Acompanhem-me

sábado, 8 de outubro de 2011

Essa semana muita informação de todos os tipos surgiu na rede.
Acompanhei, analisei, chorei, observei, me entristeci, choquei, me perturbei, paralisei, voltei a sorrir, adoeci, me recuperei, conversei com outras mães blogueiras, me afastei e agora...

Me aproximo novamente.

Há 2 semanas voltei a fazer a terapia, não pelas notícias da rede, não, não... Outros motivos pessoais, para e por mim mesma. Sou psicóloga e sei o valor das terapias.
Já fiz há 2 anos atrás e agora, retorno numa abordagem diferente da anterior.
A linha é da psicanálise e tenho lido sobre o assunto também.

Aliás, há 2 semanas voltei as reuniões espíritas, sim, esse retorno afirmo que fui mais impulsionada pelas notícias da rede que me abalaram emocionalmente.

Tudo isso junto tem me feito um bem danado.

Estou lendo vários livros interessantes e deixarei no final do post as imagens das capas como dicas.

No entanto, algo me chamou muito atenção hoje, analisando e refletindo sobre tudo, percebi que aprendi uma grande lição essa semana: "vem vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer", ou seja, se quer ajudar de verdade, faça alguma coisa de verdade para ajudar!

A rede é um dos nossos meios de comunicação e entretenimento.
Juntos aprendemos muito uns com os outros.
Podemos abraçar uma causa, defender idéias e disseminar campanhas, mas precisamos fazer pelo caminho mais correto, produtivo e de resultados mais efetivos, sem invadir o espaço das outras pessoas.
Com coerência, discernimento.

Para finalizar os livros:




Bom fim de semana.

Uma maratona

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Hoje resolvi que depois de colocar Pedro para dormir, iria curtir os blogs, ler, comentar.

Além de facebookar, orkutar e definir umas surpresas por aí!
Tomar atitude! Viver! E aproveitar a energia!

Tudo isso , acredito eu foi movido pelo simples fato de eu ter feito uma atividade física depois que cheguei do trabalho.
Senti-me mais viva!
Fazia 1 mês que estava parada!
Foram 20 min num aparelho desses que a gente compra na Tv.
Agora, quero ter esses 20 min todos os dias!

Já fui de correr, de fazer jump, de tudo... Mas enferrujei.. 20 min para comelçar a limpar a poeira e fazer a troca de óleo tá bom né?

No final do mês conto no www.penseecomamagro.blogspot.com o resultado.

P.s: estou devendo ao blog e a mim, 02 edições da série tempo de recordar em que coloco fotos do Pedro de ano atrás e uma atual. Prometo a mim mesma que vou atualizar!

Beijos

Blogagem Coletiva: Ética e Respeito na Blogosfera

segunda-feira, 3 de outubro de 2011


Nesse tempo em que sou blogueira, aliás desde sempre, nunca me desrespeitaram através de comentários ou outros canais de comunicação. E, até onde sei, apesar de nunca ter procurado, não foram antiéticos comigo.
Resolvi participar dessa blogagem coletiva, pois independente de ter acontecido comigo, quando compro uma causa eu participo com minha opinião.
E nesse caso é a seguinte:

* o espaço da blogosfera deve ser 100% democrático
* todos têm direito de escrever o que pensam
* o seu direito de escrever o que pensa termina, quando invade desrespeitosamente o meu direito de falar o que eu penso
* quem escreve o que quer, ler(as possíveis respostas) o que não quer
* você não precisa protestar sobre a opinião do outros impondo que todos concordem com a sua opinião
* você pode não colocar seu nome, mas todos os computadores têm "CPF"
* infelizmente, a internet, retrata a vida real
* por isso, não deixe que a vida virtual tome o lugar de sua vida real

Sabemos que a internet é uma espaço invadido e invasor.
De certa forma, nos mostramos e nos escondemos através dela. Mais uma vez estamos diante da questão do uso inteligente pelo homem daquilo que ele criou para seu bem estar e conforto, mas que muito acabam direcionando para o mal.

Bom, falei pouco, mas era o que saiu do meu coração agora.

Grande abraço a todas!!

Beijos

Convocando mães que trabalham fora

É uma enquete bem rápida, digna de facebook talvez, mas achei melhor fazer por aqui mesmo.

Vocês, mamães que trabalham fora, acham que seus filhos são (ou se tornaram) mais apegados, manhosos e dengosos, grudados em vocês devido isso?

Essa pergunta se deve a hipótese verbalizada por meus parentes queridos de que quando meu filho fica mais tempo comigo nos fins de semana, ou quando chego em casa, ou quando lembram o período de 15 dias que fiquei de "férias" (período de transição entre uma empresa e outra), ele muda.

Fica mais apegado a mim, manhoso, dengoso, grudado, tendenciando a birra. Tudo é a "mom mom".

Por isso, sob à pequena possibilidade que eu demonstre de mudar a minha opção sobre trabalhar ou não fora, todos caem em cima com esses argumentos assustadores e castradores.

E você deve estar se perguntando, e você Luciana o que acha? Você concorda com seus parentes?

E eu lhe respondo: SIM.

Nesses dias em que estou mais a disposição seja no tempo, no contato, na rotina percebo algo diferente no meu filho que confirma a hipótese abaixo.
Sinto que para conseguir fazer outras coisas que não sejam direcionadas para ele, entre elas, tomar banho enquanto ele estar acordado, preciso ser muito criativa e malabarista ou esperar ele dormir, ou não tomar banho, ou tomar banho junto.

Se eu filmasse um dia nosso, você veriam que não sou uma mãe superprotetora nem grudenta. De verdade! E não tenho remorso por isso, nem culpa. É o meu jeito e acho que deve existir sim limites.
Sinto necessidade de mostrar que existe o tempo juntos e o tempo separados.
Ele é ainda pequeno, mas aos poucos  vou aumentando a intensidade desse ensinamento.
A fase de 100% tempo dependente da mamãe para mim, foi até ele saber andar e não conseguir pegar a comida sozinho.
Agora sinto como obrigação de mãe deixá-lo aprender a viver, a explorar o mundo que o cerca e ter segurança, com minha supervisão claro!

Pois bem, agora aguardo as respostas. E ficarei imensamente agradecida. Sei que cada caso é um caso!

Beijo a todas! E mais tarde farei minha participação na Blogagem Coletiva sobre a Ética na Blogosfera

Não tem jeito, depois que a gente se torna mãe...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

...tudo e por onde a gente passa nos faz lembrar disso.

Estava eu conduzindo um processo seletivo onde pedi aos candidatos para usarem um material para se apresentarem. Dentre estes tinham revistas de vários assuntos, desde negócios, fofocas, bebês e moda (são as que eu trouxe de casa) , especializadas, etc.

Após tudo ocorrido, fui organizar o material e olhando uma coisa e outra encontro em um dos recortes uma matéria da Revista Época de 02/04/11 com caricaturas de crianças e adultos e letras grandes em negrito para resumir o conteúdo desse livro aqui:



Impossível não parar e ler tudo em segundos. Principalmente a parte dos "chiliques"... E agora que prestei atenção no detalhe: "Para pais das gerações X e Y"... Ops! Hoje na saída do trabalho comentava com um dos Diretores sobre essa história das gerações y, x, z e anteriores e que sinto que sou uma mistura delas. Ops, de novo! Tem que ter um livro assim: Para pais das gerações x, y e z  e que também são dessas gerações!!!  #maternidadeecarreira ... como é que se livra desse dilema desse jeito? hahahaha

Um pudim, por favor!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Hoje ia falar sobre a Pediatria no Brasil, mas recebi este email e P-R-E-C-I-S-O compartilhar com todos!

Amanhã falo sobre a Pediatria. Aproveito para dizer que Pedro está BEM melhor graças a Deus, aos pediatras atenciosos, a toda minha família e a uma pessoa especial que me ajudou e que se ela ler este post ela saberá que tou falando dela.

Agora o meu pudim chegou e  vou comer. (Se você já comeu desse pudim, coma de novo para lembrar do sabor!)
 
P U D I M

Marta Medeiros

Não há nada que me deixe mais frustrada
do que pedir Pudim de sobremesa,
contar os minutos até ele chegar
e aí ver o garçom colocar na minha frente
um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido.
Um só.

Quanto mais sofisticado o restaurante,
menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência,
comprar um pudim bem cremoso
e saborear em casa com direito a repetir quantas
vezes a gente quiser,
sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.

A vida anda cheia de meias porções,
de prazeres meia-boca,
de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.

Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual,
mas tem que fingir que é difícil
(a imensa maioria das mulheres
continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado,
mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo,
mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD,
esparramada no sofá,
mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar',
tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...

Aí a vida vai ficando sem tempero,
politicamente correta
e existencialmente sem-graça,
enquanto a gente vai ficando melancolicamente
sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua,
o compasso,
a bússola,
a balança
e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente
e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou
e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem,
podemos (devemos?) desejar
vários pedaços de pudim,
bombons de muitos sabores,
vários beijos bem dados,
a água batendo sem pressa no corpo,
o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga:
um pudim inteiro
um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order',
uma caixa de trufas bem macias
e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.
__,_._,___
_._,__“Há noites em que eu não posso dormir, de remorso por tudo o que eu deixei de cometer.”
Mário Quintana

Previsão do Tempo: mais chuva na tarde de hoje

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Como um ciclo, quando a gente faz um post, ler os comentários e, outros posts similares e os comentários e  novas idéias vão chovendo feito um temporal...
E esse foi o resultado do post anterior: 2 lições!
***

Lição 1: alguns assuntos podem até ser falados e conversados numa boa, sem tabu, mas antes procure orientação médica.
Aprendi algo muito importante, como bem colocou a Mari, reforçada pela Sarah, têm assuntos que são para o Pediatra. Li, pensei e concordei, pois de fato, alguns assuntos só especialistas podem falar com conhecimento e segurança. A intenção de abordar o assunto, não seria buscar informação de utilidade pública, mas compartilhar as experiências no sentido:"e com vocês como foi ou como está sendo?", pois a pediatra do Pedro orientou ir puxando devagar, no banho e aos poucos, no início houve uma mudança, mas depois não teve mais grandes progressos. 

***
Lição 2: existem afinidades e existem panelinhas. Mas por que ter panelinhas se podemos ter um PANELÃO?Várias concordaram e a Ju Ramos abordou mais sobre isso como novos comentários por lá para lá de interessantes, também confirmando nossas suspeitas.
Na vida real ou na virtual, acho que devemos buscar  a melhor interação com as pessoas, respeitando-nos, sem excluir ninguém , nem se excluir, nem se sentir excluída. O sol nasce para todos, baby!
Só acho que os blogs, principalmente, os de mães não deveriam perder o sentido da sua existência, que na minha opinião é a eterna troca de experiências entre mães sempre na humildade, sem fins lucrativos (SOMENTE, PODE ATÉ TER, MAS NÃO SER SÓ ISSO), na boa, com bom humor, com a transparência, com o respeito e com 100% de democracia como sempre visualizei que os blogs são. Ou tou errada?
E que, se possível, lembrem daquele selinho:"seus comentários alimentam meu blog!!!"
***
CHUVAS NOVAS
Pedro ficou doente, provavelmente broquite, broquialite, cansaço, febre, FALTA DE APETITE.
Com isso vou ar uma pausa na creche, talvez só próximo ano, vai depender da recuperação dele, pois ele tem ficado mais em casa doente do que na creche, apesar de eu estar adorando essa idéia para o desenvolvimento social dele. Enfim...
***
Toda essa situação de doença do Pedro me trouxe uma situação inesperada e que preciso compartilhar com vocês, mas merece um post separado vou dizer só o título: A situação da pediatria em nosso país. Sentiram algum arrepio por aí? Bem, amanhã vou escrever sobre isso. Aguardem!
***
Para fechar a torneira, se não vai alagar tudo por aqui: agora, agorinha a pouco mesmo. Eu aqui iniciando o post e minha mãe chega em casa. Tinha ido deixar o cachorro da minha irmã para tomar banho e teve um contratempo por lá e tal, normalmente ela diz assim:"o que é que uma mãe não faz pelo seu filho viu!" e eu escrevendo confirmei e ela disse:"você está sentindo agora não é?" (devido principalmente a questão desses dias de doença)... Daí eu respondi: "estou sentindo sim, mas eu faço sem sentir dor nenhuma. Pior é quando a gente não pode fazer nada para ajudar nossos filhos, não é não mãe?" Com o que ela balançou a cabeça e confirmou com um sorriso no rosto.
E vocês o que acham?

Beijo grande e obrigada pelos comentários valiosos!!!

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