Espera aí gente só um minutinho para eu tirar a poeira aqui...cof, cof...
Que vergonha! Blogueira ingrata! Quase um mês sem postar uma letra!
Imagino que não deve ser nada mais deprimente para um blog, do que passar muito tempo sem receber o carinho das teclas de sua blogueira e nem dos leitores, pausa para uma breve reflexão...huuummmm
Pronto! Chega de lamentações e vamos ao que interessa...
Ontem foi a 1ª reunião de pais na escola do Pedro. Quando me avisaram (3 dias antes) da reunião explicando como seria e que eu receberia um relatório, UM NÃO, DOIS, imediatamente visualizei tudo e um misto de orgulho-alegria-curiosidade se apossaram dessa mãe.
Eu não perderia essa reunião por nada nesse mundo, aliás só pelo Pedro, claro!
Seria individual e de tal hora até tal hora da manhã.
Obviamente que eu estaria abrindo o portão da escola nesse dia, primeiro porque seria o melhor horário mesmo e segundo porque não conseguiria me concentrar em mais nada se eu não visse logo os: TAIS RELATÓRIOS!
Só que essa ânsia toda era mais por um deles do que pelo outro, embora este último seja tão importante quanto o primeiro.
Acontece que eu a-d-o-r-o ver o que meu filho faz na escola!
Intonse, simplesmente que o relatório de atividades era a razão da minha ansiedade monstra.
Eu , que não preciso de muita coisa para ficar ansiosa, ficava brincando falando para o pai dele dizendo: "Na sexta-feira, vai ter a reunião de pais e eu vou lá pegar o RELATÓRIO." Enchia a boca para falar brincando e o pai entrava na brincadeira também, pois é algo novo para nós dois. É um misto de: gostoso + e aí o que foi que ele aprendeu mesmo na escola?
Agora falando sério, a professora sentou frente a frente comigo, nas cadeirinhas da sala mesmo começamos a conversar, contou dos projetos que existem, como Pedro se comportou no início e como está hoje, sobre a manifestação da sua linguagem verbal, sua facilidade de dançar e se movimentar com música, sobre sua alta concentração na contação de histórias, sobre leitura e manuseio dos livros, sobre o que já existe e sobre o que não surgiu ainda e sobre o que virá a partir do próximo bimestre. Inclusive tudo o que conversamos e algo mais estava no relatório formal, digitado e feito pela professora.
Não tive tempo de olhar o relatório das atividades na mesma hora com ela, só quando cheguei no trabalho e muito rápido.
Só a noite já em casa com o pai, com a tia e com ele, nada mais nada menos que o autor do relatório, Pedro (nada mais justo não é?) foi que apreciamos os rabiscos, as colagens, as pinturas e para meu drama/materno/perfeccionista algumas páginas sem nada disso com um FALTOU no canto , = ( , o que faz parte diante de duas vezes que Pedro faltou a escola e cada vez foi de 1 semana inteira.
E tudo ficou mais alegre e colorido por causa de um relatório.
Ah! Se todos os relatórios de nossas vidas tivessem esse poder não é? Que os relatórios sejam sempre bons assim, mesmo quando estiver maior e com atividades mais complexas. Que sempre me tragam felicidades.
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