birra. Tudo é a "mom mom".

Por isso, sob à pequena possibilidade que eu demonstre de mudar a minha opção sobre trabalhar ou não fora, todos caem em cima com esses argumentos assustadores e castradores.

E você deve estar se perguntando, e você Luciana o que acha? Você concorda com seus parentes?

E eu lhe respondo: SIM.

Nesses dias em que estou mais a disposição seja no tempo, no contato, na rotina percebo algo diferente no meu filho que confirma a hipótese abaixo.
Sinto que para conseguir fazer outras coisas que não sejam direcionadas para ele, entre elas, tomar banho enquanto ele estar acordado, preciso ser muito criativa e malabarista ou esperar ele dormir, ou não tomar banho, ou tomar banho junto.

Se eu filmasse um dia nosso, você veriam que não sou uma mãe superprotetora nem grudenta. De verdade! E não tenho remorso por isso, nem culpa. É o meu jeito e acho que deve existir sim limites.
Sinto necessidade de mostrar que existe o tempo juntos e o tempo separados.
Ele é ainda pequeno, mas aos poucos  vou aumentando a intensidade desse ensinamento.
A fase de 100% tempo dependente da mamãe para mim, foi até ele saber andar e não conseguir pegar a comida sozinho.
Agora sinto como obrigação de mãe deixá-lo aprender a viver, a explorar o mundo que o cerca e ter segurança, com minha supervisão claro!

Pois bem, agora aguardo as respostas. E ficarei imensamente agradecida. Sei que cada caso é um caso!

Beijo a todas! E mais tarde farei minha participação na Blogagem Coletiva sobre a Ética na Blogosfera

Previsão do Tempo: mais chuva na tarde de hoje

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Como um ciclo, quando a gente faz um post, ler os comentários e, outros posts similares e os comentários e  novas idéias vão chovendo feito um temporal...
E esse foi o resultado do post anterior: 2 lições!
***

Lição 1: alguns assuntos podem até ser falados e conversados numa boa, sem tabu, mas antes procure orientação médica.
Aprendi algo muito importante, como bem colocou a Mari, reforçada pela Sarah, têm assuntos que são para o Pediatra. Li, pensei e concordei, pois de fato, alguns assuntos só especialistas podem falar com conhecimento e segurança. A intenção de abordar o assunto, não seria buscar informação de utilidade pública, mas compartilhar as experiências no sentido:"e com vocês como foi ou como está sendo?", pois a pediatra do Pedro orientou ir puxando devagar, no banho e aos poucos, no início houve uma mudança, mas depois não teve mais grandes progressos. 

***
Lição 2: existem afinidades e existem panelinhas. Mas por que ter panelinhas se podemos ter um PANELÃO?Várias concordaram e a Ju Ramos abordou mais sobre isso como novos comentários por lá para lá de interessantes, também confirmando nossas suspeitas.
Na vida real ou na virtual, acho que devemos buscar  a melhor interação com as pessoas, respeitando-nos, sem excluir ninguém , nem se excluir, nem se sentir excluída. O sol nasce para todos, baby!
Só acho que os blogs, principalmente, os de mães não deveriam perder o sentido da sua existência, que na minha opinião é a eterna troca de experiências entre mães sempre na humildade, sem fins lucrativos (SOMENTE, PODE ATÉ TER, MAS NÃO SER SÓ ISSO), na boa, com bom humor, com a transparência, com o respeito e com 100% de democracia como sempre visualizei que os blogs são. Ou tou errada?
E que, se possível, lembrem daquele selinho:"seus comentários alimentam meu blog!!!"
***
CHUVAS NOVAS
Pedro ficou doente, provavelmente broquite, broquialite, cansaço, febre, FALTA DE APETITE.
Com isso vou ar uma pausa na creche, talvez só próximo ano, vai depender da recuperação dele, pois ele tem ficado mais em casa doente do que na creche, apesar de eu estar adorando essa idéia para o desenvolvimento social dele. Enfim...
***
Toda essa situação de doença do Pedro me trouxe uma situação inesperada e que preciso compartilhar com vocês, mas merece um post separado vou dizer só o título: A situação da pediatria em nosso país. Sentiram algum arrepio por aí? Bem, amanhã vou escrever sobre isso. Aguardem!
***
Para fechar a torneira, se não vai alagar tudo por aqui: agora, agorinha a pouco mesmo. Eu aqui iniciando o post e minha mãe chega em casa. Tinha ido deixar o cachorro da minha irmã para tomar banho e teve um contratempo por lá e tal, normalmente ela diz assim:"o que é que uma mãe não faz pelo seu filho viu!" e eu escrevendo confirmei e ela disse:"você está sentindo agora não é?" (devido principalmente a questão desses dias de doença)... Daí eu respondi: "estou sentindo sim, mas eu faço sem sentir dor nenhuma. Pior é quando a gente não pode fazer nada para ajudar nossos filhos, não é não mãe?" Com o que ela balançou a cabeça e confirmou com um sorriso no rosto.
E vocês o que acham?

Beijo grande e obrigada pelos comentários valiosos!!!

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