Bom, então resolvi que vou tentar sempre escrever o que vier na cabeça em algum lugar, tipo blackberry, word ou no velho e bom papel com lápis ou caneta.
Então por hoje vou contar o que chamamos de curtas.
Bom, como contei aqui estou lendo alguns livros e consegui concluir o da Martha Medeiros - Felicidade por Nada, a leitura é maravilhosa e muito próxima do nosso cotidiano. Ela é inteligente, bem humorada, faz uma proposta que eu estava precisando. Sinto até que teve um efeito terapêutico que eu não esperava. Em outro post vou colocar alguns trechos especiais e de muita reflexão, inclusive para nós: mães e mulheres.
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Essa semana que passou para mim foi muito importante, principalmente no campo profissional.
Posso dizer que superei a mim mesma em alguns aspectos.
Efeito que associo à terapia, às idas ao Centro Espírita, às leituras e principalmente à mim mesma!
Esperei até sexta-feira para poder dizer: sim, essa semana foi ótima! Fiquei muito feliz, mas uma felicidade diferente. Falar sobre esse assunto merece um post, pois quero falar sobre assunto já comentados por aqui e na mommysfera: perfeccionismo e autoconhecimento; maternidade x carreira.
Só que agora com um prisma bem diferenciado.
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E hoje eu tinha poucos planos para um sábado de manhã, a não ser tirar um Raio X do Cavum, ops! alguém por aqui já fez? Só fui saber om grau de dificuldade hoje, embora tenha sido até fácil, comparado com o do tórax, mas sempre tem 2 tentativas para sair legal. A pneumologista pediu para fazer, devido a questão das Sras.Adenóides.
Eu ia tentar fazer uma ultrassom, para mim desta vez, só eu e Pedro não ia dar né.. Daí que a prioridade é o Pedro sempre então, vamos ao Raio X. No caminho quando abasteço descubro um probleminha e depois do Raio X fui lá na concessionária, tipo do outro lado da cidade.
Bom, tudo bem se tinha que ir né, daí como não tinha nada assim, planejado, e de vez em quando eu adoooooro passear no shopping,
Quem já veio aqui sabe que o Shopping Iguatemi é o maior de Fortaleza, e menor do que muitos outros Estados, mas dentro da nossa realidade/necessidade ou nem isso, ela atende claro.
Sempre adorei ir lá, desde pequena. Nem que seja para espairecer como eu digo.
Então fui eu e Pedro, só nós dois, sem a programação de sempre, saí da rotina, tinha uma bolsa dele, com 3 fraldas e o necessário para fazer as trocas, mas não levei comida, agora já posso comprar um suco e oferecer a ele e se precisasse comprava um potinho na farmácia.
Um dos meus objetivos e
Daí que a fralda vazou já no final, eu não troquei antes, pois achei que não tinha necessidade.
(Essa curta, tá mais longa do que post né?)
Bom, para encurtar história troquei a fralda dele numa loja de relógios, sentiram o drama? Na realide foi tranquilo, o vendedor me ofereceu um espaço e fui lá como uma mãe super prática e troquei vapt vupt.
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Ainda tinha muita coisa para contar e umas fotos para colocar, mas queria encerrar dizendo o seguinte:
- como é difícil andar num shopping sozinha com um menino de 1 ano e 6 meses, esperto, curioso, falante, simpático e quer correr (é assim com vocês?)
- no post anterior falei que Pedro sabe colocar a fralda no lixo e a Ju do Mil Facesse surpreendeu. hahahaaha. Só um esclarecimento Ju, ele não faz isso toda troca de fralda, ele faz quando a gente pede e a gente pede para testar se ele sabe!! hahahaahahahahaha #paisadestradores?
- também estou devendo as fotos do dia das crianças.. então vou colocar umas que coloquei no FB.
Bom findi..
arthur também coloca a fralda no lixo e as roupas sujas no cesto. podia ser perfeito se ele não adorasse tirar a fralda e fazer xixi no chão...
ResponderExcluirbeijoca
Lu, fiquei muito curiosa para ler os trechos do livro da Marta. Já ouvi falar muito dela, mas nunca li nada.
ResponderExcluirAdoro novidades literárias!! Estarei aguardo suas reflexões!
Menina, eu só levei meus filhos a shopping enquanto eles eram bebês de carrinho. E olhe lá, viu. Porque Marina era um bebe hiper chorão e eu sempre me arrependia de levá-la a lugares públicos... Quando os dois começaram a andar parei de sair sozinha com eles. Simplesmente não dava conta e, na verdade, não gostava do trabalho que davam. Só quando eles ficaram maiorezinhos (tipo com uns 3 anos) eu voltei a levá-los a esses locais.
Mas dá um trabalhão mesmo, vc tem toda razão!
Beijos.