2 anos e 2 meses de mãe

sábado, 30 de junho de 2012

Oi.... tudo bem com vocês?

Amanhã é dia 1º do mês de julho.. mês do meu niver, diga-se de passagem... mas amanhã Pedro fará 2 anos e 2 meses.. e eu farei 2 anos e 2 meses de mãe... 

e hoje resolvi falar rapidamente e objetivamente e em poucas palavras que eu mereço parabéns também a cada comemoração de niver do Pedro... 

sabem o porquê?

Vou explicar: depois desses 2 anos e 2 meses percebi hoje que sou uma mãe que amadurece junto com o filho.

Pedro nestes 2 últimos meses está no 3º episódio de gripe, que na realidade começa com uma simples/inocente e dissimulada corisa, que depois evolui para uma secreção mais carregada e tosses (que resolvi simplesmente dando aerosol com soro).. depois aparece a tão temida e já falada por mim aqui... a FEBREEE.... 

Pois bem.. Há uns meses atrás que não me lembro quanto, Pedro teve uma conjuntivite quando estava grupado.

E não é que pegou de novo... E teve febre hoje... E a mamãe aqui nem tremeu nas bases...Desde de manhã que percebemos o corpo dele mais quente, mas o termômetro não acusava febre.. Só quando deu 38 quase de noite que resolvi dá dipirona, na maior tranquilidade, como quem dá água para quem está com sede.

Então pensei: Opa!!! Eu estou melhor! Eu amadurecei um cadim!!!! Não é só o filho que cresce a mãe também!!!

Resultado: está tudo sob controle, a febre passou e a conjuntivite leva um tempo para sarar né...

Detalhe: nem liguei para a pediatra dele para perguntar o que fazer.

Mereço ou não um parabéns!!!

Parabéns mamãe você cresceu!!!

Beijos

os outros assuntos...as polêmicas... e as descobertas...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Para mim é indiscutível o quanto cresci e amadureci com essas mães blogueiras pelo Brasil afora, que me fazem ri, chorar, refletir, pensar e, é claro, descobrir mais e mais sobre a maternidade e tudo o que cerca esse assunto.

Aliás aprendemos sobre muitas outras coisas além da maternidade: sobre arte, música, ecologia, consumismo, criatividade, educação...

Após quase 2 anos como mãe blogueira de forma mais ativa venho refletindo sobre alguns assuntos que antes eu me sentia em cima do muro ou concordava sem pensar muito ou entrava na onda mariavaicomasoutras.

Então que tenho visto temas como: consumismo e publicidade infantil, maternidade consciente, maternidade ativa, maternidade real, parto humanizado, amamentação exclusiva, cama compartilhada, livre demanda,  dentre outros afins, se tornarem bandeiras de muitos grupos nas redes sociais e nos blogs maternos, que eu sei que têm as melhores das intenções, bem como, são construídos a partir de reflexões inteligentes, de pessoas que estudam, pesquisam e se embasam bastante antes de abrir a boca e gritar por esses direitos. pessoas que tomam partido por esses assuntos, porque sabem do que estão falando, mesmo não tendo passado pela experiência, aliás, também por isso que lutam, porque descobriram, que podiam ter experimentado, se, soubessem antes o que sabem hoje, pelo menos é que parece.

Recentemente li os comentários de um antipost sobre maternidade real, escrito no dia das mães, que me chamou a atenção. nos comentários faziam críticas sobre o sentimento de culpa de mãe; ao fato de muitas mães colocarem mensagens no dias das mães que se tornaram pessoas melhores depois que se tornaram mães e sobre o padecer no paraíso. criticavam também que podiam usar essa história de maternidade real para desculpa para não fazer tudo o que podiam pelos filhos. enfim... era tanta mãe falando tanta coisa que gostava de ser mãe e do seu ou seus filhos, mas que queriam ter tempo para si, foi um caldeirão de contradição na minha opinião, mas que faz totalmente parte da maternidade. a gente vai e volta, sobre e desce nas gangorras até achar um equilíbrio. Senti que foi a oportunidade de dizer tudo o que estava entalado na garganta e muitas não tinham coragem de dizer. E isso é bom. Isso é ótimo, masss...

Tá certo... discordo completamente dessa história de padecer no paraíso...

Mas culpa de mãe ou culpa de qualquer natureza, ninguém sente não?

E, sinceramente, se você não se tornou uma pessoa melhor depois da maternidade, merece o Oscar da pessoa mais modesta do mundo.

Particularmente, e aí é sobre minha vida e experiência mesmo, sinto que a experiência da maternidade é tão transformadora, que não consigo imaginar uma pessoa continuar a mesma depois de ter filhos. não! isso nada tem a ver com romantismo, pois não sou romântica, sou até dramática, mas não sou romântica.

E sobre os assuntos lá de cima sabe qual a minha opinião?

Sou produto dessa sociedade capitalista, mas ainda bem que desde cedo conheci o Espiritismo e além disso meus pais nunca foram consumidores vorazes, embora, talvez, todavia, tivessem algum desejo recalcado de sê-lo.

Ainda me sinto amarrada a muitos paradigmas e fortes hábitos de minha infância e adolescência:

- adoro assistir TV... a 1ª coisa que sinto vontade de fazer quando chego em casa é ligar a TV, ainda bem que esse vício diminuiu bastante, principalmente com a falta de tempo, mas entrou outro, o da internet e blogs, facebook, o_O e aí? 


- ainda não consigo me imaginar fazendo parto em casa, nem fazendo livre demanda, nem amamentando meu filho com 2 anos.


- gosto da idéia do consumo consciente, da busca da sustentabilidade, embora adore uma novidade e tenha vaidades consumistas contrárias, mas que hoje reflito muito mais sobre antes de sair comprando tudo pela frente por impulso.


- culpa? a gente  sente quando faz algo que sabia que não deveria fazer ou deixa de fazer algo deveria ter feito...e isso é perfeitamente normal e humano.. precisamos aprender não a negar a culpa, mas a nos perdoar por nossos erros.

Enfim o que eu queria dizer com tudo isso é que me incomoda quando percebo que ao invés de compartilhar idéias estamos impondo implicitamente (com discursos bem elaborados e inteligentes, no maior estilo: falo o que quero, o que penso e dane-se o resto) rótulos do certo, do errado, do bom, do mau, do bonito, do feio entre nós mesmas, entre as mães.. que muitas vezes aparecem nas entrelinhas de posts.. eu sei que ler quem quer, concorda quem quer e a interpretação e aceitação é de cada um.

Afinal sempre achei esse espaço, a mommysfera, 100% democrático.

É ou não?

um dos meus maiores medos de mãe e outros assuntos

hoje resolvi ler os blogs maternos como fazia, aliás, como nunca fiz desde que me tornei mãe blogueira.

degustando cada um da minha lista de blogs, sem pressa, agonia, lendo e sentindo cada post. comentando com tranquilidade e não só por passar. dizendo o que sentia necessidade de dizer e se não tivesse muito o que dizer, disse pouco.

já se tornou clichê e todo mundo sabe: todo bônus tem um ônus e vice-versa. fazer isso as 22h significa que você provavelmente dormirá depois da meia noite. confesso que nem sinto, aliás sinto, o maior prazer de fazer isso, me relaxa, me instiga, me ensina. não percebo as horas passando, nem vontade de parar até ler tudo o que achar interessante. mas ainda tenho o outro dia e os motivos que me afastaram das leituras e postagens: tempo para o filho, marido, para mim mesma, etc, etc, etc...

para completar Pedro começou a ter febre hoje.

hoje não, ontem, pois já são 00:34 do dia 13 de junho, ou seja, não é mais o dia dos namorados.

***
então que, ontem, no dia dos namorados, resolvemos assistir Madagascar 3 em 3D com o filhote, nosso 1º cinema com ele e o 1º cinema dele também. Mesmo com 38° de febre, porém medicado com dipirona, resolvemos prosseguir.

a febre baixou, contudo agora a noite, resolveu subir novamente e até 1h atrás chegou a 39º...agora são 00:54.. tive que verificar a febre que está baixando.. após 1h30min de remédio e compressas mornas...

e é aqui que eu falo de um dos meus maiores medos de mãe: a febre. tenho medo dela, por causa do risco de convulsões. hoje até acho que estou mais relax e tentando enfrentar essa danada que aparece sem avisa, aliás ela é o próprio aviso em pessoa né! mas quando Pedro teve sua 1ª febre não deixei chegar em 37,5, dei logo paracetamol, foi quando minha irmã que já é mãe me explicou que esperasse mais um pouco até para o corpo reagir e tal... enfim.. hoje uso mais isso, mas não deixo passar de 38.. tenho medo.

a febre parece está cedendo e meu sono está chegando, como tive que dar uma pausa no post para medir a temperatura em 3 termômetros diferentes, isso me desconcentrou e agora nem vou escrever os outros assuntos, pois estou sem inspiração. marido também ainda acordado e vamos levar Pedro para nossa cama.

***

queria dizer que os outros assuntos são interessantes e espero não demorar para escrever sobre.

boa noite.

quem puder me ajuda aí vai? (dúvidas sobre desfralde)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Hoje li no Mulher que Pariu sobre o processo do desfralde por lá e algo me chamou atenção...

O filho da Beca que daqui a pouco faz 2 anos, já toma atitudes de querer tirar  fralda quando acorda e de chamar quando vai fazer o xixi...

Sei que cada um cada um gentem! Mas olhem só!

Aqui em casa Pedro já com 2 anos e 24 dias...não pede para tirar a fralda e raramente avisa quando vai fazer xixi... quando quer avisar o nº 1 se confunde com o nº 2 que, eu deduzo, tal confusão seja fruto dos estímulos nas áreas vizinhas e que ele ainda não entende nem controla...

O processo de desfralde iniciou desde o 1 ano e 6 meses... quando resolvemos começar a colocar as cuecas quando ele está em casa... isso fez com que ele identificasse melhor o xixi, mesmo quando está com a fralda, pela temperatura ele abre as pernas e demonstra que há algo diferente ali...até aí beleza!

E decidimos que sempre perguntaríamos se ele quer fazer xixi, levando-o até o penico quando achássemos que era hora de fazer, calculando um tempo entre um xixi e outro, analisando o que ele bebeu... sempre de manhã e antes de dormir perguntamos...

Ele vai para escola de cueca, eu morreeendo de medo dele fazer xixi no trajeto, mas eu coloco antes para fazer (dica da professora), a escola está iniciando o desfralde lá também...

Bom, a minha dúvida é?

Será que o fato de a gente tomar a iniciativa de levá-lo ao penico ao invés de deixá-lo pedir, mesmo que isso signifique mais trabalho e sujeira, buá, buá, buá, ao invés de ajudar, atrapalha a ele tomar iniciativa de pedir?

Ou será que de um jeito ou de outr, conforme o desenvolvimento dele, esse dia chegará?

Help me pleasee!!!




Foge, foge, mulher maravilha

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Vejam bem, o título pensado para o post de hoje era o não menos musical: "eu sei que você sabe, que eu sei que você sabe que é difícil de dizer"

Mas uma amiga cantora e minha leitora assídua foi uma gênia... Por isso e em sua homenagem o título escolhido foi sugerido por ela.

Apesar de toda essa introdução,  o assunto é simples e fruto de um insight que tive hoje, numa cena simples e pitoresca com Pedro...

Vez ou outra ele me pede para fazer um sapo na massa de modelar, só que eu não sei fazer o sapo.
Não bem feito, do jeito que o pai faz (e precisava ser?), nem de um jeito bacana assiiiimm.... como eu poderia dizer? identificável!
As vezes enrolo ele com algo parecido, mas enfim...(enrolar é um pecado para o perfeccionista, se tiver que fazer tem que fazer bem feito!)

Só que hoje eu disse: "filho a mamãe não sabe fazer sapo"
Opa!!! Uma luz acendeu!

Ele precisa, ou pode, ou deve, saber que a mamãe não sabe tudo...(isso é libertador e abre fronteiras maravilhosas, além de menos força do meu EU perfeccionista chato!)

É de conhecimento de todas que o ideal perfeccionista é uma praga na maternidade.

Para um perfeccionista, não saber algo que ele acha que deveria saber é uma tortura...

Admitir isso assim na lata... e, e, e para um filho? 

Sim, é bom... É bom se permitir aprender com ele! 
É bom dizer para SI mesma e ficar tranquila com isso, na paz, na boa com você mesma e continuar brincando de outras coisas bacanas, inventar e reinventar outras figuras na massa de modelar, despertar para outras brincadeiras e estimular sua criatividade que você acha, achava tão pouca! 

E ser você mesma, SER HUMANA, de carne e osso, que não sabe, nem precisa saber tudo, mas pode aprender! 

E o melhor de tudo, através dessa percepção ter a possibilidade de ensinar isso ao seu filho, com suas atitudes de compreensão consigo mesma e com o outro!

Os pais são sempre vistos como super herós pelos filhos... (por que será hein?)

Eu chuto: talvez por isso, por não saberem dizer que "não sabem isso ou aquilo"

Não sei.. admito outra  vez, eu não sei se meu chute está certo... 

Agora, parafraseando minha amiga cantora e leitora assídua homenageada no início deste post, que também é filha e tem uma mãe que ainda pretende ser super heroína: "Mãe, você é a mulher MARAVILHOSA não precisa ser a MULHER MARAVILHA"  (suspiros!! isso soa como música para meus ouvidos, e música relaxante do tipo que faz você dormir!! fui!)

Sobre Choro e o NÃO

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Há vários tipos e formas...

Os verdadeiros e os encenados

Os sentidos e os raivosos

Os estridentes e os calados

Mas sempre são acompanhados de lágrimas

Uma vez li em um desses livros sobre o sono dos bebês, que tudo dependia de como a gente lidava com choro...

Sou do tipo que se vejo uma cena emocionante e a pessoa chora, pode olhar para mim que os olhos estão cheios de lágrimas...

Apesar disso tenho vergonha de chorar na frente dos outros...

Desde que me tornei mãe não sei lidar muito bem com o choro de criança, sempre acho que estão fazendo algo de ruim com ela, mas logo tento lembrar que aqui em casa também tem choro, dos vários tipos, e que NUNCA estamos fazendo algo de ruim, pelo menos não usamos de violência física, nem beliscões, nem nada parecido. As vezes grito, coloco sentado no sofá, quando já tentei conversar e entender e a paciência já voou para o espaço há muito tempo.

Mesmo assim não sei lidar muitas vezes com esses choros aqui de casa.

Já ignorei. Já gritei.Já abracei.

Aprendi que esse foi a melhor alternativa até o momento. Foi o que calou o choro.

Mas, e os limites?

E entender que NÃO pode isso, NÃO pode aquilo?

Ou que a mamãe ou papai precisa almoçar, trocar de roupa, voltar ao trabalho, dormir, usar computador, assistir TV, e etc?

 E entender que o mundo NÃO gira ao seu redor? Apesar desse pequenino ser praticamente o nosso mundo?



2 anos de muito aprendizado - finalmente

sexta-feira, 4 de maio de 2012

No post anterior eu terminei falando que tinha vários desdobramentos sobre: criatividade, apoio da família, planejamento e o resultado da pergunta: vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?


Então vamos lá!


Criatividade
Decidir fazer uma festa com suas próprias mãos, significa que você usará muito mais do que as mãos!
Normalmente quando temos poucos recursos somos motivados a encontrar alternativas criativas! Então que sempre subestimei a minha criatividade, mas depois da maternidade venho buscando desenvolvê-la, pois vários blogs me inspiraram a isso: Coisa de Mãe, Mãe do Bento, Super Duper, Mãe de Duas, MMM  e minha irmã Adriana, todas de alguma forma me inspiraram com suas idéias e reflexões sobre festa de aniversário, tanto em relação ao tipo de festa quando a parte artística da coisa pode se dizer assim.

Assim fiquei satisfeita de ver o potencial que há em mim, basta estimular.

Abre parênteses

Ainda sobre criatividade, considero-a muito importante, inclusive para a relação da mãe com o filho, pois no meu caso por exemplo, as vezes me vejo sem criatividade, me pego sem saber o qeu fazer, o que inventar, mas na realidade tem a ver com essa falta de estímulo. Perceber isso dói um pouco e frustra, mas não há tempo para isso, o tempo é de buscar as alternativas e aproveitar o tempo da melhor e mais gostosa forma possível.

Fecha parênteses

Apoio da família

Minha família é o must! Sem ela não teria o mesmo sentido fazer tudo o que fiz! E teria conseguido, pois foi com ajuda dela que tudo deu certo. E a confirmação disso foi a onda de felicidade que nos invadiu e nos contagia até hoje com o resultado da festa.
Minha mãe ficou muito orgulhosa, senti que ajudou a sua auto-estima, pois se sentiu útil fazendo as tortas de frango e ainda mais recebendo os elogios de todos, até encomenda quiseram fazer!!! 
(Há alguns anos atrás minha fazia doces, salgados, tortas por encomenda, mas parou por falta de incentivo do meu pai!)

Planejamento

É fundamental! Fiz todo o tipo de check list necessário para uma festa: convidados, comes e bebes, descartável, material para lembrancinhas e decoração, até agenda com horários de preparação das comidas eu fiz, mas esqueci de alguns detalhes e a falta de experiência com festa fez com que  meu marido fosse 3 x no mesmo dia ao supermercado, mesmo depois de eu ter feito um grande supermercado. 

E outra, no começo imaginei que o valor a ser gasto seria uma média de X reais , stop!(isso é um grande erro! nunca imagine com dinheiro, sempre tenha certeza, pois se não correrá sérios riscos de gastar mais do que sua imaginação imaginou!!)

Por isso, algo que aprendi é: muito controle e planejamento se pretende fazer uma festa por sua conta, se quiser realmente economizar!

Além da questão financeira têm outros detalhes que podem passar se você não planejar todos os detalhes com calma: as fotos por exemplo. Estou super triste por que eu adoro fotos e acabei deixando de lado isso em muito momentos da festa, tirei só uma com Pedro e meu marido, com meus pais, não tirei com vários amigos, enfim, não gosto nem de falar que me faz mal.

Então, a idéia é: saiba bem o que quer do início até o fim da festa e tente manter o controle de todos os aspectos, para que você possa curtir a festa e o resultado dela .

E aí? Vale a pena ou não fazer a festa em casa com as próprias mãos?

Minha resposta é: SIM.

Vale a pena sim. 
É bastante cansativo quando você não tem experiência, mas acredito que daí em diante você consegue não cair nas armadilhas da empolgação e segura a onda mantendo o foco no que realmente é importante para você.
Agora o maior aprendizado que eu tive com tudo isso foi que ser perfeccionista é muito chato, por que a festa  foi ótima, todo mundo por unanimidade elogiou , adorou, sentimos a energia no ar de que tudo estava bem como foi possível ser e a perfeccionista aqui fica procurando o que faltou!!! 

Descobrir isso, foi outro grande aprendizado desde 2 anos... Sai de mim perfeccionismo, sai.

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