Neste post eu falei sobre o papel que o blog iria assumir cada vez mais.
Então que após 9 meses (uma gestação), nascendo de parto natural os primeiros posts mais consistentes surgirão por aqui.
Enfim, o que ressoar em mim vai aparecer por aqui.
Do que falarei por aqui acredito fará sentido para muitos e nenhum para outros, vai depender de inúmeros fatores da contextualização familiar de cada, da visão e linha de pensamento sobre mundo, sobre homem, sobre maternidade, infância, enfim... Independente disso falarei do que tem a ver com as minhas experiências como filha, como mãe, como psicóloga, como espírita e como ser humano.
Um dos assuntos que estão me chamando a escrever é sobre a Disciplina Positiva, que a meu ver, nada mais é do que a relação entre pais e filhos.
A inspiração veio especialmente do último post da Mari- Viciados em Colo. LEIA!
No próximo post iniciarei sobre o assunto!
Até lá !!
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o que falarei por aqui
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
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O que Pedro quer e o que eu quero.
domingo, 25 de novembro de 2012
Acho que já faz 1h que estou de frente do computador para tentar escrever algo aqui. E já parei trilhões de vezes para fazer algo com/pelo/por Pedro que tá numa fase a mil de movimento , chamar a tenção de todas as formas que ele consegue. As mais conhecidas são os tapas e os gritos. Também vale fazer tudo aquilo que ele já aprendeu como "não pode". Já pensei em muitos assuntos, complemento ao post anterior ou outros, mas não tá saindo nada muito elaborado. Só quero agradecer a quem comentou e me deu força, pois adorei. E então que o post de hoje será uma panacéia.
Final de semana estou praticamente à disposição dele, mas nem sempre com a disposição para tudo o que eu imagino que uma criança como ele de 2 anos e 6 meses, única na família de adultos espera da mamãe quando não vai trabalhar.
Eu sei que eu já reclamei e reclamo de não ter mais tempo para meu filho, Que já falei sobre o dilema maternidade x carreira por causa disso e que já falei que acho super sem noção eu mãe, ser a que fica menos tempo com meu filho.
Para quem trabalha de seg. a sex., 8h por dia, o fim de semana é momento para fazer tudo ou quase tudo o que você não consegue na semana, até exames médicos se for necessário, mas a gente sabe que a lista é enorme. Nem sempre consigo priorizar o que gosto e preciso. (já parei mais umas 3 x depois que comecei a escrever.)
Eu quero ter tempo para mim, para Pedro, para marido, para carreira profissional, para lazer, para família, para Deus, para os outros, para o blog, mas 24h multiplicada seja por 7 ou 15 ou 30, sempre parecem insuficientes. Se você deixa de fazer algo que estava agendado para um dia e deixa para outro então se acumula e enfim...
O fato é que para completar estou na fase da tpm e isso altera a intensidade com que sinto e penso sobre as situações. Paciência é a palavra de ordem. E que palavra! E que virtude!
Não escrevo hoje sobre um dos temas do post anterior como eu gostaria, mas falo do trivial, do a dia a dia, do normal, que para alguns é um saco e para outros um momento de se sentir igual. Falo do meu fim de semana, desse especificamente, aliás mais especificamente desta tarde de domingo, pois enquanto escrevo são os sentimentos destas horas que se passaram que movem minhas mãos.
Pedro quer minha atenção. Pedro está cheio de energia. Pedro tem feito coisas que desafiam minha visão de como se educar uma criança. Pedro muitas vezes me irrita quando é teimoso e faz birra e grita e quer pular na cama ou ficar em cima de uma cadeira como se fosse um pula-pula e sem medo. Pedro precisa de mim para tomar banho, escovar os dentes.Pedro bagunça os brinquedos na sala, no quarto e na área da casa e nem sempre quer arrumar. Pedro quer assistir Galinha Pintadinha quase todo o tempo. Pedro aprendeu a falar:"mãe compra", "mãe quer ir para o shopping ou para o mercantil".(aonde ele aprendeu isso? não vivemos em shopping nem comprando sempre... =/ )
Eu quero dar atenção a Pedro, mas também quero escrever um post. Quero me atualizar nas redes sociais, assistir TV, descansar, namorar, dormir, sair por aí, estudar, pensar, ler um livro, fazer contas, pagamentos, quero trabalhar, quero fazer atividade física, atividade voluntária. Quero dar uma boa educação para Pedro, quero que ele se alimente bem, quero se seja educado e que não se iluda com propagandas nem consumismo.Dias como esses as vezes me sinto esgotada, cansada fisicamente, mentalmente e não fiz tudo o que queria ter feito. (expectativa é o fim!)
Daqui pouco vou colocá-lo para dormir. Já será a minha hora de dormir também. Amanhã tenho trabalho e tudo começa de novo.Pedro está de férias.E eu me sinto mais leve por ter escrito tudo. Muita gente talvez não entende, esnoba, faz hora comigo, pode até ri de tudo o que escrevo e do por quê, mas como tenho aprendido o que importa são minhas convicções. Obrigada Deus por isso.
Boa semana a todos!!!
Final de semana estou praticamente à disposição dele, mas nem sempre com a disposição para tudo o que eu imagino que uma criança como ele de 2 anos e 6 meses, única na família de adultos espera da mamãe quando não vai trabalhar.
Eu sei que eu já reclamei e reclamo de não ter mais tempo para meu filho, Que já falei sobre o dilema maternidade x carreira por causa disso e que já falei que acho super sem noção eu mãe, ser a que fica menos tempo com meu filho.
Para quem trabalha de seg. a sex., 8h por dia, o fim de semana é momento para fazer tudo ou quase tudo o que você não consegue na semana, até exames médicos se for necessário, mas a gente sabe que a lista é enorme. Nem sempre consigo priorizar o que gosto e preciso. (já parei mais umas 3 x depois que comecei a escrever.)
Eu quero ter tempo para mim, para Pedro, para marido, para carreira profissional, para lazer, para família, para Deus, para os outros, para o blog, mas 24h multiplicada seja por 7 ou 15 ou 30, sempre parecem insuficientes. Se você deixa de fazer algo que estava agendado para um dia e deixa para outro então se acumula e enfim...
O fato é que para completar estou na fase da tpm e isso altera a intensidade com que sinto e penso sobre as situações. Paciência é a palavra de ordem. E que palavra! E que virtude!
Não escrevo hoje sobre um dos temas do post anterior como eu gostaria, mas falo do trivial, do a dia a dia, do normal, que para alguns é um saco e para outros um momento de se sentir igual. Falo do meu fim de semana, desse especificamente, aliás mais especificamente desta tarde de domingo, pois enquanto escrevo são os sentimentos destas horas que se passaram que movem minhas mãos.
Pedro quer minha atenção. Pedro está cheio de energia. Pedro tem feito coisas que desafiam minha visão de como se educar uma criança. Pedro muitas vezes me irrita quando é teimoso e faz birra e grita e quer pular na cama ou ficar em cima de uma cadeira como se fosse um pula-pula e sem medo. Pedro precisa de mim para tomar banho, escovar os dentes.Pedro bagunça os brinquedos na sala, no quarto e na área da casa e nem sempre quer arrumar. Pedro quer assistir Galinha Pintadinha quase todo o tempo. Pedro aprendeu a falar:"mãe compra", "mãe quer ir para o shopping ou para o mercantil".(aonde ele aprendeu isso? não vivemos em shopping nem comprando sempre... =/ )
Eu quero dar atenção a Pedro, mas também quero escrever um post. Quero me atualizar nas redes sociais, assistir TV, descansar, namorar, dormir, sair por aí, estudar, pensar, ler um livro, fazer contas, pagamentos, quero trabalhar, quero fazer atividade física, atividade voluntária. Quero dar uma boa educação para Pedro, quero que ele se alimente bem, quero se seja educado e que não se iluda com propagandas nem consumismo.Dias como esses as vezes me sinto esgotada, cansada fisicamente, mentalmente e não fiz tudo o que queria ter feito. (expectativa é o fim!)
Daqui pouco vou colocá-lo para dormir. Já será a minha hora de dormir também. Amanhã tenho trabalho e tudo começa de novo.Pedro está de férias.E eu me sinto mais leve por ter escrito tudo. Muita gente talvez não entende, esnoba, faz hora comigo, pode até ri de tudo o que escrevo e do por quê, mas como tenho aprendido o que importa são minhas convicções. Obrigada Deus por isso.
Boa semana a todos!!!
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Mamãe estica mais e mais...
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Hoje fui na pediatra com Pedro e lá resolvi falar sobre as novidades no comportamento e desenvolvimento dele que faz hoje 2 anos e 6 meses:
Muitas birras quando é contrariado e em alguns momentos do dia tem dado um nó na minha cabecinha.
Quero saber falar e ser firme nesses momentos evitando qualquer agressão física e/ou verbal.
Muitas vezes me visualizo como o Pato Donald quando fica vermelho e fumaça saindo pela orelhas e esbravejando.
É muito chato isso. Por isso aproveitei a consulta para trocar idéias com a pediatra dele.
quando chega da escola:
- não quer lavar as mãos, tirar a farda, fazer xixi e depois almoçar, se insistimos começa a gritar e chorar, as vezes só quer que eu faça isso e não a babá, as vezes quer bater...
hoje ignoramos e não insistimos, daí ele que foi atrás de lavar as mãos e fazer o restante...
A pediatra recomendou deixá-lo um tempo a vontade após a chegada da escola
almoço e jantar:
- tem feito muita hora para comer...as vezes come sozinho, as vezes quer que alguém dê a comida; as vezes quer ficar brincando e vai e volta para a cadeira ou fica em pé perto da pessoa que ele acha que vai dar a comida...
A pediatra recomendou não dar a comida se ele já sabe comer sozinho... dar a comida só se ele estiver doente...
birras
- quando contrariado Pedro demonstra sua raiva através de uma expressão tipica do Hulk.
Ele aprendeu com os adultos que convivem com ele na família a brincar de Hulk, mas foi além da brincadeira.
- até na escola ele já demonstrou. grita, chora, quer bater, não tem paciência para esperar.
A pediatra recomendou firmeza, o castigo que eu já tinha dito que colocava sentado como na Super Nany e depois vou conversar.
Tudo isso me deixa confusa as vezes, pois não sei o que pode causar, se é que tem uma causa específica:
- chamar a atenção dos pais que trabalham o dia todo?
- fase? terrible two?
- genética?
- temperamento? personalidade?
Apesar de tudo isso o que me acalma é sentir que no geral mesmo meu filho é uma criança alegre; educada quando está nos ambientes em que ainda não se sente o rei da cocada preta; inteligente e com excelente memória; saudável e lindo.
Sabe o que eu sinto? Que tudo isso é normal numa criança, mas que meus paradigmas tentam me amedrontar. Por isso tenho que me esticar mais e mais para entender e ter paciência.
Compreender a individualidade que se forma a cada dia e que me mostra quem é e será meu filho enquanto um ser independente de mim e que não é um pacote pronto.
É isso que sinto e que no dia a dia não é tão simples de aceitar e praticar, mas só de refletir já está valendo.
Muitas birras quando é contrariado e em alguns momentos do dia tem dado um nó na minha cabecinha.
Quero saber falar e ser firme nesses momentos evitando qualquer agressão física e/ou verbal.
Muitas vezes me visualizo como o Pato Donald quando fica vermelho e fumaça saindo pela orelhas e esbravejando.
É muito chato isso. Por isso aproveitei a consulta para trocar idéias com a pediatra dele.
quando chega da escola:
- não quer lavar as mãos, tirar a farda, fazer xixi e depois almoçar, se insistimos começa a gritar e chorar, as vezes só quer que eu faça isso e não a babá, as vezes quer bater...
hoje ignoramos e não insistimos, daí ele que foi atrás de lavar as mãos e fazer o restante...
A pediatra recomendou deixá-lo um tempo a vontade após a chegada da escola
almoço e jantar:
- tem feito muita hora para comer...as vezes come sozinho, as vezes quer que alguém dê a comida; as vezes quer ficar brincando e vai e volta para a cadeira ou fica em pé perto da pessoa que ele acha que vai dar a comida...
A pediatra recomendou não dar a comida se ele já sabe comer sozinho... dar a comida só se ele estiver doente...
birras
- quando contrariado Pedro demonstra sua raiva através de uma expressão tipica do Hulk.
Ele aprendeu com os adultos que convivem com ele na família a brincar de Hulk, mas foi além da brincadeira.
- até na escola ele já demonstrou. grita, chora, quer bater, não tem paciência para esperar.
A pediatra recomendou firmeza, o castigo que eu já tinha dito que colocava sentado como na Super Nany e depois vou conversar.
Tudo isso me deixa confusa as vezes, pois não sei o que pode causar, se é que tem uma causa específica:
- chamar a atenção dos pais que trabalham o dia todo?
- fase? terrible two?
- genética?
- temperamento? personalidade?
Apesar de tudo isso o que me acalma é sentir que no geral mesmo meu filho é uma criança alegre; educada quando está nos ambientes em que ainda não se sente o rei da cocada preta; inteligente e com excelente memória; saudável e lindo.
Sabe o que eu sinto? Que tudo isso é normal numa criança, mas que meus paradigmas tentam me amedrontar. Por isso tenho que me esticar mais e mais para entender e ter paciência.
Compreender a individualidade que se forma a cada dia e que me mostra quem é e será meu filho enquanto um ser independente de mim e que não é um pacote pronto.
É isso que sinto e que no dia a dia não é tão simples de aceitar e praticar, mas só de refletir já está valendo.
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Senta que lá vem a história
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Tenho 02 momentos marcantes para registrar no dia de hoje.
1º MOMENTO
Pedro dormiu ontem pela 1ª vez SEM bico!!! Todas gritam e se alegram!!!!
Fiquei observando e esperando para ver se era verdade o que estava ocorrendo e se não eu mesma não ia me trair, oferecendo automaticamente o consolo de todas as noites ao pequeno.
Ele, sussurrou algumas vezes pedindo o bico, mas me fiz de surda e ele também não insistiu e acabou adormecendo.
Nossa!!! Muitas mudanças têm ocorrido desde que Pedro completou 2 anos.. todas nos deixam boquiabertos, impressionados, algumas eu estava presente, outras não, outras todo mundo viu, outras só na escola, mas essa só eu estava ali. Como já falei uma vez o momento de dormir é bem sagrado e bem meu e dele. Enfim, vamos ver como serão as próximas noites.
2º MOMENTO
A escola do Pedro está com um projeto de folclore onde envolve a participação das avós dos alunos.
Pedro foi sorteado e a vovó Lúcia foi escalada para ir na escola contar uma história da sua infância ou qualquer outra para criançada.
Ela contou a história do livro: "Adivinha o quanto eu te amo".
No começo estava um pouco tímida, mas depois tomou gosto e enquanto contava a historinha lembrou-se de uma situação da sua infância e quando terminou a história do livro contou a sua própria.
A vovó se garantiu, toda jeitosa com as crianças, interagiu com elas e Pedro participou também, foi um momento bem animado e emocionante que registrei com fotos!!!
Ah, quero dizer que essa fase dos 2 anos tem exigido muita paciência também, devido as birras e teimosias. Pedro é muito esperto e cheio de energia. Depois faço um post sobre essas questões da maternidade.
1º MOMENTO
Pedro dormiu ontem pela 1ª vez SEM bico!!! Todas gritam e se alegram!!!!
Fiquei observando e esperando para ver se era verdade o que estava ocorrendo e se não eu mesma não ia me trair, oferecendo automaticamente o consolo de todas as noites ao pequeno.
Ele, sussurrou algumas vezes pedindo o bico, mas me fiz de surda e ele também não insistiu e acabou adormecendo.
Nossa!!! Muitas mudanças têm ocorrido desde que Pedro completou 2 anos.. todas nos deixam boquiabertos, impressionados, algumas eu estava presente, outras não, outras todo mundo viu, outras só na escola, mas essa só eu estava ali. Como já falei uma vez o momento de dormir é bem sagrado e bem meu e dele. Enfim, vamos ver como serão as próximas noites.
2º MOMENTO
A escola do Pedro está com um projeto de folclore onde envolve a participação das avós dos alunos.
Pedro foi sorteado e a vovó Lúcia foi escalada para ir na escola contar uma história da sua infância ou qualquer outra para criançada.
Ela contou a história do livro: "Adivinha o quanto eu te amo".
No começo estava um pouco tímida, mas depois tomou gosto e enquanto contava a historinha lembrou-se de uma situação da sua infância e quando terminou a história do livro contou a sua própria.
A vovó se garantiu, toda jeitosa com as crianças, interagiu com elas e Pedro participou também, foi um momento bem animado e emocionante que registrei com fotos!!!
O tal do relatório...
sábado, 28 de abril de 2012
Espera aí gente só um minutinho para eu tirar a poeira aqui...cof, cof...
Que vergonha! Blogueira ingrata! Quase um mês sem postar uma letra!
Imagino que não deve ser nada mais deprimente para um blog, do que passar muito tempo sem receber o carinho das teclas de sua blogueira e nem dos leitores, pausa para uma breve reflexão...huuummmm
Pronto! Chega de lamentações e vamos ao que interessa...
Ontem foi a 1ª reunião de pais na escola do Pedro. Quando me avisaram (3 dias antes) da reunião explicando como seria e que eu receberia um relatório, UM NÃO, DOIS, imediatamente visualizei tudo e um misto de orgulho-alegria-curiosidade se apossaram dessa mãe.
Eu não perderia essa reunião por nada nesse mundo, aliás só pelo Pedro, claro!
Seria individual e de tal hora até tal hora da manhã.
Obviamente que eu estaria abrindo o portão da escola nesse dia, primeiro porque seria o melhor horário mesmo e segundo porque não conseguiria me concentrar em mais nada se eu não visse logo os: TAIS RELATÓRIOS!
Só que essa ânsia toda era mais por um deles do que pelo outro, embora este último seja tão importante quanto o primeiro.
Acontece que eu a-d-o-r-o ver o que meu filho faz na escola!
Intonse, simplesmente que o relatório de atividades era a razão da minha ansiedade monstra.
Eu , que não preciso de muita coisa para ficar ansiosa, ficava brincando falando para o pai dele dizendo: "Na sexta-feira, vai ter a reunião de pais e eu vou lá pegar o RELATÓRIO." Enchia a boca para falar brincando e o pai entrava na brincadeira também, pois é algo novo para nós dois. É um misto de: gostoso + e aí o que foi que ele aprendeu mesmo na escola?
Agora falando sério, a professora sentou frente a frente comigo, nas cadeirinhas da sala mesmo começamos a conversar, contou dos projetos que existem, como Pedro se comportou no início e como está hoje, sobre a manifestação da sua linguagem verbal, sua facilidade de dançar e se movimentar com música, sobre sua alta concentração na contação de histórias, sobre leitura e manuseio dos livros, sobre o que já existe e sobre o que não surgiu ainda e sobre o que virá a partir do próximo bimestre. Inclusive tudo o que conversamos e algo mais estava no relatório formal, digitado e feito pela professora.
Não tive tempo de olhar o relatório das atividades na mesma hora com ela, só quando cheguei no trabalho e muito rápido.
Só a noite já em casa com o pai, com a tia e com ele, nada mais nada menos que o autor do relatório, Pedro (nada mais justo não é?) foi que apreciamos os rabiscos, as colagens, as pinturas e para meu drama/materno/perfeccionista algumas páginas sem nada disso com um FALTOU no canto , = ( , o que faz parte diante de duas vezes que Pedro faltou a escola e cada vez foi de 1 semana inteira.
E tudo ficou mais alegre e colorido por causa de um relatório.
Ah! Se todos os relatórios de nossas vidas tivessem esse poder não é? Que os relatórios sejam sempre bons assim, mesmo quando estiver maior e com atividades mais complexas. Que sempre me tragam felicidades.
Que vergonha! Blogueira ingrata! Quase um mês sem postar uma letra!
Imagino que não deve ser nada mais deprimente para um blog, do que passar muito tempo sem receber o carinho das teclas de sua blogueira e nem dos leitores, pausa para uma breve reflexão...huuummmm
Pronto! Chega de lamentações e vamos ao que interessa...
Ontem foi a 1ª reunião de pais na escola do Pedro. Quando me avisaram (3 dias antes) da reunião explicando como seria e que eu receberia um relatório, UM NÃO, DOIS, imediatamente visualizei tudo e um misto de orgulho-alegria-curiosidade se apossaram dessa mãe.
Eu não perderia essa reunião por nada nesse mundo, aliás só pelo Pedro, claro!
Seria individual e de tal hora até tal hora da manhã.
Obviamente que eu estaria abrindo o portão da escola nesse dia, primeiro porque seria o melhor horário mesmo e segundo porque não conseguiria me concentrar em mais nada se eu não visse logo os: TAIS RELATÓRIOS!
Só que essa ânsia toda era mais por um deles do que pelo outro, embora este último seja tão importante quanto o primeiro.
Acontece que eu a-d-o-r-o ver o que meu filho faz na escola!
Intonse, simplesmente que o relatório de atividades era a razão da minha ansiedade monstra.
Eu , que não preciso de muita coisa para ficar ansiosa, ficava brincando falando para o pai dele dizendo: "Na sexta-feira, vai ter a reunião de pais e eu vou lá pegar o RELATÓRIO." Enchia a boca para falar brincando e o pai entrava na brincadeira também, pois é algo novo para nós dois. É um misto de: gostoso + e aí o que foi que ele aprendeu mesmo na escola?
Agora falando sério, a professora sentou frente a frente comigo, nas cadeirinhas da sala mesmo começamos a conversar, contou dos projetos que existem, como Pedro se comportou no início e como está hoje, sobre a manifestação da sua linguagem verbal, sua facilidade de dançar e se movimentar com música, sobre sua alta concentração na contação de histórias, sobre leitura e manuseio dos livros, sobre o que já existe e sobre o que não surgiu ainda e sobre o que virá a partir do próximo bimestre. Inclusive tudo o que conversamos e algo mais estava no relatório formal, digitado e feito pela professora.
Não tive tempo de olhar o relatório das atividades na mesma hora com ela, só quando cheguei no trabalho e muito rápido.
Só a noite já em casa com o pai, com a tia e com ele, nada mais nada menos que o autor do relatório, Pedro (nada mais justo não é?) foi que apreciamos os rabiscos, as colagens, as pinturas e para meu drama/materno/perfeccionista algumas páginas sem nada disso com um FALTOU no canto , = ( , o que faz parte diante de duas vezes que Pedro faltou a escola e cada vez foi de 1 semana inteira.
E tudo ficou mais alegre e colorido por causa de um relatório.
Ah! Se todos os relatórios de nossas vidas tivessem esse poder não é? Que os relatórios sejam sempre bons assim, mesmo quando estiver maior e com atividades mais complexas. Que sempre me tragam felicidades.
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Risque e rabisque
sábado, 31 de março de 2012
Se não me falha a memória Pedro teve seus primeiros acessos a objetos para rabiscar, a partir de seu 1 ano de idade, visto que a lembrancinha que a gente preparou foi um kit de pintura que vinha uma caixa de giz de cera, só que daqueles pequenos, inapropriados inclusive para as maozinhas do próprio Pedro, pois são finos e facilmente se quebravam e tão facilmente quanto, estavam na boca, fato ocorrido algumas vezes por aqui. Mas nenhum acidente ocorreu, pois Pedro sempre teve um adulto por perto quando queria manusear os gizes de cera.
Eu sempre quis estimulá-lo a rabiscar. As folhas de papel aqui são mais usadas por ele do que por nós.
Eu tenho muuuuuuuuuitos rabiscos guardados para a posteridade. hahaha
Após praticamente 1 ano, houve uma evolução na maneira de manusear, nos movimentos, na interação dele com o desenhar, como ele já viu a gente contornando os pés e as mães para mostrá-lo, ele imita a gente colocando o pé dele em cima do papel para gente contornar, por exemplo, e já fez isso com as mãos e com a famosa lholholhu, um dos objetos mais desenhados, depois do sapo, claro!
A evolução também ocorreu nos tamanhos e modelos dos gizes cera! Estão mais adequados para a idade e mãozinhas dele! Assim, sem querer fazer propaganda de empresa nenhuma, agora temos uma equipe para riscar e rabiscar a vontade.
| Os mais fininhos são do niver de 1 ano dele. Os mais grossos, os jumbos (que eu achava que ele não conseguiria quebrar!) comprei bem depois!!! |
| Os jumbos!!! Estão meio sujinhos, não é? |
| Aqui foi a ilusão - decepção! Compramos na feirinha da Beira Mar e num instante Pedro conseguiu quebrar as pontas e assim descobrimos que só tinha uma parte pequena com giz de cera! |
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Sou contra zumbis
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Olha, eu vejo que tem várias questões envolvidas e que vc conhece muito bem: o nosso modelo econômico por exemplo, que estimula o lucro e o homem com sua ganância, orgulho, vaidade e pequenez ainda não sabe fazer isso sem explorar/acabar os recursos naturais, humanos que possui.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
Se a gente parar para pensar, pouco se pensa no bem comum, muito se pensa no próprio benefício e por isso existe a desigualdade social e os preconceitos em nosso mundo.
Também os mais espertos do marketing utilizam das fraquezas emocionais humanas: baixa autoestima e de personalidade e falta de autoconhecimento, para daí criarem o que precisamos. Sempre falta algo e eles nos oferecem de mão beijada.
Assim como o pão e circo eram oferecidos a um povo faminto de comida e de alegria na época da monarquia, esta estratégia não me parece muito diferente das de hoje.
Eu sou contra o excesso de exposição das crianças a TV ou qualquer coisa que as torne zumbis e passivas, que as impeça de desenvolver senso crítico, que as torne dependente emocionalmente e fúteis.
E para mim proibir qualquer coisa sem explicação nenhuma é alienar.
Ter superego é vital para qualquer ser humano, mas um EGO bem estruturado também.
Sou da geração que todo dia de manhã assistia o programa infantil mais famoso do Brasil antes de ir para a escola.Teve épocas que queria ter o cabelo igual ao da apresentadora: liso e loiro, sendo os meus escuros e cacheados. Fazias os mesmos penteados para ir para escola, queria ter as sandálias e botas. Tive vários LP´s e fui para um show que teve na minha cidade.
Quando eu chegava da escola era novela das 6,7 e 8. Depois ia dormir.
Se as meninas da minha época eram assim também? Algumas sim, outras não. Por que? Família, educação e a individualidade de cada,
ou seja é tudo isso junto pode fazer a diferença.
Se isso me fez mal e quanto? Sim e não. O quanto é o que sinto quando preciso tomar decisões por mim mesma, aí é assunto para outra história.
Por isso é que acho fundamental a intervenção dos pais na formação desse senso crítico e da personalidade dos seus filhos, especialmente nos primeiros 7 anos de vida."
Transcrição de uma parte do meu comentário no post de hoje do Viciados em Colo. Confiram.
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Incentivo a arte de várias formas
terça-feira, 27 de março de 2012
| a leitura |
| a origami (essa é para desenvolver mais a criatividade da mamãe aqui, que vê outras mamãe se garantindo no origami) |
| e a do teatro |
| adora aplaudir |
| Grupo Pavilhão da Magnólia - Espetáculo O Pássaro Azul - simplesmente lindo! |
e qual é a minha opinião?
quinta-feira, 15 de março de 2012
depois que a gente amadurece, descobre que nem tudo o que a gente, as pessoas falam ou fazer, nem tudo o que a gente ler e ver nas revistas, na tv, no cinema e agora, na internet é a verdade absoluta.
e depois descobre que não existe verdade absoluta em nada, mas sim as verdades que cada um constrói dentro de si, as convicções e crenças, formadas por um conjunto de fatores e circunstâncias desde as familiares, como as sociais, as educacionais, culturais, etc.
até uma certa idade, se a criança ou um adolescente em desenvolvimento da personalidade, não tiverem um adulto que os oriente sobre os conteúdos chegam até eles, sejam de que fonte forem, o tal do conteúdo será assimilado como visto/apreendido pelo receptor, no caso em questão, a criança ou o adolescente.
hoje posso afirmar várias coisas por mim mesma, mas não foi sempre assim, e ainda tem coisa que não é.
por isso, penso que precisamos saber usar os meios de comunicação, escritos ou televisivos, que dispomos e ensinar isso para nossos filhos.
que o conteúdo venha não para moldá-los, mas para informá-los e com essa informação eles formem a opinião deles sobre determinado assunto.
que cresçam sabendo fazer isso: "não serem meros receptores e reprodutores"
ter consciência existe para isso. para pensar, analisar, duvidar, entender, refletir.
essa é a minha opinião, e o que quero aprender a fazer no meu dia a dia para ensinar ao meu filho.
Resultado do teste dos dvd´s escondidos
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Simplesmente tudo o que sempre falamos sobre educação dos filhos, vai aos poucos se confirmando enquanto eles crescem.
Penso que quando eles são pequenos, e nós ao mesmo tempo, somos marinheiros de 1ª viagem, escutamos todas as lições e conselhos sobre o assunto, mas com certa desconfiança e aquela velha frase na cabeça:"cada um, cada um".
É, e de fato cada um é cada um mesmo, graças a Deus cada um tem sua individualidade, mas eu venho falar do que é mais comum e pode ser "generalizado" vamos dizer assim.
Sobre a responsabilidade que temos sobre a educação de nossos filhos.
Essa semana, resolvi fazer um teste por aqui em casa: escondi todos os dvd´s do Pedro.
Ele tem 16 dvd´s infantis, acredito que seja pouco comparado com outras famílias, mas nunca saí comprando dvd por aí.
O 1º dvd dele foi ganhado, pois foi uma lembrancinha de aniversário e ele tinha 6 meses.
Os outros vieram aos poucos.
Não sou contra, não gosto de excessos, sempre moderei aqui em casa.
Os brinquedos do Pedro sempre ocuparam nossa sala e os dvds tinham o espaço no rack.
E na casa da avós também tem brinquedos e alguns dvd´s, fiz uma divisão.
Daí que sempre chegava lá ele queria que colocasse um dvd.
Ele já sabe aonde ficam, sabe tirar e colocar das caixas, sabe até colocar no aparelho de dvd.
Aqui em casa também.
Brincava e daqui a pouco pedia "mamãêêê" e já me entregava o dvd apontando para o aparelho
Resolvi, assim do nada, tirar da vista dele e ver se ele estava ficando viciado. Isso foi segunda-feira a noite dessa semana, ou seja, 4 dias.
Sabem o resultado: parece que nunca existiu dvd em nossa casa. Pedro simplesmente não demonstrou nada em relação a eles, nada, nada, nada.
Isso provou por A + B o quanto pesa essa responsabilidade; a influência; os gostos e interesses que oferecemos aos nossos filhos.
Agora voltei do shopping com ele e entramos numa loja de brinquedos, ele todo encantado com tudo, tirou a chupeta e me entregou um balão que segurava.Pegou um pluto de pelúcia e saiu com ele pela loja dizendo "au-au, au-au". Eu e o pai queríamos ir embora, pois já estava tarde, e eu dizia:"filho, o cachorro vai dormir, vamos guardá-lo?" na 1ª vez nem me deu ouvidos e saiu pela loja, repeti várias vezes indo atrás dele que saiu pela loja não querendo largar o cachorro, mas quando finalmente chegamos no local de onde ele tinha tirado ele colocou de volta e sob minha orientação dissemos "xau au-au, xau" e ele saiu da loja dando xau para o pluto e sem fazer escândalo.
Novamente pensei orgulhosa:"como meu filho é educado, é só saber falar!"
Eu sei muito bem, que vem muita coisa pela frente, birras e escândalos, como ele já fez tá, que fique claro!
O que espero é que EU, adulta e mãe e o pai também, saibamos educá-lo nessas horas!
Bom fim de semana!
Penso que quando eles são pequenos, e nós ao mesmo tempo, somos marinheiros de 1ª viagem, escutamos todas as lições e conselhos sobre o assunto, mas com certa desconfiança e aquela velha frase na cabeça:"cada um, cada um".
É, e de fato cada um é cada um mesmo, graças a Deus cada um tem sua individualidade, mas eu venho falar do que é mais comum e pode ser "generalizado" vamos dizer assim.
Sobre a responsabilidade que temos sobre a educação de nossos filhos.
Essa semana, resolvi fazer um teste por aqui em casa: escondi todos os dvd´s do Pedro.
Ele tem 16 dvd´s infantis, acredito que seja pouco comparado com outras famílias, mas nunca saí comprando dvd por aí.
O 1º dvd dele foi ganhado, pois foi uma lembrancinha de aniversário e ele tinha 6 meses.
Os outros vieram aos poucos.
Não sou contra, não gosto de excessos, sempre moderei aqui em casa.
Os brinquedos do Pedro sempre ocuparam nossa sala e os dvds tinham o espaço no rack.
E na casa da avós também tem brinquedos e alguns dvd´s, fiz uma divisão.
Daí que sempre chegava lá ele queria que colocasse um dvd.
Ele já sabe aonde ficam, sabe tirar e colocar das caixas, sabe até colocar no aparelho de dvd.
Aqui em casa também.
Brincava e daqui a pouco pedia "mamãêêê" e já me entregava o dvd apontando para o aparelho
Resolvi, assim do nada, tirar da vista dele e ver se ele estava ficando viciado. Isso foi segunda-feira a noite dessa semana, ou seja, 4 dias.
Sabem o resultado: parece que nunca existiu dvd em nossa casa. Pedro simplesmente não demonstrou nada em relação a eles, nada, nada, nada.
Isso provou por A + B o quanto pesa essa responsabilidade; a influência; os gostos e interesses que oferecemos aos nossos filhos.
Agora voltei do shopping com ele e entramos numa loja de brinquedos, ele todo encantado com tudo, tirou a chupeta e me entregou um balão que segurava.Pegou um pluto de pelúcia e saiu com ele pela loja dizendo "au-au, au-au". Eu e o pai queríamos ir embora, pois já estava tarde, e eu dizia:"filho, o cachorro vai dormir, vamos guardá-lo?" na 1ª vez nem me deu ouvidos e saiu pela loja, repeti várias vezes indo atrás dele que saiu pela loja não querendo largar o cachorro, mas quando finalmente chegamos no local de onde ele tinha tirado ele colocou de volta e sob minha orientação dissemos "xau au-au, xau" e ele saiu da loja dando xau para o pluto e sem fazer escândalo.
Novamente pensei orgulhosa:"como meu filho é educado, é só saber falar!"
Eu sei muito bem, que vem muita coisa pela frente, birras e escândalos, como ele já fez tá, que fique claro!
O que espero é que EU, adulta e mãe e o pai também, saibamos educá-lo nessas horas!
Bom fim de semana!
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