A parte que eu não gosto de ser mãe...

quarta-feira, 30 de novembro de 2011



...que trabalha fora.


Mãe que trabalha fora: aquela que tem que trabalhar os dois turnos como se fosse uma mulher que não tem filhos e chegar em casa para o terceiro turno sendo uma mulher que tem.

É mais ou menos como os super heróis que têm identidade secreta?

E precisam se transformar, as vezes depois do expedientes, as vezes no meio, as vezes antes....

Não gosto mais ainda quando ainda rola uma limpezas básicas de nº 2...Deus me perdoe!

ANTES

DEPOIS
(mas a mamãe não conseguiria fazer muita coisa com esse traje, essa unha não...
ainda chego lá nesse corpichio!)

Filhos e Meios de transporte

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Antes mesmo de pensar em ter filho, eu criava algumas condições para tal, uma delas era:
- "só iria ter um filho quando tivesse um carro!"

Os anos se passaram , Pedro nasceu e tivemos condições de ter o meio de transporte tão sonhado.
Você sabem que boa parte das minhas reflexões surgem quando estou dirigindo e nesse momento encontramos os flashes do a dia a dia das pessoas.

Aqui em Fortaleza, encontramos comumente nas ruas crianças pequenas, bebês até, sendo levadas em bicicletas, na frente ou atrás. Vemos também em motos, as vezes duas de uma vez.
Também tem as que estão nos carrinhos de bebê empurrados pelo pai ou mãe no meio fio. Ou simplesmente andando de mãos dadas com avó, avô, pai, mãe ou algum parente.

Esse tema estava na minha cabeça a muito tempo. Daí o Programa Papo de Mãe abordou semana retrasada sobre Código de Trânsito...

Para que, quem ou por que, você escreve?


Não resisti e tive que voltar para escrever logo esse post antes que as idéias, após uma longa noite de sono, resolvessem escapar e não voltar mais no dia após o outro.

Para começar: Eu sou uma pessoa que gosto de ter liberdade de falar o que penso. Na realidade gosto de liberdade de modo geral...

Ah, eu pensei que você era....

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Já ocorreu comigo 2 vezes depois que entrei com tudo na blogosfera, desde postar, seguir, comentar, ser seguida...

É mais ou menos como aqueles ditadozinhos: "as aparências enganam" ou "quem vê cara não vê coração"

Acontece que na blogosfera, assim como tudo na internet,  esse espaço que passei a considerar 100% democrático, ou talvez, anárquico, no sentido da liberdade quase absoluta e sem controle com que as informações chegam e saem, a gente coloca na letra que escreve uma parte de nós e o leitor, no ato da leitura, uma parte dele...(inclusive vamos parar com esse negócio de cobrar comentários e visitas gente, somos mães, lembrem tempo é o produto mais escasso!)

Começamos sem saber nada umas das outras e daqui uns meses somos quase as melhores amigas..

Temos um assunto em comum bastante forte: a maternidade

Criamos os vínculos, dividimos as dores, as inseguranças, as alegrias, as tristezas, as perdas, as opiniões

Dividimos, somamos, multiplicamos nós mesmas.. Hora somos uma só, hora somos cada uma...

Até um dicionário bloguês materno merecesse ser criado:

dasamiga
todas comemoram
todas gritam
#maedemerda
#prontofalei
no thanks e outras expressões in english

E aí o que acontece é que na realidade somos mães, mulheres atrás do computador escrevendo e temos nossas personalidade, nosso jeito, nossa rotina, nossa família, nossa voz, nossa...muitas coisas...

E tudo isso estou escrevendo para dizer que já aconteceu 2 vezes de eu pensar uma coisa sobre a mamãe blogueira que está do outro lado e ser outra bem diferente...

1º foi com a Anne, do Super Duper e agora recentemente com a Carol Garcia do Viajando na Maternidade

Inclusive já compartilhei com elas e para elas eu disse:

Ah! Eu pensei que você tinha voz grossa e falava sério. (para Anne) hahahahahaha super diferente, já viram os vídeos dela?

Ah! Eu pensei que você não trabalhava! (para Carol) hahahahahaah super diferente Carol, é multitarefas já leram o último post dela?

Definitivo - dedicado a Ju Dalzoto

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Definitivo, como tudo o que é simples.
 
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? 
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma  pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade. 
 A dor é inevitável. O sofrimento é opcional…

Carlos Drummond de Andrade

A mania começou por aqui

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Há 6 meses atrás li um post da Mãe do Bento que falava mais ou menos sobre isso aqui:




Lembra Sarinha?


O(a)s 10 mais mais nas paradas de sucesso

segunda-feira, 14 de novembro de 2011









a mamãe claro! olhe, olhe...

P.s.: O (a)s 10 mais mais não estão ordem de preferência, graças a Deus né! Todas são preferidas, mas eu acho que sou sempre a mais mais de todas e todos!
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