Eu gosto muito de escrever, pois
me faz muito bem, é como se estivesse fazendo uma terapia. Fico mais aliviada.
O bônus é maior quando sou lida e reconhecida. Vários assuntos passam pela
minha cabeça, geralmente são reflexões, não registros.
Com a blogesfera venho
desenvolvendo mais a escrita. É por isso que esse blog existe.
Hoje resolvi escrever assim,
aleatoriamente, estilo brainstorming, depois eu separo por tema, ou como der.
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Vários assuntos já passaram por
minha cabeça e eu os perdi. Um deles tem a ver com o aprendizado com a Ivana - Coisa de Mãe, sobre a leitura, a forma como ela fala da leitura é tão cativante que
despertou em mim essa necessidade, inclusive para melhorar minha escrita. Eu
tenho um carinho especial por algumas pessoas da mommysfera, mais precisamente
3 pessoinhas: Mari, Ivana e Sarah. Acho que já falei aqui que foram os
primeiros blogs de mãe que comecei a ler. E nunca deixo de ler. Se um dia eu
tivesse que escolher só 3 para colocar na seção de blogs preferidos, com
certeza seriam eles, o que seria uma maldade comigo, pois depois delas aprendi
a gostar de mais umas tantas por aí que aprontam muito por aqui.
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Assuntos que ainda não vi pela
mommysfera: no caso de mães de menino, sobre o prepúcio e no caso de todas as
mamães blogueiras, temos panelinhas na mommysfera?
Uma vez pensei em escrever um
post com o título “sou mãe blogueira, não marketeira” para fazer menção ao fato
que o objetivo principal dos blogs de mães na minha visão era falar de
maternidade, o resto é conseqüência, mas não pode perder a essência.
Quem tiver escrito sobre prepúcio
e/ou tiver dúvidas como eu, vamos conversar?
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O que é maternidade real mesmo? De vez em quando me pego
questionando o assunto, quando leio algumas coisas nos blogs ou observando a
mim mesma ou o mundo ao meu redor, quando estou no trânsito e observo as
pessoas.
Depois que me tornei mãe veio uma mania de observar criança em
tudo que é lugar. E o pior! Observar em como ela está sendo tratada! Teve um
período, que não podia ouvir choro de criança ao longe que achava que estavam maltratando.
Ainda hoje fico grilada, mas diminuiu a intensidade, visto que, por experiência
própria, me convenci que o choro nem sempre é de maus tratos.
Daí que me pego pensando nas mães desse mundo que encontro por aí também.
Nas mães da nossa
realidade brasileira, e se não são elas que exercem uma maternidade real.
Sei
que o termo remete à “melhor mãe que posso ser para meu filho”... mas esse tema
tem sido recorrente aqui na minha cabeça.
Penso que a maioria das mães
brasileiras, não sabem o que é um blog, não tem a oportunidade que temos de estar
aqui (ou eu estou subestimando? Se eu estiver me corrijam por favor!).
Esse luxo de fazer o que fazemos, de pensar, questionar,
mudar, escolher: cesárea ou normal ou natural? Trabalhar ou não? 1 , 2 ou 3
filhos? Ou mais? Assistir tv ou não? Livros, dvd´s? comida orgânica? Amamentação
exclusiva? Cinema? Brinquedos?
Não estou aqui puxando uma bandeira socialista, nem política,
nem das causas sociais. Apenas, é mais uma das minhas reflexões que desejo
compartilhar com vocês. Maternidade real ou maternidade realista?
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