como falei no post anterior está tudo bem corrido... além de tudo o que já fazia, resolvi entrar no mundo das vendas de lingerie e agora de cosméticos...inscrevi-me num curso s a distância sobre empreendedorismo...dentre outras facetas... daí que tenho dormido tarde quase todas as noites para dar conta de tudo...
Pedro está com 2 anos e 2 meses.. cada vez mais rapaz, independente, com seu desenvolvimento da fala e comportamento e desenvoltura que nos tornar mais interdependentes do que dependentes como no primeiro ano....
A hora de dormir é a sagrada.. se eu estiver em casa ele só quer dormir comigo deitadinho na rede... e eu, gosto, apesar de precisar em alguns dias que ele dormisse com o pai ou sozinho, mas estava deixando que o tempo ditasse suas regras...
Então que hoje meu menino ficou por aqui, parecendo não ir enquanto a mamãe não fosse.. eu, no computador organizando planilhas e idéias, o dia seguinte e tal o incentivava a se deitar na cama que "a mamãe vai já!"
E não é que ele foi? De repente me vi sozinha... e não gostei do que senti... fui olhá-lo na cama, estava lá movimentando a mãozinha no "nenê" dele como se fazendo carinho, seu boneco de transição que virou companheiro de todas as noites...
Sempre quis que Pedro independente, mas acho que independência não existe, somos interdependentes mesmo... Todos nós neste mundo... Senti um misto de orgulho e já, uma nostalgia do meu bebê.
Não sei se todas as noites será assim, mas algo me diz que meu bebê está mais para menino
meu menino que foi dormir sozinho
terça-feira, 24 de julho de 2012
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mimimi
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Passando rapidim para dizer uma coisa que está nítida: estou sem tempo.
Já não bastasse trabalhar no horário comercial de segunda a sexta, ser blogueira, mãe, mulher, esposa, filha, tia, nora, cunhada, amiga, agora resolvi ser : VENDEDORA!
Uauuuu que louca!! Vocês devem está imaginando..Bom, faz 2 meses isso... vamos ver no que vai dar. Escolhi vender lingerie e comésticos...
Não vou usar o blog para fazer propaganda nem vender nada. Isso estou fazendo no facebook e outros meios.
Aqui é meu espaço de mãe, mulher e do meu filho...
Eu não queria fazer mimimi, mas não teve jeito... Passei rapidim para fazer miimimi..
Já não bastasse trabalhar no horário comercial de segunda a sexta, ser blogueira, mãe, mulher, esposa, filha, tia, nora, cunhada, amiga, agora resolvi ser : VENDEDORA!
Uauuuu que louca!! Vocês devem está imaginando..Bom, faz 2 meses isso... vamos ver no que vai dar. Escolhi vender lingerie e comésticos...
Não vou usar o blog para fazer propaganda nem vender nada. Isso estou fazendo no facebook e outros meios.
Aqui é meu espaço de mãe, mulher e do meu filho...
Eu não queria fazer mimimi, mas não teve jeito... Passei rapidim para fazer miimimi..
2 anos e 2 meses de mãe
sábado, 30 de junho de 2012
Oi.... tudo bem com vocês?
Amanhã é dia 1º do mês de julho.. mês do meu niver, diga-se de passagem... mas amanhã Pedro fará 2 anos e 2 meses.. e eu farei 2 anos e 2 meses de mãe...
e hoje resolvi falar rapidamente e objetivamente e em poucas palavras que eu mereço parabéns também a cada comemoração de niver do Pedro...
sabem o porquê?
Vou explicar: depois desses 2 anos e 2 meses percebi hoje que sou uma mãe que amadurece junto com o filho.
Pedro nestes 2 últimos meses está no 3º episódio de gripe, que na realidade começa com uma simples/inocente e dissimulada corisa, que depois evolui para uma secreção mais carregada e tosses (que resolvi simplesmente dando aerosol com soro).. depois aparece a tão temida e já falada por mim aqui... a FEBREEE....
Pois bem.. Há uns meses atrás que não me lembro quanto, Pedro teve uma conjuntivite quando estava grupado.
E não é que pegou de novo... E teve febre hoje... E a mamãe aqui nem tremeu nas bases...Desde de manhã que percebemos o corpo dele mais quente, mas o termômetro não acusava febre.. Só quando deu 38 quase de noite que resolvi dá dipirona, na maior tranquilidade, como quem dá água para quem está com sede.
Então pensei: Opa!!! Eu estou melhor! Eu amadurecei um cadim!!!! Não é só o filho que cresce a mãe também!!!
Resultado: está tudo sob controle, a febre passou e a conjuntivite leva um tempo para sarar né...
Detalhe: nem liguei para a pediatra dele para perguntar o que fazer.
Mereço ou não um parabéns!!!
Parabéns mamãe você cresceu!!!
Beijos
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os outros assuntos...as polêmicas... e as descobertas...
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Para mim é indiscutível o quanto cresci e amadureci com essas mães blogueiras pelo Brasil afora, que me fazem ri, chorar, refletir, pensar e, é claro, descobrir mais e mais sobre a maternidade e tudo o que cerca esse assunto.
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar umequilíbrio. Senti que foi a oportunidade de dizer tudo o que estava entalado na garganta e muitas não tinham coragem de dizer. E isso é bom. Isso é ótimo, masss...
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...
Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.
Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda, dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.
Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar um
Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...
Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?
E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.
Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.
E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?
Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.
Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:
- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí?
- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.
- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.
- culpa? a gente sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.
Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.
Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.
É ou não?
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um dos meus maiores medos de mãe e outros assuntos
hoje resolvi ler os blogs maternos como fazia, aliás, como nunca fiz desde que me tornei mãe blogueira.
degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.
já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...
para completar Pedro começou a ter febre hoje.
hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.
***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.
a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...
e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.
a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.
***
queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.
boa noite.
degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.
já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...
para completar Pedro começou a ter febre hoje.
hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.
***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.
a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...
e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.
a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.
***
queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.
boa noite.
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quem puder me ajuda aí vai? (dúvidas sobre desfralde)
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Hoje li no Mulher que Pariu sobre o processo do desfralde por lá e algo me chamou atenção...
O filho da Beca que daqui a pouco faz 2 anos, já toma atitudes de querer tirar fralda quando acorda e de chamar quando vai fazer o xixi...
Sei que cada um cada um gentem! Mas olhem só!
Aqui em casa Pedro já com 2 anos e 24 dias...não pede para tirar a fralda e raramente avisa quando vai fazer xixi... quando quer avisar o nº 1 se confunde com o nº 2 que, eu deduzo, tal confusão seja fruto dos estímulos nas áreas vizinhas e que ele ainda não entende nem controla...
O processo de desfralde iniciou desde o 1 ano e 6 meses... quando resolvemos começar a colocar as cuecas quando ele está em casa... isso fez com que ele identificasse melhor o xixi, mesmo quando está com a fralda, pela temperatura ele abre as pernas e demonstra que há algo diferente ali...até aí beleza!
E decidimos que sempre perguntaríamos se ele quer fazer xixi, levando-o até o penico quando achássemos que era hora de fazer, calculando um tempo entre um xixi e outro, analisando o que ele bebeu... sempre de manhã e antes de dormir perguntamos...
Ele vai para escola de cueca, eu morreeendo de medo dele fazer xixi no trajeto, mas eu coloco antes para fazer (dica da professora), a escola está iniciando o desfralde lá também...
Bom, a minha dúvida é?
Será que o fato de a gente tomar a iniciativa de levá-lo ao penico ao invés de deixá-lo pedir, mesmo que isso signifique mais trabalho e sujeira, buá, buá, buá, ao invés de ajudar, atrapalha a ele tomar iniciativa de pedir?
Ou será que de um jeito ou de outr, conforme o desenvolvimento dele, esse dia chegará?
Help me pleasee!!!
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Foge, foge, mulher maravilha
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Vejam bem, o título pensado para o post de hoje era o não menos musical: "eu sei que você sabe, que eu sei que você sabe que é difícil de dizer"
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.
Apesar de toda essa introdução, o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...
Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)
Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!
Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)
É de conhecimento de todas que o ideal perfeccionista é uma praga na maternidade.
Para um perfeccionista, não saber algo que ele acha que deveria saber é uma tortura...
Admitir isso assim na lata... e, e, e para um filho?
Sim, é bom... É bom se permitir aprender com ele!
É bom dizer para SI mesma e ficar tranquila com isso, na paz, na boa com você mesma e continuar brincando de outras coisas bacanas, inventar e reinventar outras figuras na massa de modelar, despertar para outras brincadeiras e estimular sua criatividade que você acha, achava tão pouca!
E ser você mesma, SER HUMANA, de carne e osso, que não sabe, nem precisa saber tudo, mas pode aprender!
E o melhor de tudo, através dessa percepção ter a possibilidade de ensinar isso ao seu filho, com suas atitudes de compreensão consigo mesma e com o outro!
Os pais são sempre vistos como super herós pelos filhos... (por que será hein?)
Eu chuto: talvez por isso, por não saberem dizer que "não sabem isso ou aquilo"
Não sei.. admito outra vez, eu não sei se meu chute está certo...
Agora, parafraseando minha amiga cantora e leitora assídua homenageada no início deste post, que também é filha e tem uma mãe que ainda pretende ser super heroína: "Mãe, você é a mulher MARAVILHOSA não precisa ser a MULHER MARAVILHA" (suspiros!! isso soa como música para meus ouvidos, e música relaxante do tipo que faz você dormir!! fui!)
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