Eu adoro meu blog.
Mesmo que passe dias sem escrever uma letra nele(o que tem acontecido mais recentemente e frequente), ele parece uma entidade que me acompanha de forma respeitosa, aguardando os meus momentos.
Não me cobra nada e sempre está ali.
Lógico! Um blog não é gente, mas parece e nem vou dizer que podia ser, porque sinceramente eu acho que estragaria.
Todos os dias me lembro dele, e ele, por sua vez, faz se lembrarem de mim.
Mesmo ali paradinho na dele, sem mover nenhuma palha.
Por que eles têm esse fascínio e capacidade de, mesmo inanimados, representarem uma pessoa.
Junto com meu blog, adoro tudo o que ele trouxe junto como os blogs que sigo e as blogueiras. Tenho um carinho mais especial pelo Descobertas do que pelo Pense Magro (para quem não sabe, meu outro blog) por motivos óbvios. (ou não?)
E esse blá, blá, blá todo é para dizer que refletindo sobre os motivos reais do meu distanciamento de algo que gosto como blog. não por acaso, tem a ver com o símbolo dele: a borboleta.
Antes de virar borboleta, a lagarta fica no casulo se preparando para a transformação e sair voando.
Acho que todos nós temos várias fases de casulo em nossas vidas. E acho que estou em uma delas.
Eu sei que no caso da borboleta, ela não volta para o casulo, mas forçando uma metáfora com o momento de isolamento que muitos de nós seres-humanos precisamos para repensar e amadurecer sobre o que ocorre em nossas vidas, penso que estou nessa fase do casulo.
Por isso a borboleta não tem voado tanto na mommysfera como antes, vez ou outra acompanho o que ocorre pelo facebook.
Também tenho sentido necessidade de reorganizar o que e quem sigo ou não, o que e quem acredito, concordo, gosto, me interesso de verdade e não só por que os outros estão falando, gostando, acreditando, curtindo. Venho pensando também sobre privacidade e exposição.
Enfim... tudo por novos e melhores vôos para esta borboleta.
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